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O youtuber mais famoso do mundo agora pretende expandir seu império com um registro de marca voltada a serviços e pagamentos com criptomoedas; veja quem é
Cerca de 40 milhões de visualizações em um vídeo considerado modesto e outras 800 milhões em um grande sucesso. Esses são os números que cercam uma das maiores estrelas do YouTube. Com 447 milhões de seguidores, MrBeast é o maior, mais conhecido e mais lucrativo nome da plataforma. Agora, o criador de conteúdo parece se preparar para deixar sua marca no mercado de criptomoedas.
James Stephen Donaldson, de 27 anos, mais conhecido como MrBeast, registrou o nome MrBeast Financial no Escritório de Patentes e Marcas dos Estados Unidos (USPTO, na sigla em inglês).
A descrição da marca inclui uma série de serviços bancários, seguros, educação em bem-estar financeiro, microfinanças, a troca financeira de criptomoedas por meio de corretoras descentralizadas (DEXs) e o desenvolvimento de um aplicativo.
Caso plano do youtuber seja realmente transformar a MrBeast Financial em uma corretora de criptomoedas ou plataforma de pagamentos, ele ainda deverá registrar a plataforma como uma Empresa de Serviços Financeiros na FinCEN, além de obter licenças estaduais para transmissão de dinheiro e conseguir aprovação da Securities and Exchange Commission (SEC, equivalente à CVM no Brasil).
MrBeast se aproxima do universo cripto desde pelo menos 2021. Ele começou investindo em startups e realizando compras chamativas de certificados digitais, os NFTs. Desde então, o mercado acompanha de perto suas carteiras, em busca de sinais e movimentações que despertem atenção.
A relação do youtuber com o setor, porém, nem sempre foi tranquila. Entre as operações associadas ao seu nome há relatos de esquemas suspeitos de pump and dump — práticas em que o preço de ativos é inflado artificialmente antes de uma venda em massa para gerar grandes lucros.
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Uma investigação on-chain — análise de dados diretamente registrados em uma blockchain — conduzida em 2024 apontou que carteiras com vínculos ao youtube teriam lucrado cerca de US$ 13 milhões com esse tipo de operação.
Apesar da aparente conexão entre as carteiras e o influenciador, não há provas de que o próprio MrBeast tenha realizado as transações. À época, especialistas da Coinbase destacaram que é difícil atribuir responsabilidade direta sem evidências concretas em casos desse tipo.
Se for aprovada, a nova marca de MrBeast se somará a um império de 52 registros já pertencentes à sua empresa. Entre eles estão MrBeast Gaming, MrBeast Burger, MrBeast Philanthropy e MrBeast Bar. Nem todas as marcas se transformaram em produtos reais, mas várias ganharam versões comerciais.
O MrBeast Burger, por exemplo, começou como um serviço de entrega “fantasma”, operado por restaurantes parceiros, e hoje conta com uma loja física no American Dream Mall, em Nova Jersey.
Já a MrBeast Bar foi usada no lançamento da Feastables, empresa de lanches que chegou a enfrentar críticas depois que o criador pediu aos fãs para organizarem as prateleiras de chocolate nos supermercados em troca de participação em um sorteio de US$ 5 mil. Outro projeto, o Finger on the App, virou um jogo de celular em que o último jogador a manter o dedo na tela ganhou US$ 25 mil.
Outras marcas, como Beast Mode, MrBeast Mode e Beast Games, ainda não saíram do papel. Isso não é incomum no mercado, porém. Muitas empresas costumam registrar nomes de forma preventiva para evitar o uso indevido por terceiros.
De todas as formas, a movimentação acontece em um cenário de crescente interesse por registros de marcas no setor cripto.
A Ripple Labs, por exemplo, registrou “Ripple Custody” em fevereiro de 2024, após lançar uma solução de custódia de nível bancário. Já o JP Morgan levantou especulações ao registrar “JPMD”, nome reservado para serviços relacionados a negociação, troca e pagamento de ativos digitais, o que reacendeu rumores sobre uma possível stablecoin do banco.
*Com informações do Decrypt
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