🔴 TOUROS E URSOS: LULA 3 FAZ 3 ANOS, OS DADOS ECONÔMICOS E A POPULARIDADE DO GOVERNO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos

Dani Alvarenga

Repórter de fundos imobiliários e finanças pessoais no Seu Dinheiro. Estudante de Jornalismo pela Universidade de São Paulo (ECA-USP).

COM A PALAVRA, O MINISTRO

Haddad vê mercado muito mais tenso — “não só no Brasil” — e fala em “obsessão de Lula” por equilíbrio fiscal

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, debateu os impactos do contexto internacional no Brasil e a economia nacional durante evento do BTG Pactual nesta manhã (25)

Dani Alvarenga
25 de fevereiro de 2025
12:52 - atualizado às 9:41
Fernando Haddad, ministro da Fazenda
Fernando Haddad, ministro da Fazenda - Imagem: Diogo Zacarias / MF

Os investidores brasileiros estão com o dedo no gatilho. Essa é a perspectiva do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, sobre o atual cenário econômico do país. Para ele, o “mercado está muito mais tenso, esperando notícias para se proteger e especular”, o que ele avalia como “parte do jogo”.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Haddad falou sobre os impactos do contexto internacional no Brasil e sobre a economia nacional durante o evento CEO Conference do BTG Pactual, que ocorreu nesta manhã (25).

O ministro enxerga que houve uma piora nas tensões nos últimos tempos e indica um culpado: o contexto geopolítico internacional. Sem mencionar nomes, Haddad criticou o governo dos Estados Unidos.

“Quando se vê uma turbulência na economia americana, com uma falta de previsibilidade em relação ao que as instituições econômicas vão fazer e com a dependência do mundo em relação a essas decisões, aumenta a tensão. E não é só no Brasil, está todo mundo tenso. A situação externa é muito desafiadora”, afirmou o ministro.

Desde que retornou à presidência, Donald Trump pressiona aliados políticos com imposição de tarifas, o que vem gerando preocupações em relação à inflação nos EUA e no resto do mundo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Na visão do ministro, com o cenário internacional mais complexo, “algum escape do câmbio, em função do déficit de transações correntes, iria acontecer” no país. 

Leia Também

“O Brasil teve um deslocamento maior em dezembro do que os outros países. Mas, neste ano, a situação vem se acomodando num patamar mais próximo dos nossos pares internacionais”, avalia.

Haddad sobre reforma fiscal: “agenda não pode perder ímpeto”

Apesar das dificuldades para a economia do país, Haddad avalia que houve avanços, com destaque para a reforma tributária, que teve a regulamentação da primeira lei complementar sancionada em janeiro deste ano. Em discussão há 30 anos, a reforma tem o objetivo de simplificar a cobrança de impostos no país. O Seu Dinheiro explicou as mudanças aqui

Para Haddad, a reforma tributária é um marco, mas ele também enxerga que o governo não deve parar por aí. “Eu acredito que a agenda fiscal não pode perder ímpeto. Com a mudança nas presidências das duas Casas [do Congresso Nacional], nós precisamos verificar quem vão ser os relatores das matérias, os presidentes das comissões e a disposição dos líderes da oposição e da situação para endereçar temas importantes”, prosseguiu Haddad.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

De acordo com ele, a agenda de reformas estruturais está sendo tocada desde que o governo assumiu. “Tem muita coisa boa para votar, tem muita coisa boa para endereçar ao Congresso Nacional, e nós podemos entregar um país muito melhor”, disse.

Já em relação às renúncias fiscais, o ministro afirmou que teria zerado o déficit primário se a Medida Provisória 1202 tivesse sido aprovada na íntegra. O texto limita a compensação de créditos relativos a tributos acima de R$ 10 milhões, porém, durante o processo de tramitação, a legislação sofreu alterações.

Na visão de Haddad, caso a medida tivesse sido aprovada integralmente, o governo teria zerado o déficit primário, mesmo com os gastos após as enchentes no Rio Grande do Sul.

“Parcelaram a reoneração da folha, parcelaram o Perse, parcelaram tudo. Então, eu não consegui o superávit estrutural que teria conseguido, sem maquiagem”, afirmou.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Apesar disso, o ministro avalia que o Congresso aprovou muitas propostas do governo. “Não posso reclamar”, disse durante evento do BTG Pactual.

