O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
As regras receberam aval do parlamento da UE em meio a uma queda de braço com as maiores economias do bloco, que defendem a autorregulação do setor
Fotos do Papa usando um casaco de US$ 4 mil ou do ex-presidente dos EUA, Donald Trump, lutando contra policiais antes de ser preso causaram alvoroço. Na ocasião, muita gente ficou na dúvida sobre a veracidade das imagens — todas feitas por inteligência artificial (IA). Para evitar que informações falsas circulem livremente pelas redes sociais, a Europa deu um passo importante ao criar a primeira grande lei para reger a IA no mundo.
A Lei da IA da União Europeia (UE) nasceu em 2021, mas só agora recebeu o aval do parlamento do bloco. A legislação basicamente divide a tecnologia em categorias de risco, que vão desde “inaceitável” — o que levaria à proibição da tecnologia — até perigo alto, médio e baixo.
A expectativa é de que o regulamento se torne definitivo em maio, depois de passar pelas verificações finais e de receber a aprovação do Conselho Europeu. A implementação será escalonada a partir de 2025.
A aprovação da legislação que vai reger a inteligência artificial enfrentou uma verdadeira queda de braço entre a UE e os países que fazem parte do bloco.
Alguns governos defendiam a autorregulação em vez de restrições impostas pelo governo — a preocupação era de que uma regulamentação sufocante pudesse criar obstáculos ao progresso da Europa para competir com empresas chinesas e norte-americanas de tecnologia.
Entre os detratores estavam as maiores economias do bloco — Alemanha e França — que abrigam algumas das mais promissoras startups de IA do Velho Continente.
Leia Também
As autoridades europeias, no entanto, temem a possibilidade de deepfakes — formas de inteligência artificial que geram eventos falsos, incluindo fotos e vídeos — serem implementadas na preparação para uma série de eleições importantes ao redor do mundo neste ano.
Alemães e franceses puderam respirar um pouco mais aliviados na semana passada, quando a UE colocou em vigor uma legislação de concorrência histórica destinada a controlar as gigantes dos EUA.
Ao abrigo da Lei dos Mercados Digitais, o bloco europeu pode reprimir as práticas anticoncorrenciais das grandes empresas tecnológicas e forçá-las a abrir serviços em setores nos quais a posição dominante sufoque rivais menores e reprima a liberdade de escolha dos consumidores.
Seis empresas — os titãs norte-americanos Alphabet, Amazon, Apple, Meta, Microsoft e a chinesa ByteDance — foram alertadas pelos chamados guardiões.
As preocupações têm aumentado sobre o potencial de abuso da inteligência artificial, mesmo enquanto grandes players como Microsoft, Amazon, Google e a fabricante de chips Nvidia são verdadeiros cantos da sereia para investimentos em inteligência artificial.
*Com informações da CNBC
No interior da China, um homem decidiu morar dentro de uma montanha ao escavá-la por completo, criando uma casa sustentável integrada à produção agrícola
Um levantamento da CBRE mostra a capital paulista no top 5 entre os maiores mercados do mundo em residências de luxo associadas a marcas
Cálculos do JP Morgan mostram que cerca de US$ 25 bilhões poderiam entrar na bolsa brasileira vindos lá de fora
Medida dos Estados Unidos barra novos vistos de imigrantes para o Brasil e outras 74 nações sob o argumento de evitar custos ao contribuinte americano
Número 1 do Brasil, João Fonseca estreia no Australian Open 2026 diante do norte-americano Eliot Spizzirri; partida acontece às 22h40, no horário de Brasília
A China domina o segmento dos minérios indispensáveis para fazer de smartphones até mísseis inteligentes, mas o Brasil ocupa o segundo lugar e pode se beneficiar com o “degelo” nas relações com os EUA
Após ameaça de tarifas de até 25% feita por Donald Trump, União Europeia avalia acionar instrumento de anticoerção econômica que pode atingir empresas e investimentos dos EUA
Relatório da Oxfam mostra que bilionários acumularam US$ 2,5 trilhões em um único ano, enquanto pobreza estagna e fome avança
Até então, o Inter operava nos EUA por meio da subsidiária Inter Payments e pela Inter US Holdings; BTG e Nubank também miraram o mercado norte-americano
Os estrategistas do BofA selecionaram quatro setores que podem se beneficiar da inteligência artificial sem a exposição direta às empresas de tecnologia
Declarações de Trump sobre a Groenlândia levantam dúvidas sobre os limites da defesa coletiva da OTAN quando a ameaça parte de um país-membro da própria aliança
O primeiro lugar do pódio com o maior potencial de retorno, segundo o banco, também é o primeiro no quesito volatilidade
Fundo projeta um crescimento de cerca de 4,5% para este ano e destaca desceleração expressiva da inflação em 2025; mas norte-americanos alertam para possibilidade de calote
Com sol escasso no inverno, dias intermináveis no verão e uma população menor que a de muitas cidades brasileiras, a Groenlândia saiu do isolamento e entrou no centro da geopolítica global
A dona da Bloomingdale’s deve ser uma das poucas a se beneficiar com a entrada na rival no Chapter 11 — e os números mostram que ela está pronta para essa oportunidade
Premiação que “celebra” os tropeços do cinema inclui nomes brasileiros na lista de indicados e mostra como sucesso e decepção caminham lado a lado
Suspensão de vistos atinge 75 países e inclui 23 seleções classificadas ou na repescagem da Copa do Mundo, que será disputada nos Estados Unidos, Canadá e México
Medida do governo Trump entra em vigor em 21 de janeiro, atinge 75 países e faz parte de uma revisão nos critérios de triagem e concessão de vistos pelos Estados Unidos
No total, Brasil e mais 74 países são alvo do endurecimento da política anti-imigração de Trump, que já revogou o recorde de mais de 100 mil vistos desde que voltou à Casa Branca, em janeiro do ano passado
Bairros populares de Basileia desafiam estereótipos ao combinar renda mais baixa, serviços públicos eficientes, alto IDH e qualidade de vida acima da média global