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Por aqui temos prévia da inflação e reunião do Conselho Monetário Nacional (CMN); nos EUA, PIB do segundo trimestre e mais falas de dirigentes do Fed
Se na música de Chico Buarque a diluição é uma coisa até positiva, com uma feijoada completa e cerveja estupidamente gelada servidos a um batalhão de amigos, na vida do pequeno investidor na bolsa as coisas podem não ser tão agradáveis assim.
Empresas de capital aberto em crise têm apelado à capitalização, usando suas ações como moeda para pagar dívidas.
E a recorrência tem impressionado. Só nos últimos meses vimos os casos de Gol (GOLL54), Oncoclínicas (ONCO3) e, nesta semana, Cosan (CSAN3), com diluições que podem beirar os 99%.
Os motivos apontados são, geralmente, nobres: injetar capital para salvar a empresa, diminuir a dívida e garantir, supostamente, que o patrimônio todo não evapore. Mas não seria um movimento injusto com o pequeno investidor?
Especialistas ouvidos pela repórter Camille Lima avaliam que a “estratégia” não é ilegal, mas pode ser imoral (e desestimulante) em alguns casos. Você confere a reportagem especial aqui.
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O Ibovespa encerrou o pregão de quarta-feira (24) perto da estabilidade, com leve alta de 0,05%, mas sustentando os 146 mil pontos.
Nesta quinta-feira (25), o mercado nacional acompanha a divulgação da prévia da inflação brasileira e aguarda também a reunião do Conselho Monetário Nacional (CMN).
No exterior, o destaque fica por conta da divulgação do Produto Interno Bruto (PIB) do segundo trimestre dos EUA e de novos discursos de autoridades do Federal Reserve (Fed).
Enquanto isso, os mercados ao redor do mundo amanhecem de lado. Na Ásia, os principais índices fecharam o dia sem uma direção única. Já na Europa, as bolsas iniciam a sessão majoritariamente em queda. Em Wall Street, os índices futuros de Nova York operam perto da estabilidade.
IMÓVEIS
Há uma bolha imobiliária em São Paulo? O UBS responde. Levantamento do banco suíço mostra cidades globais com maior e menor risco de bolha nos seus mercados de imóveis.
O QUE ACONTECEU COM O BB?
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MELI EXPERIENCE 2025
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VITÓRIA BRASILEIRA
“Best of the Best” do Tripadvisor: confira os restaurantes brasileiros eleitos como melhores de 2025 pelos viajantes. No ranking divulgado essa semana, o Brasil figura nas categorias de alta gastronomia, joias escondidas e encontros românticos.
REFORMA DA RENDA
Comissão do Senado se antecipa e aprova projeto de isenção de IR até R$ 5 mil; texto agora depende dos deputados. Proposta de isenção de IR aprovada não é a do governo Lula, mas também cria imposto mínimo para altas rendas, programa de renegociação de dívidas e prevê compensação a estados e municípios.
SACRIFÍCIO DOS ISENTOS
LCIs e LCAs serão tributadas em 7,5% para que FIIs, CRIs, CRAs e debêntures incentivadas continuem isentos de IR. Relator do texto que transforma MP 1.303/25 em lei manteve a isenção de imposto de renda da maioria das aplicações incentivadas, mas elevou alíquota sobre LCIs e LCAs.
APETITE ESTRANGEIRO
Brasil captou no exterior com menor prêmio da história este ano: “há um apetite externo muito grande”, diz secretário do Tesouro. Em evento do BNDES, Rogério Ceron afirmou que as taxas dos títulos soberanos de cinco anos fecharam com a menor diferença da história em relação aos Treasurys dos EUA.
É HORA DE COMPRAR?
Petrobras (PETR4): JP Morgan eleva preço-alvo da ação e revisa projeções para a estatal, com previsão de produção forte. Banco norte-americano manteve recomendação de compra para os papéis da petroleira.
PRIMEIROS PASSOS
MBRF (MBRF3) aprova programa de recompra de até 25 milhões de ações; veja as regras. Novo frigorífico é resultado da fusão entre Marfrig e BRF e tem 773,7 milhões de ações em circulação e apenas seis em tesouraria.
‘ARRUME-SE COMIGO’
BTG inicia cobertura das ações da Guararapes (GUAR3) e calcula potencial de alta de 37%; é hora de comprar? Analistas do banco dizem que a dona da Riachuelo se destaca pela integração vertical de produção, varejo e serviços financeiros.
PERSPECTIVA ESTÁVEL
Vibra Energia (VBBR3) obtém grau de investimento da S&P Global, e ações sobem; entenda os motivos por trás da nota. Esta é a primeira vez que a companhia recebe um rating global de ‘investment grade’, nota está um nível acima da avaliação soberana do Brasil.
