Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Juan Rey

Juan Rey

Jornalista pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio). Já trabalhou para o Money Times, Seu Dinheiro e Jornal da PUC, além de colaborar no UOL e Projeto #Colabora. Atualmente é Produtor de Conteúdo na Empiricus.

Macro Summit Brasil

‘Yield no Brasil e ações de tecnologia nos EUA’: para gestor, essa é a combinação vencedora para se ter na carteira de investimentos; entenda

José Rocha, da Dahlia Capital, e Mariana Dreux, da Itaú Asset, falaram sobre o cenário macroeconômico e seus investimentos preferidos para o momento no Macro Summit Brasil

Juan Rey
Juan Rey
17 de abril de 2024
16:00 - atualizado às 14:41
Mariana Dreux, da Itaú Asset, e José Rocha, da Dahlia Capital
Mariana Dreux, da Itaú Asset, e José Rocha, da Dahlia Capital - Imagem: Reprodução

"Uma carteira de yield no Brasil com tecnologia nos EUA é uma combinação vencedora em horizontes intermediários de tempo", defende o CIO da Dahlia Capital, José Rocha, no Macro Summit Brasil 2024.

Rocha integrou o terceiro painel do evento realizado pelo hub de conteúdos financeiros Market Makers, em parceria com os portais Money Times e Seu Dinheiro. Na ocasião, ele e Mariana Dreux, da Itaú Asset, debateram “O cenário macro e seus impactos nos preços".

Quando cita "yield no Brasil", o CIO explica que se refere a NTN-B (título do Tesouro Direto atrelado à inflação) e algumas ações da bolsa brasileira.

“NTN-B IPCA +6% é um negócio que chama muito a nossa atenção. E quando vai para a bolsa, tem uma série de ações que estão operando a IPCA + 12%, IPCA +13%, IPCA +14%. Isso é muito yield."

Dentre essas duas classes de ativos, Rocha vê mais atratividade na bolsa. Segundo ele, a alocação média do brasileiro em ações nacionais é a menor da história. Além disso, ele defende que, como foi no ano passado, os movimentos de alta ocorrem de maneira rápida e é importante estar posicionado. 

Para o gestor, o início ruim de ano negativo para a bolsa brasileira tem a ver com a escalada do yield dos Treasuries de 10 anos. “O Brasil é um player de yield. Quando os juros da principal economia abrem, é um vento contra aqui."

No entanto, ele acredita que, quando chegar perto do momento de o banco central norte-americano cortar os juros, as ações da B3 tendem a performar bem novamente.

“As pessoas superestimam o peso do cenário local no preço dos ativos. O que acontece em Brasília é importante? Claro que é. Porém o que acontece em particular na China e nos Estados Unidos acaba tendo um peso maior”, afirmou Rocha.

Além da combinação NTN-B e ações brasileiras, Rocha destaca que é fundamental ter empresas de tecnologia em um período que definiu como “revolução industrial da nossa geração."

“Para investir em tecnologia, tirando raríssimas exceções, tem de ser em ações norte-americanas. Então juntamos isso tudo lá na Dahlia para fazer a composição: yield no Brasil e tecnologia nos EUA."

LUIS STUHLBERGER, DANIEL GOLDBERG E MAIS: EBOOK GRATUITO RESUME PAINÉIS DO MACRO SUMMIT BRASIL

Gestora vê oportunidades no México e Reino Unido

A gestora Mariana Dreux, da Itaú Asset, também vê com bons olhos a compra de títulos atrelados à inflação no Brasil. No entanto, ela gosta de ativos com vencimento curto, “de 1 ou 2 anos”.

“Acho que no curto prazo, no horizonte de 1 a 2 anos, o juro real vai ser muito menor do que está aí. A gente gosta desse juro real curto, muito por conta da inflação. Mas na parte longa (da curva), achamos que tem pouco prêmio”.

Dentre os países emergentes, Dreux vê oportunidade de investimento no México. “O adiamento do ciclo nos EUA fez com que o México segurasse também. Mas é uma curva que tem poucos (cortes) precificados. A gente acha que, de uma forma geral, os inícios de ciclos de afrouxamento tendem a surpreender para uma queda mais rápida do que tem na curva. Lá, diferente do Brasil, estamos mais animados com o juro para baixo”.

Já em relação aos países desenvolvidos, Dreux aponta o Reino Unido como opção favorita de investimento. “Talvez deva começar a cortar juros um pouco antes do que o mercado espera”.

A gestora afirma não estar alocada em ações brasileiras, mas enxerga atratividade na bolsa norte-americana

“Crescimento forte, perspectiva de ajuste para um nível de juros menos restritivo, gostamos do fundamento. Mas temos um pouco de receio por conta do movimento do treasury de 10 anos recentemente. Taticamente não temos uma posição maior por conta disso”, explicou.

