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Alta no mercado de ativos digitais acontece em meio a acordo comercial dos EUA com o Vietnã, lançamento de ETF de staking e expectativa por cortes de juros
Após tocar o ponto mais baixo da semana, o bitcoin (BTC) voltou a acelerar. Embalado por um novo fôlego nos mercados globais e um fluxo de notícias favoráveis, o maior criptoativo do mundo deu início a mais um rali e puxou consigo o restante do mercado — com altas de mais de 9% entre as principais criptomoedas.
De acordo com dados do CoinMarketCap, após tocar a mínima de US$ 105.270 na terça-feira (1), o BTC engatou uma valorização de 3,2% nas últimas 24 horas. Por volta das 18h30 desta quarta-feira (2), a moeda era negociada a US$ 109.339.
Um dos catalisadores da alta veio da política externa norte-americana. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou um acordo comercial com o Vietnã que prevê a aplicação de tarifas de 20% sobre produtos vietnamitas e de 40% sobre itens reexportados. Em troca, as exportações norte-americanas para o país asiático ficarão isentas de tributos.
Na mesma direção, o relatório de empregos da ADP, que veio abaixo das expectativas, reforçou a percepção de enfraquecimento do mercado de trabalho dos EUA e, com isso, renovou as apostas em cortes de juros pelo Federal Reserve (Fed) em um futuro não tão distante.
Nos mercados tradicionais, S&P 500 e Nasdaq bateram novas máximas históricas.
No mundo cripto, o lançamento do ETF REX-Osprey Solana + Staking (SSK) nos EUA também mexeu com os ânimos dos investidores. Em resposta ao noticiário, a cardano (ADA) — que havia amargado uma queda de mais de 7% na véspera — deu um salto de 9,56%. Ethereum (ETH) e solana (SOL) também se destacaram, com altas de 7,45% e 4,66%, respectivamente.
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Confira o desempenho das dez maiores criptomoedas do mundo no início da noite desta quarta-feira (2):
| # | Nome (Símbolo) | Preço (USD) | 24h | 7d | YTD | Market Cap (USD) |
|---|---|---|---|---|---|---|
| 1 | Bitcoin (BTC) | US$ 109.339,04 | 3,20% | 1,66% | 17,07% | US$ 2,17 tri |
| 2 | Ethereum (ETH) | US$ 2.590,42 | 7,45% | 6,63% | -22,24% | US$ 312,71 bi |
| 3 | Tether (USDT) | US$ 1,00 | 0,03% | 0,01% | 0,24% | US$ 157,89 bi |
| 4 | XRP (XRP) | US$ 2,25 | 3,32% | 2,86% | 8,25% | US$ 132,86 bi |
| 5 | BNB (BNB) | US$ 662,48 | 2,42% | 2,38% | -5,50% | US$ 93,33 bi |
| 6 | Solana (SOL) | US$ 153,49 | 4,66% | 6,45% | -18,86% | US$ 82,07 bi |
| 7 | USDC (USDC) | US$ 1,00 | 0,00% | 0,00% | -0,01% | US$ 61,82 bi |
| 8 | TRON (TRX) | US$ 0,28 | 1,80% | 3,95% | 11,66% | US$ 26,91 bi |
| 9 | Dogecoin (DOGE) | US$ 0,17 | 8,04% | 3,38% | -45,69% | US$ 25,70 bi |
| 10 | Cardano (ADA) | US$ 0,60 | 9,56% | 4,59% | -29,44% | US$ 21,06 bi |
No radar técnico, um dos sinais mais comentados pelos analistas foi o recuo da volatilidade implícita do bitcoin. De acordo com dados da Deribit o índice caiu ao menor nível em dois anos.
“O bitcoin está se tornando menos especulativo e mais parecido com um ativo macro volátil”, resumiu Michael Longoria, analista da GSR, à Bloomberg.
A recente faixa de oscilação, entre US$ 93 mil e US$ 111 mil, é uma das mais estreitas da história. Em anos anteriores, variações de 10% único dia eram comuns.
Estratégias como a venda de covered calls (opções cobertas) ajudam a suavizar os movimentos de preço, enquanto a entrada de capital pelos ETFs de bitcoin reforça esse novo patamar de maturidade do mercado.
O momento também coincide com a chegada em peso de jogadores do campo institucional no setor. A Strategy, empresa de Michael Saylor, sozinha detém cerca de US$ 60 bilhões em BTC.
Um levantamento recente da Glassnode mostrou que, embora o número de transações tenha diminuído, o valor total liquidado aumentou, sinal de que as operações estão cada vez mais concentradas em grandes volumes.
Para os próximos dias, os olhos do mercado estão voltados a três potenciais gatilhos que podem definir o rumo das criptomoedas em julho — todos eles relacionados à nova fase do governo Trump:
“Big Beautiful Bill” — até sexta-feira (4), o presidente norte-americano deve sancionar seu ambicioso projeto orçamentário. O plano prevê um déficit de até US$ 3,3 trilhões. Caso aprovado, pode impulsionar a busca por ativos escassos e resistentes à inflação, como o bitcoin.
Tarifas comerciais — o dia 9 de julho marca o prazo-limite para a adoção das novas tarifas globais. Mesmo que haja postergação, o clima de incerteza deve continuar pressionando os ativos de risco.
Política cripto estratégica — até 22 de julho, espera-se que o presidente norte-americano anuncie medidas relacionadas à política nacional de criptomoedas, incluindo a possível inclusão do bitcoin nas reservas estratégicas dos EUA.
*Com informações da Bloomberg e Coindesk
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