  • LEIA MAIS: É hoje: CEO Conference 2025 vai reunir grandes nomes da economia, política e tecnologia; veja como participar

Equilíbrio fiscal na mira de Haddad… e de Lula

O ministro da Fazenda ainda destacou a importância da transparência das contas públicas e que enxerga que ainda há condições de melhorias para a questão no país, com destaque para o orçamento federal.

“A verdadeira caixa-preta que existe no Brasil é o orçamento federal. Do ponto de vista de despesa, é menor, mas do ponto de vista de renúncia de receita é um escândalo”.

De acordo com o Demonstrativo de Gastos Tributários, o governo brasileiro vai deixar de arrecadar R$ 543,6 bilhões em 2025 por conta de benefícios tributários. Haddad afirmou que, ainda neste ano, a gestão atual vai divulgar todos os incentivos fiscais fornecidos ao setor privado.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Para ele, parte do problema do orçamento fiscal é o lobby feito por parte do setor empresarial. “O país podia ir muito mais longe, mas a questão não é só a classe política, há muito lobby também”, disse.

O ministro ainda reforçou o compromisso do presidente com o ajuste das contas públicas. Haddad revelou que Lula tem "obsessão" pelo equilíbrio fiscal, mas sem prejudicar os mais pobres.

"O presidente não fala ‘não faça superávit, não equilibre as contas’, como muitos acham. O que eu recebo de comando é para arrumar as contas sem fazer com que isso recaia sobre a parte mais fraca da sociedade", disse Haddad. 

"Eu não penso que seja um comando equivocado", ressaltou ao defender o combate aos privilégios. Para ele, além do equilíbrio das contas públicas, é preciso combater a ineficiência, a desigualdade, além de aprovar reformas microeconômicas que melhorem o ambiente de crédito e a segurança jurídica.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
SEM MULTAS

Começa a valer hoje a renovação automática da CNH para bons motoristas; veja como funciona

9 de janeiro de 2026 - 15:54

Medida assinada pelo ministro dos Transportes, Renan Filho, dispensa exames, taxas e ida ao Detran para condutores sem infrações

INFLAÇÃO E JUROS

IPCA de dezembro deixa gosto amargo na boca: corte da Selic em janeiro sai da prateleira e março finca lugar na mesa 

9 de janeiro de 2026 - 13:10

Apesar de o índice ter fechado o ano dentro do intervalo de tolerância da meta do Banco Central, bancos e corretoras descartam o relaxamento dos juros agora; saiba o que esperar da inflação em 2026

DE OLHO NO CONTRIBUINTE

Lula sanciona Lei do Devedor Contumaz, mas barra cinco pontos do texto; veja o que mudou

9 de janeiro de 2026 - 11:39

As empresas que forem classificadas como devedoras contumazes estarão sujeitas a uma série de penalizações

A RENDA FIXA É POP

Busca por isenção de IR drenou recursos dos fundos de ações e multimercados em 2025, apesar dos seus bons retornos

9 de janeiro de 2026 - 7:37

Fundos de maior risco continuaram a sofrer resgates, enquanto os fundos de crédito privado, muitos dos quais incentivados, foram as grandes estrelas de captação do ano

MÁQUINA DE MILIONÁRIOS

Lotofácil 3582 brilha sozinha e faz 2 novos milionários; Mega-Sena e outras loterias acumulam

9 de janeiro de 2026 - 7:14

Lotofácil foi a única loteria a ter ganhadores na faixa principal na quinta-feira. Os dois sortudos são da região Sudeste.

PRESSÃO DIGITAL

Caso Master: avalanche de críticas ao Banco Central entra na mira da PF e levanta suspeita de pressão coordenada

8 de janeiro de 2026 - 17:06

Pico de publicações e abordagem a criadores de conteúdo levantam alertas sobre pressão digital após a liquidação do Banco Master

PRESTAÇÕES REDUZIDAS

Pequenas empresas podem parcelar dívidas com desconto e condições facilitadas até 30 de janeiro; veja como

8 de janeiro de 2026 - 15:01

Negociação com PGFN permite parcelar débitos inscritos na dívida ativa da União com descontos conforme a capacidade financeira do empreendedor