LUIS STUHLBERGER, DANIEL GOLDBERG E MAIS: EBOOK GRATUITO RESUME TESES DO MACRO SUMMIT BRASIL

‘Estamos mais pessimistas com a curva de juros aqui no Brasil’, afirma gestora

A gestora da Itaú Asset lembra que o mercado começou 2024 com uma expectativa muito forte pelo início do corte de juros nos EUA logo nos primeiros meses. No entanto, os dados, tanto de inflação quanto de emprego, frustraram as expectativas.

“O mercado acreditava que ia ser março, chegou a precificar mais de 170 pontos-base de corte para este ano nos EUA. Mas a gente viu um repique [da inflação] que deixou o Fed desconfortável, uma atividade econômica muito forte. Ao longo do ano, essa expectativa de corte não só foi jogada para frente, como a magnitude do possível corte de juro pelo Fed diminuiu”.

A gestora se mostra preocupada com a trajetória do yield do treasury de 10 anos nos EUA, que costuma direcionar os mercados ao redor do mundo. 

As taxas, inclusive, voltaram a subir desde os dados de inflação que saíram na última quinta-feira (11) e tem empurrado as bolsas globais para o negativo. 

É importante destacar que a conversa com os gestores ocorreu um dia antes do CPI, índice de preços ao consumidor dos EUA, ser divulgado.

“Temos ficado mais pessimistas com a curva de juros aqui. Tanto por conta do cenário externo mais desafiador quanto por essas revisões ininterruptas de atividade para cima que a gente faz pelo qualitativo da inflação”.

EBOOK GRATUITO RESUME TESES E RECOMENDAÇÕES DO MACRO SUMMIT BRASIL; ACESSE

Sequência de crises causaram onda inflacionária

José Rocha, da Dahlia, separa o cenário macroeconômico em “duas partes”. Uma cíclica e outra estrutural.

O gestor elenca uma série de eventos negativos que aconteceram nos últimos anos que causaram uma onda inflacionária e uma subida generalizada de juros ao redor do mundo.

“O que aconteceu no mundo entre 2022 e 2022 foi bizarro. Pandemia, que foi a pior crise dos últimos 100 anos. Depois, guerra com a superpotência nuclear da Europa, que fez o preço da comida e da energia subirem. E aqui no Brasil, a pior seca dos últimos 100 anos em 2021”.

No entanto, apesar de “três das dez pragas do Egito nos últimos anos”, como definiu, Rocha vê uma melhora considerável da economia.

“Não é uma linha reta de melhora, ainda tem algumas pontas soltas. Mas a inflação está mais baixa hoje do que era há 1 ano. O Brasil está com o menor desemprego dos últimos 15 anos. Mesmo o fiscal, que preocupa e tem que ser endereçado, os números deste ano vieram melhores que o esperado”, avaliou.

Apesar do curto prazo desafiador, Dahlia vê mundo deflacionário no longo prazo

Em um horizonte mais amplo de templo, com os efeitos dos últimos eventos negativos superados, Rocha vê uma combinação de fatores que tornam o mundo estruturalmente deflacionário.

“Essas razões passam por dívida alta, quando têm dívidas altas é difícil para os países, famílias e empresas. Também por demografia, é um mundo que está envelhecendo e sociedades que consomem menos, têm menos PIB. E tecnologia, que empurra esse negócio de uma forma muito poderosa para baixo. Isso não quer dizer que você não possa ter surtos cíclicos inflacionários”, afirma Rocha.

A tecnologia é um tema muito presente na tese defendida por Rocha. 

“A parte que a gente acha interessante sobre isso é que a inteligência artificial não é a causa, mas a consequência de um negócio maior que roda por trás dela, que é a Lei de Moore”.

Essa lei faz referência ao fundador da Intel, Gordon Moore. Em 1995, ele previu que a cada dois anos a velocidade de processamento dos computadores dobraria.

“Nos últimos 50 anos, essa previsão se mostrou correta. A cada 18 meses, mais ou menos, a velocidade de processamento dos computadores dobra. Isso talvez seja a coisa mais importante da nossa geração. Quando você vê, por exemplo, a Tesla, que é um carro que dirige sozinho, é uma aposta na Lei de Moore. Ou quando você vê drone fazendo entrega de pizza, o que acontece com a turma de entregadores? Isso tudo acaba sendo a implementação na vida real da Lei de Moore”.

Um outro efeito deflacionário poderoso no longo prazo pode vir da energia. Rocha lembra que, até 2022, o mundo tinha escassez energética, ocasionada em partes por uma agenda climática.

Com isso, avalia o gestor, houve pouco investimento em produção e exploração de petróleo. No entanto, ele avalia que a guerra entre Rússia e Ucrânia mudou essa questão.

