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Com o aumento da demanda por carros automáticos, as caixas mecânicas de câmbio ficam restritas a veículos de entrada, comerciais ou de nicho

Eles já foram maioria. De alguns anos para cá, no entanto, perderam espaço para o conforto e a praticidade. Estamos falando do câmbio manual, sistema de transmissão dos carros que requer trocas sincronizadas com o pedal de embreagem por meio de uma alavanca de marchas.
Hoje, chegam a 70% os modelos zero-km vendidos no Brasil equipados com o câmbio automático, nome genérico para um sistema que troca as marchas sozinho, seja por um sistema automático, automatizado ou de variação contínua (CVT).
Para a maioria dos usuários, basta não precisar se preocupar com as trocas para fazer das viagens, principalmente no trânsito, mais prazerosas.
Ainda há quem prefira trocar as marchas. Nesse caso, por duas condições: por economia ou por gosto.
Na primeira opção, porque a transmissão manual ainda é oferecida nos modelos de entrada, cujos custos (ainda) são menores.
À medida que ganham escala, o sistema automático pode baixar de preço e reverter a situação: passarem a ser mais baratos que os manuais. É uma questão de tempo.
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Por uma condição curiosa, isso não acontece ainda: não há nenhum fabricante de câmbio automático instalado no Brasil.
Já na segunda opção, preferir a caixa manual por gosto de trocar as marchas, a escolha muitas vezes custa até mais, por equipar versões mais caras, esportivas ou especiais e é geralmente a escolhida por entusiastas que não abrem mão de ter um maior controle sobre o veículo.
Hoje há linhas inteiras de portfólio de carros apenas com oferta de câmbio automático, caso da maioria dos SUVs, picapes e sedãs.
A eletrificação também coloca os automáticos nas tendências, embora o sistema nos modelos 100% elétricos seja diferente. Existe o câmbio, mas ele só serve para a troca da marcha drive para a ré.
Diferentemente dos modelos a combustão, os EVs tracionam com o motor diretamente ligado ao diferencial, com torque imediato.
Num carro a gasolina, por exemplo, a evolução das marchas determina sua aceleração e velocidade.
Apesar da evolução dos automáticos, principalmente o CVT, o consumo dos modelos manuais em geral continua menor. A economia no combustível chega a ser de 15 a 20%.
Isso porque, no automático, o sistema espera o motor subir o giro para realizar as trocas de marcha.
Em um sistema manual, bons motoristas conseguem antecipar a mudança em giros mais baixos, melhorando a eficiência.
Hoje, vários modelos com câmbio manual possuem indicação no painel de quando é preciso trocar a marcha.
A transmissão manual e o pedal da embreagem estão presentes em 66 versões, espalhadas entre modelos de entrada com motor aspirado e veículos utilitários.
Os carros listados abaixo são os poucos que restam com o câmbio manual. Se você gosta, aproveite enquanto é tempo.
E será que viram mico? Não necessariamente. Mas podem demorar mais para vender, porque o câmbio automático tornou-se a preferência hoje.
Os preços foram levantados em 2 de setembro de 2024.









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