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De Warren Buffett a Peter Schiff, o Bitcoin já foi declarado ‘morto’ mais de 400 vezes — mas quem investiu em cada uma dessas previsões estaria milionário hoje
O bitcoin morreu! É o que os mais alarmistas profetizam ao longo dos anos toda vez que a maior criptomoeda do mundo sofre uma queda vertiginosa ou perde algum nível de suporte no mercado à vista. Há quem siga o que esses ‘gurus’ dizem, mas também há quem vá na direção contrária — e, se você fosse um dos que vão contra quando anunciam a ‘morte’ do bitcoin (BTC), já poderia estar milionário.
Pelo menos é o que aponta o site bitcoindeaths.com, que contabiliza quantas vezes algum comentarista de mercado decretou o fim do BTC.
Segundo o site, se você investisse US$ 100 toda vez que o Bitcoin ‘morreu’ — que segundo eles já foram 446 vezes —, você já teria aproximadamente a bagatela de US$ 112 milhões (cerca de R$ 600 milhões).
Fato é que, por mais disciplina que você tenha, economizar 446 vezes 100 dólares não é dinheiro de pinga — isso daria US$ 44.600, ou seja, mais de R$ 238 mil.
Mas e se, ao invés de 100 dólares, você investisse apenas US$ 1 — R$ 5,35 na cotação atual — toda vez que BTC passasse dessas para uma melhor?
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Ainda assim você seria milionário, com US$ 1,12 milhões (cerca de R$ 6 milhões) na conta.
O site ainda faz um levantamento dos principais “matadores” da criptomoeda — e o lendário ‘Oráculo de Omaha’ está na parte de cima da tabela.
Com “8 mortes” decretadas, Warren Buffet fica na segunda colocação.
A última crítica do empresário aconteceu em meados de 2023, quando disse à CNBC que o Bitcoin é um ativo e apostas e não têm nenhum valor intrínseco
"É um caminho de ganhos imediatos que consome seu dinheiro se você passar o resto da vida girando a roleta. Mas eles mostram os vencedores e as pessoas ficam animadas com isso, e é por isso que as máquinas caça-níqueis fazem muito barulho quando estão pagando."
À época, a moeda era negociada no patamar dos US$ 30 mil, hoje, ultrapassa os US$ 100 mil.
Apesar das falas do Oráculo de Omaha, ele ainda está distante de ser o maior ‘serial killer’ do bitcoin.
O topo da lista fica com Peter Schiff, CEO da corretora de valores Euro Pacific Capital Inc.
Schiff decretou a morte do BTC nada menos que 20 vezes. A última foi duas semanas e meia atrás, quando chamou a recuperação da moeda de “repique de gato morto”.
Segundo ele, o Bitcoin está prestes a cair para US$ 95 mil, e depois despencar para US$ 75 mil.
O bitcoin iniciou a semana com uma queda de mais de 2%, sendo negociado na casa dos US$ 107 mil.
O mercado global de criptomoedas mergulhou em uma onda vermelha nas últimas 24h, com as liquidações de contratos futuros superando o meio bilhão de dólares, de acordo com o Coin Glass. Mais precisamente, foram US$ 537 milhões — a maior parte do montante, US$ 476,27 milhões, foram em contratos que apostavam na alta do BTC.
Além disso, a ausência de catalisadores positivos de preço impede que o bitcoin busque novos suportes de cotações, mantendo a maior criptomoeda do mundo sob pressão. Consequentemente, o mercado global de ativos digitais segue o mesmo caminho.
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A cada queda mais intensa do preço do Bitcoin (BTC), surgem novos “profetas” anunciando o fim da criptomoeda. Desta vez, foi Michael Burry quem falou em uma possível “espiral da morte”.
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