“Quando a sociedade sofre, o pêndulo político começa a mudar e as políticas energéticas no mundo começaram uma lenta transição para um novo equilíbrio. Saiu de um mundo em que produtor de petróleo era demonizado para um mundo onde a Rússia continuou no mercado, o Irã voltou pro mercado, a Venezuela vai voltar pro mercado, a energia nuclear é considerada energia verde e a produção do petróleo dos Estados Unidos subiu 20%. Se tem um custo de energia razoavelmente controlado, tem menos inflação. Sai de escassez para a abundância energética”.

A gestora Mariana Dreux concorda com a tendência deflacionária do mundo. No entanto, ela acredita que esse tema estrutural deve ser adiado por conta dos dados de inflação e das economias e mercados de trabalho ainda fortes em todo o mundo.

EBOOK GRATUITO RESUME TESES E RECOMENDAÇÕES DO MACRO SUMMIT BRASIL; ACESSE

Receba os melhores momentos do Macro Summit em seu e-mail

A primeira edição do Macro Summit Brasil chegou ao fim na última quinta-feira (11). 

O evento online e gratuito teve três dias de duração e discutiu o cenário macro e as oportunidades de investimentos com figuras conhecidas que atuam em diferentes áreas do mercado.

Ao todo, foram 5 painéis e convidados de peso. Além da conversa entre José Rocha e Mariana Dreux, destrinchada nesta matéria, nomes como Luis Stuhlberger, Daniel Goldberg, Marcos Mendes e Marcos Troyjo também participaram do evento.

O intuito do Macro Summit foi apresentar aos investidores pessoa física como pensam grandes economistas e gestores, para auxiliar nas melhores decisões de investimentos.

Por isso, caso não tenha conseguido acompanhar o evento, não se preocupe. 

Colocamos os melhores momentos do Macro Summit em um ebook gratuito

São as opiniões mais relevantes e as recomendações de investimentos dos três dias de encontro reunidas em um só lugar.

Caso prefira assistir na íntegra, você também receberá as gravações dos 5 painéis em seu e-mail.

Para isso, basta clicar neste link ou no botão abaixo. É grátis!

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
SD Select

Empiricus atualiza carteira internacional com Nvidia (NVDC34), Netflix (NFLX34) e mais ações para investir em meio ao conflito no Oriente Médio

9 de abril de 2026 - 13:31

Alterações foram feitas com o objetivo de buscar “teses com melhor relação risco-retorno” ao considerar o cenário turbulento

SD Select

Onde investir em abril? Empiricus recomenda ação que caiu 7% em março; entenda o motivo

9 de abril de 2026 - 10:00

Recomendação faz parte da carteira Top Picks que reúne 10 ações; veja onde investir em abril

SD Select

BTG Pactual divulga carteira com 15 fundos imobiliários para investir em abril; confira

8 de abril de 2026 - 14:00

BTG Pactual atualiza sua carteira para abril e recomenda BTLG11, KNCR11, KNIP11 e mais 12 FIIs para investir agora

SD Select

Petrobras (PETR4), SLC Agrícola (SLCE3) e mais 6 ações para buscar dividendos em abril, segundo a Empiricus Research

8 de abril de 2026 - 12:00

Em meio a mercados pressionados pelo conflito no Oriente Médio, analistas da Empiricus trazem atualizações em sua seleção de ações para dividendos; confira destaques

SD Select

SD Select disponibiliza o ‘combo perfeito’ para você não errar na sua declaração de Imposto de Renda 2026; confira

7 de abril de 2026 - 12:00

No SD Select, a área de conteúdos exclusivos do Seu Dinheiro, você acessa assistente virtual, série de videoaulas e dois e‑books com tudo o que precisa saber para declarar o IR com autonomia e segurança

SD Select

Fim da viagem: Royal Caribbean Cruises (R1CL34) navega para fora e Coca-Cola (COCA34) embarca na carteira recomendada do BTG Pactual

5 de abril de 2026 - 8:00

BTG Pactual ajusta carteira de ações internacionais para abril e, além Coca-Cola, seleciona mais 14 ativos para investir agora; confira

SD Select

Small caps: Odontoprev (ODPV3) e mais 9 oportunidades para ter na carteira de abril, segundo o BTG Pactual 

4 de abril de 2026 - 9:00

O BTG Pactual realizou dois ajustes no portfólio de small caps para abril; veja as ações indicadas para o mês

SD Select

Dividendos: BTG Pactual dá tchau a Caixa Seguridade (CXSE3) e indica 12 ações para ter na carteira em abril

3 de abril de 2026 - 8:00

BTG Pactual inclui nomes ligados a commodities, habitação popular e infraestrutura em carteira de dividendos

SD Select

Petrobras (PETR4) e Embraer (EMBJ3) de volta: Veja as 10 ações para ter na carteira em abril, segundo BTG Pactual 

2 de abril de 2026 - 12:00

O BTG Pactual realizou ajustes estratégicos na carteira recomendada de ações para abril; confira

SD Select

Imposto de Renda: Quase 4 milhões de declarações ficaram retidas em 2025, dá para escapar da malha fina em 2026?

