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Em anos anteriores, chamou atenção o fato de que os economistas de mercado vinham errando feio as projeções para o crescimento do PIB, mas desta vez os vilões das previsões foram a inflação e o câmbio
Fazer previsão não é tarefa fácil, por isso não faltam provocações com os profissionais que têm, entre suas funções, projetar o futuro. Em geral os alvos são os meteorologistas, mas para que eles se sentissem melhor, Deus criou os economistas, já diz a piada clássica.
Em anos anteriores, chamou atenção o fato de que os economistas de mercado vinham errando feio as projeções para o crescimento econômico, medido pelo Produto Interno Bruto (PIB).
Mas em 2025, não deve ser o PIB o maior erro das previsões dos economistas, mas sim o câmbio e a inflação.
O Banco Central publicou, nesta segunda-feira (29), a última edição de 2025 do seu Relatório Focus, que reúne as projeções dos economistas de mercado — aqueles que atuam junto às instituições financeiras — para os principais indicadores da economia brasileira.
Comparando-se o boletim de hoje, com informações colhidas em 26 de dezembro, com o primeiro do ano, com informações de 3 de janeiro, dá para ver que os economistas acertaram que 2025 terminaria com a meta da Selic em 15%.
As projeções para o crescimento do PIB também não variaram tanto quanto em outros anos. No início de 2025, os economistas esperavam uma alta de 2,20%, agora projetam uma alta de 2,26%.
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De acordo com o último dado do IBGE, no período de quatro trimestres encerrados no terceiro trimestre de 2025, o crescimento do PIB foi de 2,70%. Ou seja, o indicador ainda pode surpreender para cima, mas não deve ficar tão descolado das previsões reunidas no Focus.
Do lado da inflação e do câmbio, porém, as projeções passaram longe da realidade. O câmbio de fato é a variável mais difícil de se acertar, e outra piada do mercado diz que ela foi criada para humilhar os economistas. Então o normal é que eles errem mesmo.
No fim de 2024, o dólar viu uma forte disparada em relação ao real por conta de preocupações fiscais, que deveriam perdurar durante todo o ano de 2025. Em função disso, em janeiro o Focus projetava um dólar terminando o ano a R$ 6.
Acontece que a moeda norte-americana passou por um enfraquecimento generalizado ao longo de 2025, muito em razão de uma perda de credibilidade dos Estados Unidos com o tarifaço do presidente Donald Trump e da perspectiva de que o Federal Reserve finalmente iniciasse o ciclo de cortes de juros.
Com isso, a projeção de dólar a R$ 6 perdeu a razão de ser, e agora o Focus projeta que a moeda norte-americana termine o ano em R$ 5,44. Mesmo assim, a probabilidade de os economistas errarem mesmo em um prazo tão curto é grande. Nesta segunda, o dólar é negociado a R$ 5,58.
Outra surpresa, que se deve muito a esse enfraquecimento do dólar, foi a trajetória da inflação. No início do ano, os economistas projetavam que o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) fechasse 2025 em 4,99%, bem acima do teto de meta, de 4,50%.
Mas, com o dólar mais fraco e o aperto monetário empreendido pelo BC, agora a estimativa é de que o IPCA termine o ano em 4,32% — portanto, dentro da faixa de tolerância em torno da meta.
De fato, o IPCA dos 12 meses terminados em novembro demonstra essa convergência da inflação para a meta, totalizando 4,46%, já abaixo do teto.
Ainda que possa haver essas discrepâncias, as projeções para o ano que se inicia são um ponto de partida para os investidores ajustarem as suas carteiras.
Sendo assim, o que os economistas de mercado esperam para 2026? Segundo o Boletim Focus divulgado hoje, a Selic deve cair e terminar o ano em 12,25%, e a inflação deve fechar 2026 em 4,05%, ainda acima do centro da meta, de 3,00%.
Para o PIB, a expectativa é de crescimento de 1,80%, enquanto para o câmbio a estimativa é que o dólar termine o ano cotado a R$ 5,50, isto é, em relativa estabilidade em relação ao patamar atual.
Acontece que em 2026 temos eleições presidenciais, então é bastante provável que as estimativas mudem bastante ao longo do ano, fora a volatilidade que deve acompanhar as expectativas em torno do pleito.
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