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O afrouxamento monetário deve começar devagar, em 25 pontos-base, mesmo diante da possível tarifação dos EUA
“Não dá para ficar preocupado com atividade econômica e mercado de trabalho no Brasil, o fiscal expansionista do governo não permite queda nesses indicadores”. Esta é a avaliação de Fabio Kanczuk, ex-diretor do Banco Central, que espera corte de juros ainda em 2025.
Não que ele concorde com a medida — Kanczuk acredita ser um erro —, mas o gatilho vindo dos EUA, com um possível corte de juros pelo Federal Reserve em outubro, servirá de base para a decisão da autarquia brasileira.
O diretor de macroeconomia do ASA e ex-diretor de política econômica do BC entre 2019 e 2021, espera um primeiro ajuste brando, de 25 pontos-base.
Para ele, a decisão do BC terá fundamento. A partir de uma queda de juros nos EUA, também em 25 pontos-base, a Selic ganha espaço para manter a neutralidade frente a taxa de referência global.
“O Banco Central pode argumentar que há uma ligação entre os juros daqui com os do mundo e diz ‘se o Fed cortou lá, eu também posso cortar um pouco aqui’. E isso está correto”, afirma Kanczuk em evento do ASA nesta terça-feira (15).
O problema, segundo o ex-BC, é que um corte de juros no final do ano não mantém a política monetária do país restritiva o suficiente para “domar” a inflação.
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A projeção do ASA é de inflação de 5% em 2025, sem qualquer recuo diante de um juros de 15% ao ano por dois motivos.
O primeiro são os juros futuros, negociados na bolsa de valores. Embora a Selic esteja em 15%, os juros que definem contratos e negociações no mercado financeiro são os de um a dois anos no futuro.
Esses juros estão na faixa dos 14% atualmente, porque os agentes financeiros já esperam cortes na Selic — o que já diminui o efeito da política restritiva na economia como um todo.
Entretanto, soma-se a isso, uma análise de Kanczuk indicando que o juro neutro — taxa que não acelera e nem restringe a economia — não é de 5%, como avalia o BC, e nem de 6%, como avalia o mercado.
Para o economista, atualmente, o juro neutro no Brasil é de 8%.
Com isso, a política restritiva do Banco Central — que prevê juros acima do nível neutro —- não teve início em anos passados e se estendeu. Teve início agora, no começo de 2025, quando a Selic chegou a 13% ao ano.
“Com um corte e o juro futuro em 14%, daqui a seis meses os valores estarão menores e a política deixa de ser contracionista de novo. Ou seja, foram seis meses de ação restritiva”, disse Kanczuk.
O diretor do ASA avalia os efeitos das tarifas de Trump como marginais, mas ao mesmo tempo complexos.
Em termos de atividade econômica, o ASA projeta um recuo de 0,3 ponto percentual (p.p.) a 0,4 p.p. do Produto Interno Bruto (PIB).
Para o Kanczuk, entretanto, o possível impacto na inflação é mais interessante.
“É natural pensar que, com o recuo da atividade, seria um fator positivo para derrubar a inflação. Mas não, o efeito na inflação é ainda menor, coisa de 0,1 p.p.”, disse no evento.
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A explicação está na demanda — o recuo será na procura externa pelos produtos brasileiros, não na interna. Com isso, não é esperada uma variação significativa para os preços locais.
Kanczuk avalia que produtores e empresários terão um trabalho adicional de triangulação para vender seus produtos. Eles terão que exportar para um terceiro país, para então mandar para os EUA.
“É uma situação ruim para as empresas, que deve diminuir os lucros e os salários. Na prática, piora o mercado de trabalho. Um efeito muito indireto”, afirma.
O que, de fato, deve mexer com a inflação internamente é o dólar.
Se a moeda norte-americana mantiver essa tendência de valorização frente o real, o impacto esperado para os preços de combustíveis, eletrodomésticos, eletrônicos e alimentação é mais significativo.
Menos PIB e mais inflação deveria segurar o BC. Mas o corte acompanhando o Fed é o cenário base do ASA.
Se as estimativas estiverem corretas, o custo do preenchimento do álbum da Copa de 2026 vai passar de R$ 1.000 — isso sem nenhuma figurinha repetida.
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