1 de abril de 2026 - 16:00

Neste ano, o Seu Dinheiro lançou uma ferramenta gratuita para os contribuintes ficarem longe de problemas com a Receita Federal; confira

SD Select

Imposto de Renda 2026: Seu Dinheiro disponibiliza série de vídeos que respondem às dúvidas mais comuns sobre IR

31 de março de 2026 - 16:00

Playlist no YouTube ajuda a entender todos os detalhes sobre o Imposto de Renda; confira

SD Select

Com juros elevados, inflação pressionada e incertezas fiscais, analista aponta estratégia que pode gerar ‘dividendos’

26 de março de 2026 - 18:30

Em relatório recente, Matheus Spiess, analista da Empiricus Research, aponta como o cenário macroeconômico atual pode abrir uma oportunidade de renda mensal; confira

SD Select

Imposto de Renda: Seu Dinheiro lança Jul.ia, assistente virtual que agiliza a sua declaração e ajuda a evitar problemas com a Receita Federal

26 de março de 2026 - 15:00

O Seu Dinheiro criou uma assistente virtual que te ajuda a ganhar autonomia e confiança na hora de declarar o seu Imposto de Renda; confira

Conteúdo SD Select

Commodities devem ter novo ciclo de alta mesmo se a guerra no Irã acabar; veja o que diz analista

24 de março de 2026 - 13:00

Conflito no Irã influencia alta de preços, mas o pano de fundo para um novo ciclo das commodities é mais amplo; Matheus Spiess, da Empiricus Research, vê potencial em ETF focado nesse setor

SD Select

Guerra, petróleo e inflação: O que está por trás de potencial superciclo das commodities e um ativo para se posicionar agora

19 de março de 2026 - 16:00

Em relatório gratuito, analista detalha ETF com exposição a commodities para quem busca lucrar com superciclo que pode estar à vista

Conteúdo SD Select

Sabesp (SBSP3) dá sequência de boas notícias ao mercado, mas outra estatal de saneamento ‘rouba a cena’ em carteira

18 de março de 2026 - 15:57

Analistas do BTG Pactual recomendam outra empresa de saneamento em carteira de small caps que sobe 6.686%; veja

Conteúdo SD Select

Petrobras (PETR4) atualiza valor de dividendos; vale a pena investir agora?

17 de março de 2026 - 10:59

Conheça as visões de analistas do BTG Pactual sobre a estatal; relatório para quem busca bons dividendos ainda inclui mais uma petrolífera

Conteúdo SD Select

‘Uma das maiores histórias de geração de valor da América Latina’: Veja a ação que entrou em carteira que sobe 6.686%

14 de março de 2026 - 14:00

O BTG Pactual lançou a atualização de março da sua carteira recomendada de small caps; conheça quem entrou, saiba os motivos e descubra quem saiu

SD Select

Alta do IPCA e petróleo em disparada testam principal ‘gatilho’ da bolsa brasileira neste ano 

14 de março de 2026 - 10:00

Corte na Selic é visto como o principal “gatilho” de alta da bolsa brasileira em 2026, mas surpresas negativas podem ser um obstáculo, segundo analista

Conteúdo SD Select

Adeus, Tesla (TSLA34): BTG inclui big tech com tese forte de inteligência artificial em carteira de BDRs

13 de março de 2026 - 16:00

A disrupção da picape Cybertruck ou a eficiência do novo iPhone 17? Para investir em BDRs, os analistas do BTG Pactual escolheram a Apple no lugar da Tesla; veja o motivo

Conteúdo SD Select

FIIs: BTG Pactual reduz peso de RBRR11 em carteira recomendada; entenda o por quê

13 de março de 2026 - 12:00

Carteira recomendada do banco acaba de passar por rebalanceamento, e o peso do RBRR11 no portfólio foi reduzido pela metade; veja mais detalhes

Conteúdo SD Select

De olho em Bradsaúde, BTG coloca OdontoPrev (ODPV3) em carteira de dividendos; entenda

12 de março de 2026 - 16:00

Novo conglomerado de saúde do Bradesco já recebe altas expectativas do mercado; analistas do BTG aproveitam para antecipar recomendação de investimento no grupo OdontoPrev (ODPV3) em sua carteira de dividendos

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar
Jul.ia
Jul.ia
Jul.ia

Olá, Eu sou a Jul.ia, Posso te ajudar com seu IR 2026?

FAÇA SUA PERGUNTA
Dúvidas sobre IR 2026?
FAÇA SUA PERGUNTA
Jul.ia
Jul.ia