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Na visão do Itaú BBA, os resultados vieram neutros com algumas linhas do balanço vindo abaixo das expectativas. O BTG Pactual também não viu nada de muito extraordinário
Resultado tranquilo. É assim que os analistas do BTG Pactual definem a prévia operacional da Cury (CURY3) no segundo trimestre de 2025, divulgada na noite da última segunda-feira (7). As ações encerraram o dia com alta de 2,13%, a R$ 30,16.
“Acreditamos que a Cury está no caminho certo para continuar entregando resultados superiores”, escreve o time de análise em relatório. Eles ainda ressaltam que depois de uma alta forte no ano, as ações deixaram de ser uma pechincha, sendo negociadas a 9 vezes preço sobre lucro para 2025.
O BTG mantém a recomendação de compra para os papéis em razão das boas perspectivas para o Minha Casa Minha Vida.
Já o Itaú BBA classificou os números como neutros. Os lançamentos ficaram cerca de 22% abaixo das expectativas do banco, atingindo R$ 1,9 bilhão. Isso representa um avanço de 16,9% na base anual, mas queda de 26,5% em relação ao trimestre anterior.
Segundo os analistas, o motivo por trás disso foi a redução na participação da construtora nos projetos, que passou de 96% no primeiro trimestre de 2025, para 88% entre abril e junho.
A queda foi mais expressiva em três dos nove projetos lançados, nos quais a Cury detinha cerca de 60% de participação, impactando diretamente o desempenho dos lançamentos no trimestre.
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Apesar disso, a companhia ainda mantém uma participação significativa — de 92%, o equivalente a R$ 4,6 bilhões — no total dos lançamentos do primeiro semestre.
Por isso, o time do banco permanece confortável com a estimativa de lançamentos de R$ 8,3 bilhões para 2025, o que sugere que a Cury continua bem posicionada para atingir suas metas, mesmo com a variação na participação nos empreendimentos.
O banco mantém a recomendação de compra para os papéis, com preço-alvo de R$ 42, o que representa uma alta potencial de 42,23% em relação ao fechamento da última segunda-feira (7).
Entre abril e junho deste ano, a empresa lançou 9 empreendimentos, um a mais do que o reportado no mesmo período de 2024. No entanto, o Valor Geral de Vendas (VGV) aumentou em 28,3% na mesma comparação, para R$ 2,2 bilhões.
Foram 6 novos empreendimentos em São Paulo e 3 no Rio de Janeiro no segundo trimestre. No entanto, na comparação com o primeiro trimestre houve queda tanto em número de lançamentos quanto em VGV.
Nos três primeiros meses do ano, foram 14 empreendimentos, com valor total de R$ 2,7 bilhões, o que representa queda de 20% no segundo trimestre.
Mas, se o número total caiu em relação ao início do ano, o preço médio por unidade aumentou quase 11% em três meses. Passou de pouco menos de R$ 305 mil para quase R$ 338 mil. Em relação ao ano passado, o avanço ficou pouco abaixo de 9%.
No total do primeiro semestre, a empresa alcançou 23 lançamentos, um número superior aos 18 do ano anterior. Em VGV, houve um aumento de 38%, para R$ 5 bilhões.
As vendas líquidas da Cury no segundo trimestre somaram R$ 2,2 bilhões, quase 30% superior ao mesmo período de 2024, e 7% maior que no primeiro trimestre. Foram mais de 8 mil unidades vendidas.
A VSO (Vendas sobre oferta) líquida, que mede a velocidade das vendas desconsiderando cancelamentos e devoluções, ficou em 47,5%, marcando desaceleração de 3 pontos percentuais (p.p) na base anual. Trimestre a trimestre, essa linha do balanço avançou 2,1 p.p.
Apesar disso, a construtora acelerou a venda de unidades em estoque em relação ao primeiro trimestre, passando de 27% para 45%. Os lançamentos representaram 55% das vendas no segundo trimestre.
Os distratos também aumentaram tanto na comparação anual quanto na trimestral. Entre abril e junho deste ano, essa linha do balanço chegou a R$ 236, milhões, o que representa um avanço de 33,7% ano a ano e de 97,5% em relação aos três meses anteriores.
Além disso, o número de unidades transferidas para bancos cresceu 41,8% na comparação anual e 89,1% na trimestral, com VGV Repassado de R$ 2,1 bilhões no segundo trimestre de 2025.
A Cury informa que, no segundo trimestre de 2025, quase 93% das vendas ocorreram dentro do programa Minha Casa Minha Vida, já com a inclusão da faixa 4, com limite de até R$ 500 mil.
A construtora também chegou a junho com 81 canteiros de obras em andamento R$ 21 bilhões em terrenos, contra R$ 19,8 bilhões no primeiro trimestre.
Com informações do Money Times
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