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Futuros de Wall Street operam em queda com guerra tarifária e à espera de dados da inflação ao consumidor (CPI) e balanços trimestrais de gigantes como JPMorgan e Citigroup
Uma das piores sensações da vida é perder a hora quando você tem um compromisso importante — como ir a uma entrevista de emprego, participar de um encontro de trabalho ou escrever a newsletter do Seu Dinheiro.
É preciso acordar no susto, pular da cama sem titubear e sair correndo para lavar o rosto e se arrumar — ou, em alguns casos, avisar os demais envolvidos que já é tarde demais.
Mas às vezes perder a hora não é tão ruim. Quando se está de folga e o compromisso que se tem não é tão inadiável assim. Se for uma consulta médica, basta remarcar. Se for um café com um amigo, pede desculpa e chega atrasado, que a amizade aceita essas coisas.
No caso dos investimentos, se você perder o timing de entrar numa boa jogada, nem sempre há chance de revival. Mas às vezes tem.
É o caso das debêntures da Petrobras, que a petroleira lançou no mercado em junho deste ano. Teve muita gente interessada, principalmente pessoas físicas, como você e eu.
Mas se, no caso, você dormiu no ponto e perdeu esta oferta, não precisa se desesperar. Ainda tem jeito: é só comprar no mercado secundário.
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E, para quem quer se preparar e não perder divulgações importantes nos próximos dias, uma boa saída é conferir a agenda da semana, elaborada pelo Guilherme Castro Sousa. Você confere ela aqui.
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A partir desta segunda-feira (14), os investidores brasileiros terão uma nova ferramenta de copy trade à disposição. Ela se chama A Tacada 2-4-6 e pode buscar até R$ 200 de lucro por dia, em média, copiando as operações do trader Fernando Góes. Libere seu acesso aqui.
Na semana que passou, o Ibovespa interrompeu a sequência de ganhos e acumulou queda de 3,59%, encerrando a sessão de sexta-feira (11) aos 136.187 pontos. Os investidores repercutiram o anúncio das tarifas de Trump contra os produtos brasileiros.
E o Brasil não foi o único alvo do presidente norte-americano. No sábado (12), os EUA anunciaram taxas de 30% sobre importações do México e da União Europeia, valendo a partir de 1º de agosto, quando a trégua na guerra comercial chega ao fim.
Em meio a isso, as bolsas asiáticas fecharam o pregão desta segunda-feira (14) sem direção única. Por lá, os investidores também reagem a dados chineses da balança comercial melhores do que o esperado em junho, indicando recuperação das importações.
Já na Europa, as bolsas operam majoritariamente em queda, com exceção do Reino Unido, que já tem acordo firmado com Trump.
Wall Street também deve sentir os impactos da guerra tarifária, com os índices futuros de Nova York operando em queda nesta manhã. Por lá, investidores ainda devem repercutir dados da inflação ao consumidor (CPI) e balanços trimestrais de gigantes bancários, como JPMorgan e Citigroup.
No Brasil, o mercado acompanha a divulgação do Boletim Focus e do IBC-Br, considerado uma prévia do PIB, e aguarda a audiência do Supremo para conciliação sobre o IOF.
ANÁLISE
É improvável que tarifa de 50% dos EUA às importações brasileiras se torne permanente, diz UBS WM. Para estrategistas do banco, é difícil justificar taxação anunciada por Trump, mas impacto na economia brasileira deve ser limitado.
'FRUSTRAÇÃO'
Bolsonaro é a razão da tarifa mais alta para o Brasil, admite membro do governo dos EUA — mas ele foge da pergunta sobre déficit comercial. Kevin Hassett, diretor do Conselho Econômico Nacional dos Estados Unidos, falou em “frustração” de Trump em relação à situação do ex-presidente Jair Bolsonaro ante a Justiça brasileira, mas evitou responder sobre o fato de os EUA terem superávit comercial com o Brasil.
O SOL NASCERÁ?
Gestores de fundos imobiliários passam a ficar otimistas, após sentimento negativo do 1º semestre; saiba os motivos. Após pessimismo da primeira metade do ano, sentimento vira e volta para o campo positivo, com destaque para os setores de escritórios e aluguel residencial.
FIM DO CASAMENTO?
Kraft Heinz estuda separação, pondo fim ao ‘sonho grande’ de Warren Buffett e da 3G Capital, de Lemann. Com fusão orquestrada pela gestora brasileira e o Oráculo de Omaha, marcas americanas consideram cisão, diz jornal.
NOVA TAXA
Visto americano vai ficar mais caro em quase R$ 1,4 mil após Big Beautiful Bill de Trump; entenda. Nova taxa se aplica para turistas, estudantes, jornalistas, Au pairs, diplomatas e pessoas que fazem tratamento médico.
RANKING SEMANAL
Petrobras (PETR4) e Vale (VALE3) se salvaram, mas não a Embraer (EMBR3); veja as maiores altas e quedas do Ibovespa na última semana. Bolsa brasileira sentiu o impacto do tarifaço de Trump, sobretudo sobre as empresas mais sensíveis a juros; BRF (BRFS3) fechou com a maior alta, na esteira da fusão com a Marfrig (MRFG3).
GUERRA COMERCIAL
Tarifas de Trump podem afastar investimentos estrangeiros em países emergentes, como o Brasil. Taxação pode ter impacto indireto na economia de emergentes ao afastar investidor gringo, mas esse risco também é limitado.
OLHO POR OLHO?
Lula afirma que pode taxar EUA após tarifa de 50%; Trump diz que não falará com brasileiro ‘agora’. Presidente brasileiro disse novamente que pode acionar Lei de Reciprocidade Econômica para retaliar taxação norte-americana.
QUEDA DE BRAÇO
Congresso pede que STF valide decreto legislativo que derrubou aumento do IOF do governo Lula. A manifestação foi protocolada a quatro dias da audiência de conciliação marcada pelo ministro do STF Alexandre de Moraes entre o Legislativo e o Executivo, para que se encontre uma solução para o tema.
ACOMODOU?
Preço do aluguel em São Paulo finalmente estaciona e não sobe pela primeira vez em 4 anos; veja os bairros mais valorizados. Valores de locação permaneceram praticamente estáveis em junho e mostram acomodação, mostra indicador do QuintoAndar; margem de negociação continua reduzida.
PROCESSO ADMINISTRATIVO
Taurus (TASA4) é multada em R$ 25 milhões e fica suspensa de contratar com a administração do estado de São Paulo por dois anos. Decisão diz respeito a contratos de fornecimento de armas entre os anos de 2007 e 2011 e não tem efeito imediato, pois ainda cabe recurso.
IMPULSO AO GROK
SpaceX vai investir US$ 2 bilhões na empresa de Inteligência Artificial de Elon Musk. Empresa aeroespacial participa de rodada de captação da xAI, dona do Grok, com a finalidade de impulsionar a startup de IA.
Em meio a ruídos geopolíticos e fiscais, uma provocação: e se o maior risco ainda nem estiver no radar do mercado?
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