ENTENDA OS DETALHES
Azevedo e Travassos (AZEV3): acordo milionário e saída da Reag (da Operação Carbono Oculto) fazem ações saltarem. A holding fechou um financiamento de R$ 414 milhões com a Jive Investments, que obrigou a Reag Investimentos a deixar o controle da companhia.
DISPUTA TECNOLÓGICA
Alibaba aumenta (ainda mais) os investimentos em IA e anuncia novos data centers — com Brasil na mira; ações reagem em alta. Segundo o CEO, a empresa chinesa aumentará os gastos com infraestrutura de IA e nuvem ao longo de três anos.
OBRAS PÚBLICAS
Linha 19 do Metrô SP: Odebrecht volta aos holofotes ao lado de chinesa Power China ao liderarem leilão dos dois primeiros lotes. A nova linha vai ligar São Paulo a Guarulhos e promete reduzir em até uma hora o tempo de viagem entre as duas cidades.
VAI PINGAR NA CONTA
Cyrela (CYRE3) anuncia data de pagamento de dividendos milionários; confira quem tem direito aos proventos. A construtora havia anunciado os proventos em 25 de abril deste ano, referentes ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2024.
ATENÇÃO, ACIONISTAS
Dividendos e JCP: Cemig (CMIG4) aprova distribuição de R$ 604,7 milhões em proventos. A companhia elétrica distribuirá o montante para os acionistas na forma de juros sobre capital próprio; confira as datas.
VIVA A QUÍMICA
Alckmin comemora aceno de Trump a Lula e vê resolução do tarifaço no horizonte. O vice-presidente também comentou o desempenho dos ativos brasileiros nos últimos dias e celebrou o novo recorde do Ibovespa.
UMA AJUDINHA
Trump ao resgate de Milei: EUA discutem linha de swap de US$ 20 bilhões com a Argentina, diz secretário do Tesouro. Após a sinalização de que Trump poderia ajudar o projeto liberal de Milei, os ativos financeiros argentinos passaram a se recuperar.
MUNDO EM TRANSFORMAÇÃO
O que a China deixou para trás ao abrir mão de privilégios na OMC. Pequim não abandonou o status de país em desenvolvimento, mas renunciou ao SDT — tratamento especial e diferenciado — para reforçar seu papel como potência global.
CHECK-IN DE MUDANÇAS
Check-in e check-out em hotéis: o que muda com as novas regras do Ministério do Turismo. Portaria redefine prazos, tarifas e até o registro de hóspedes; mudanças entram em vigor em dezembro.
LEGADO
Como funcionam as “cidades-esponja”, conceito criado por Kongijan Yu, morto em acidente aéreo no Pantanal. Kongjian Yu, arquiteto chinês responsável pelo conceito das “cidades-esponja”, faleceu em um acidente aéreo no Pantanal.
BONS DE COPO
The World’s 50 Best Bars 2025 tem brasileiro no ranking estendido. Lista estendida é apresentada; os 50 melhores bares serão revelados durante premiação em Hong Kong, em outubro.
TEMPORAL EM SÃO PAULO
Lançamento do Toyota Yaris Cross é adiado de novo — agora por causa das chuvas em SP. Lançamento do Toyota Yaris Cross é novamente adiado devido aos danos causados pelas chuvas em São Paulo, afetando a produção nas fábricas da marca.
GOLPES COM CRIPTOMOEDAS
Como golpistas estão usando o Google Forms para roubar bitcoin e outras criptomoedas. Golpistas utilizam o Google Forms para enganar vítimas e roubar criptomoedas, criando e-mails fraudulentos que simulam ofertas de saque falsas.
CEP DE GRIFE
O boom das Branded Residences: por que apartamentos com grifes de luxo se tornaram o novo porto seguro para investidores no Brasil. De Fasano e Faena a Armani e Lamborghini, empreendimentos com marcas internacionais reposicionam o mercado imobiliário de alto padrão no país, atraindo investidores e famílias em busca de liquidez, valorização e um estilo de vida com assinatura.
FORA DO AR
WhatsApp fora do ar? Aplicativo apresenta instabilidade nesta quarta-feira (24). Problemas atingem aplicativo e versão WhatsApp Web; falhas começaram por volta das 9h12 e geraram mais de 700 notificações no DownDetector.
O Grupo Pão de Açúcar pode ter até R$ 17 bilhões em contas a pagar com processos judiciais e até imposto de renda, e valor não faz parte da recuperação extrajudicial da varejista
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