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Com a recente forte correção do bitcoin, analistas voltam a prever o fim da criptomoeda — e o contador de “mortes” já chega a 450
Com a recente derrocada do bitcoin (BTC), é quase que previsível que mais analistas decretassem o fatídico fim da mãe de todas as criptomoedas. E não deu outra. Em meio à recente queda do BTC, o site bitcoindeaths.com, que contabiliza quantas vezes decretaram a morte da criptomoeda, atingiu a marca de 450 ‘mortes’.
Se o bitcoin não morreu, ele está ao menos ‘sangrando’. De um mês para cá a maior criptomoeda do mundo chegou a cair 26%, atingindo a cotação de US$ 82 mil em seu pior momento.
Essa forte queda, claro, não ia passar em branco pelos profetas do apocalipse cripto.
O último comentário contabilizado pelo site foi do CEO da WhaleWire, Jacob King. E é bom guardar esse comentário. Segundo ele, o BTC “nunca mais” ultrapassará suas máximas históricas. A ver, portanto.
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Hoje (25) o BTC é negociado na casa dos US$ 87 mil com uma valorização de pouco mais de 1% nas primeiras horas do dia.
Entre os nomes mais icônicos no mundo da economia e abrindo o top três dos ‘matadores’, está Warren Buffet.
Com 8 mortes decretadas, o lendário ‘Oráculo de Omaha’ fica na terceira colocação.
A última crítica do empresário aconteceu em meados de 2023, quando disse à CNBC que o bitcoin é um ativo e apostas e não têm nenhum valor intrínseco.
"É um caminho de ganhos imediatos que consome seu dinheiro se você passar o resto da vida girando a roleta. Mas eles mostram os vencedores e as pessoas ficam animadas com isso, e é por isso que as máquinas caça-níqueis fazem muito barulho quando estão pagando."
À época, a moeda era negociada no patamar dos US$ 30 mil.
Já a segunda posição fica com Steve Hanke, economista e professor da Johns Hopkins University, com 10 ‘mortes’ ao todo.
Apesar das 10 mortes atribuídas por Hanke e das outras 8 apontadas por Buffett, nem a soma dos dois chega perto do principal “serial killer” da criptomoeda.
Peter Schiff, CEO da corretora de valores Euro Pacific Capital Inc, já disse que o BTC teria passado dessa para uma melhor nada menos que 20 vezes.
A última fala contra foi em meados de outubro, quando chamou a recuperação da moeda de “repique de gato morto”.
E por enquanto ele está certo.
De qualquer modo, se alguém investisse 1 dólar a cada vez que o bitcoin foi declarado morto, terá agora nada menos que US$ 916 mil.
A cada queda mais intensa do preço do Bitcoin (BTC), surgem novos “profetas” anunciando o fim da criptomoeda. Desta vez, foi Michael Burry quem falou em uma possível “espiral da morte”.
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