CASO MASTER

Quase 75% dos empréstimos consignados do Banco Master agora estão na mira do INSS

8 de janeiro de 2026 - 12:47

Segundo informações do Estadão, um processo administrativo do INSS aponta para um padrão de irregularidades na expansão da carteira de crédito do banco de Daniel Vorcaro

PÉ NA ESTRADA

Portugal passa a aceitar a CNH brasileira; veja quais outros países aceitam o documento

8 de janeiro de 2026 - 12:37

Decreto assinado pelo presidente português coloca o país no grupo restrito que aceita a CNH do Brasil sem exigência de permissão internacional

ALTOS E BAIXOS

Brasil tem segunda maior saída de dólares da história em 2025, mas real se valoriza

8 de janeiro de 2026 - 12:07

Fluxo cambial negativo atinge US$ 33,3 bilhões, segundo BC

BOA PARA MORAR?

Ponto de virada da cidade com metro quadrado mais caro do interior de São Paulo veio do céu (literalmente)

8 de janeiro de 2026 - 11:38

Pesquisa FipeZap mostra que o metro quadrado dos imóveis em São José dos Campos teve valorização de 9,6% mais em um ano

NO REBOTE

Lotomania aproveita bola dividida na Lotofácil e paga maior prêmio da quarta-feira nas loterias da Caixa

8 de janeiro de 2026 - 7:24

Lotofácil deixou dois apostadores quase milionários, mas não foi páreo para o prêmio principal da Lotomania. Na +Milionária, uma bola na trave impressionante impediu que ela saísse pela terceira vez na história.

MERCADO DE CAPITAIS

CVM sob um novo-velho comando: quem é Otto Lobo, indicado do governo Lula para a presidência da xerife do mercado de capitais

7 de janeiro de 2026 - 19:13

Atual presidente interino associado a decisão polêmica sobre a Ambipar é indicado para liderar a autarquia em meio ao aniversário de 50 anos da instituição

ENTENDA A NOVA LEI

Tributação sobre lucros e dividendos: o que a nova lei muda para empresas do Simples Nacional

7 de janeiro de 2026 - 18:30

Especialistas apontam conflito com a Lei Complementar nº 123/2006, que garante tratamento diferenciado ao regime simplificado

MENINO NEY

O que você faria com R$ 300 milhões? Neymar comprou uma coleção de veículos na ‘estética Batman’

7 de janeiro de 2026 - 16:16

Jatinho avaliado em R$ 250 milhões, helicóptero usado em deslocamentos ao CT e um Batmóvel de R$ 8 milhões compõem a coleção exibida pelo craque

DE NOVO 

Fake news sobre taxação do Pix acima de R$ 5 mil volta a circular; entenda o que diz a Receita Federal

7 de janeiro de 2026 - 15:44

Órgão nega imposto, multa e qualquer cobrança sobre movimentações financeiras, inclusive via PIX, e reforça isenção maior do IR a partir de 2026 

GOLAÇO!

Quina aproveita bolas divididas na Lotofácil e na Dia de Sorte e faz único milionário das loterias da Caixa na terça-feira

7 de janeiro de 2026 - 7:43

Quina foi a única loteria da Caixa a pagar um valor milionário ontem, mas os prêmios de consolação da Mega-Sena, da Timemania, da Lotofácil e da Dia de Sorte deixam pouca margem para reclamação

EM BREVE

Calendário do PIS/Pasep 2026 começa em fevereiro; confira quando o abono cai na conta

7 de janeiro de 2026 - 5:45

Pagamentos do abono salarial seguem mês de nascimento ou número de inscrição e vão até agosto 

AUMENTOU

INSS reajusta piso em 2026: benefício agora parte de R$ 1.621 com novo salário mínimo

6 de janeiro de 2026 - 15:15

Reajuste de 6,79% entra em vigor em janeiro; os pagamentos com o valor reajustado seguem o calendário oficial do INSS 

INVESTIGADO

Banco Central questiona decisão do TCU em relação à investigação do Master, e embate ganha novo capítulo

6 de janeiro de 2026 - 13:43

O BC entrou com um embargo de declaração no TCU, para questionar a decisão de investigá-lo no processo de análise do Banco Master; veja qual o risco da liquidação ser revertida

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar