🔴 ONDE INVESTIR EM MARÇO: ESPECIALISTAS TRAZEM INSIGHTS SOBRE MACRO, AÇÕES, RENDA FIXA, FIIS E CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Micaela Santos

Micaela Santos

É repórter do Seu Dinheiro. Formada pela Universidade São Judas Tadeu (USJT), já passou pela Época Negócios e Canal Meio.

É CULPA DO DÓLAR?

Os vilões da Intelbras (INTB3): por que as ações da companhia caem na B3 mesmo com lucro maior no 3T24?

Empresa catarinense teve expansão na receita em todos os segmentos, mas resultados vieram abaixo das expectativas; saiba o que fazer com as ações INTB3

Micaela Santos
Micaela Santos
29 de outubro de 2024
16:32 - atualizado às 19:19
Intelbras
Imagem: Divulgação

Quem acompanhou a divulgação dos principais resultados do terceiro trimestre da Intelbras (INTB3) pode ter ficado confuso com a queda dos papéis na B3 nesta terça-feira (29).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Afinal, a empresa catarinense que atua na fabricação de soluções de tecnologia e segurança para negócios e residências registrou forte crescimento no período, com expansão da receita em todos os segmentos de atuação. 

No entanto, por volta das 16h27, os papéis da Intelbras caíam 3,96% na B3, a R$ 19,67. No mesmo horário, o Ibovespa, principal índice da B3, caía 0,32%, aos 130.792,37 pontos. As ações da Intelbras fecharam em queda de 3,32%, a R$ 19,80.

Apesar da receita maior, o balanço do 3T24 da Intelbras contou com um vilão: o dólar. Junto com o custo do frete, a alta da moeda norte-americana pressionou as margens da companhia no período.

Os destaques do balanço da Intelbras

A receita da Intelbras acelerou 33% na comparação com o mesmo período do ano passado, para R$ 1,2 bilhão. Já o lucro líquido no terceiro trimestre foi de R$ 129 milhões, uma alta de 12% na comparação anual. O EBITDA foi de R$ 151 milhões, alta anual de 17%.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A expansão da receita foi forte em todos os segmentos, com destaque para energia, que foi beneficiada pelo alto volume de projetos para geradores de energia solar com preços mais baixos. Segurança cresceu 27%, enquanto comunicação teve uma alta de 38%.

Leia Também

Margem bruta pressionada: o ‘copo meio vazio’ da Intelbras 

Em análise divulgada nesta terça-feira, Larissa Quaresma, analista de ações da Empiricus, afirma que a margem bruta da Intelbras no 3T24 foi pressionada em todos os segmentos. 

A margem bruta mede a porção das receitas de vendas que sobra após a empresa cobrir o custo direto dos produtos que vende.

No caso da Intelbras, a manutenção do dólar em um patamar elevado ao longo do trimestre, assim como os fretes mais caros em razão da seca no país, penalizaram a rentabilidade da companhia, especialmente nas divisões de segurança e comunicação. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“Como consequência, a margem EBITDA foi pressionada em 2 p.p. na mesma visão – a diluição das despesas foi insuficiente para compensar a pressão de margem bruta”.  

Os analistas do Santander também mencionaram a deterioração das margens como fator negativo no balanço, apesar da receita líquida acima das estimativas do banco.

O Santander acredita na tese de investimento de longo prazo nas ações INTB3, já que os papéis da companhia estão sendo negociados a um valuation atrativo, segundo o banco. 

Por outro lado, a questão das margens pode levantar alguns pontos de interrogação entre os investidores e impedir que as ações sejam reclassificadas no curtíssimo prazo. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Enquanto isso, o JP Morgan avaliou os resultados da Intelbras como fracos e abaixo das previsões do banco. Os analistas mencionaram justamente a pressão de custos mais altos e despesas que reduziram as margens e impactaram negativamente o EBITDA ajustado.

Para o JP Morgan, nem a recuperação das receitas foi suficiente para compensar o aumento acelerado dos custos, já que os lucros também ficaram abaixo das estimativas do banco. 

Para analistas, pressões são só uma fase

Na análise do BTG Pactual, os principais fatores que contribuíram para a queda na rentabilidade — custos logísticos e desvalorização da moeda — são pressões temporárias, e não estruturais.

Os analistas observaram que as margens de setembro foram as mais robustas do período. Esse, na visão dos analistas, é um sinal promissor de que o mercado pode esperar uma recuperação nas margens até o quarto trimestre, à medida que esses fatores transitórios diminuem.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Essa também é a visão da Empiricus, mas para o ano que vem. “Passada a temporada de seca e com os reajustes de preço promovidos pela companhia para repassar o dólar maior, podemos ver alguma recuperação da rentabilidade da Intelbras em 2025.”

O Itaú BBA considerou os resultados mistos, mas ponderou que a melhoria gradual da rentabilidade mensal durante o trimestre e a redução gradual dos investimentos em estoque ainda trazem uma perspectiva positiva para a companhia no próximo trimestre. 

“Esperamos que os investidores se concentrem na evolução dessa tendência de melhora no 4T24”, afirma o BBA, em relatório. 

O que fazer com as ações INTB3?

Apesar da decepção com a rentabilidade no trimestre, os analistas reiteraram recomendação de compra para as ações INTB3, que em 2024 acumulam desvalorização de 5,57%. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A Empiricus, por exemplo, ainda enxerga uma relação risco-retorno positiva para as ações da Intelbras, para qual a casa de análise mantém a recomendação de compra.

O Santander também mantém recomendação equivalente a compra para os papéis, com preço-alvo de R$ 29 para 2025 — o que representa um potencial de alta de 42% sobre o fechamento anterior. 

O BTG Pactual também recomenda a compra de INTB3. O preço-alvo do BTG é de R$ 38, o que indica um potencial de valorização de 86% para as ações da Intelbras em 2025 em relação ao preço do fechamento anterior. 

Por fim, o Itaú BBA tem recomendação outperform para as ações INTB3, equivalente a compra. O preço-alvo é de 26%, o que indica um potencial de valorização de 27%.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
QUEM TEM CORAGEM?

Vai apostar contra a Petrobras (PETR4)? CEO diz que é melhor não. Ações da estatal chegam a subir 6% — e não é só pelo petróleo

6 de março de 2026 - 12:33

O Brent cotado acima de US$ 90 o barril ajuda no avanço dos papéis da companhia, mas o desempenho financeiro do quarto trimestre de 2025 agrada o mercado, que se debruça sobre o resultado

TROCA DE LIDERANÇA

Fundador da Oncoclínicas (ONCO3) deixa o comando após crise financeira e pressão do mercado. Quem assume como CEO agora?

6 de março de 2026 - 12:02

Bruno Ferrari renuncia ao cargo de CEO; empresa afirma que mudança abre caminho para uma nova fase de reestruturação

OS ÚLTIMOS CAPÍTULO DA NOVELA

Oi (OIBR3): venda do principal ativo da empresa ‘flopa’, enquanto falta de pagamento causa corte no rating da empresa

6 de março de 2026 - 11:30

Venda da fatia na V.tal recebe proposta abaixo do valor mínimo e vai à análise de credores; Fitch Ratings rebaixa a Oi por atraso no pagamento de juros

INJEÇÃO BILIONÁRIA

Cheque bilionário à vista: Simpar (SIMH3), Movida (MOVI3) e Vamos (VAMO3) podem levantar mais de R$ 3 bilhões

6 de março de 2026 - 9:32

Pacote envolve três companhias do grupo e conta com apoio da controladora e da BNDESPar; veja os detalhes

ENTENDA A OPERAÇÃO

Cosan (CSAN3) pede registro para IPO da Compass, em meio à crise na Raízen (RAIZ4)

6 de março de 2026 - 8:47

Pedido de registro envolve oferta secundária de ações da Compass e surge em meio à pressão financeira enfrentada pela Raízen

RESULTADOS FINANCEIROS

Petrobras (PETR4) reverte prejuízo no 4T25 com lucro de R$ 15,6 bilhões e anuncia R$ 8,1 bilhões em dividendos

5 de março de 2026 - 21:15

O consenso de mercado compilado pela Bloomberg apontava para lucro líquido de R$ 16,935 bilhões no período; já as estimativas de proventos eram de R$ 6,7 bilhões

REBAIXADA

Raízen (RAIZ4): S&P corta rating e mantém perspectiva negativa em meio a dúvidas sobre a dívida

5 de março de 2026 - 17:45

A decisão ocorre após a empresa informar que avalia um plano de reestruturação financeira, que inclui uma injeção de R$ 4 bilhões

BLOQUEIO INÉDITO

Fictor na mira: Justiça bloqueia bens de sócios e vê sinais de fraude contra investidores

5 de março de 2026 - 17:21

Decisão mira patrimônio pessoal dos envolvidos enquanto credores tentam recuperar parte de bilhões captados pelo grupo

DESTAQUES DA BOLSA

Pressão no retrovisor: Localiza (RENT3) cai forte na B3 após UBS BB reduzir recomendação; culpa pode ser da “segunda onda” de carros chineses

5 de março de 2026 - 17:04

Banco vê risco de depreciação mais forte da frota com nova enxurrada de carros chineses e diz que espaço para surpresas positivas diminuiu; veja a visão dos analistas

DANDO UM GÁS NAS AÇÕES

Por que a Ultrapar (UGPA3) está subindo na bolsa mesmo após queda no lucro?

5 de março de 2026 - 15:06

Empresa teve queda expressiva nos lucros líquidos, quando comparados ao ano anterior, porém o contexto da queda e outros dados foram vistos com bons olhos pelo mercado; confira

NO RADAR DO CADE

Azul (AZUL53) colocou o carro na frente dos bois em negócio com a American Airlines? Entenda a denúncia de possível ‘gun jumping’

5 de março de 2026 - 15:01

O caso envolve um investimento que integra o plano de capitalização da companhia aérea após sua recuperação judicial nos Estados Unidos (Chapter 11)

SUBIU DEMAIS?

É o fim da linha para a Vale (VALE3)? XP diz que rali das ações está com os dias contados

5 de março de 2026 - 14:33

Os papéis da mineradora subiram cerca de 80% nos últimos 12 meses, impulsionadas principalmente por fluxos estrangeiros para mercados emergentes, pela valorização de metais e pelo crescente interesse dos investidores em ativos ligados ao cobre

TECNOLOGIA NO CENTRO

A revanche dos bancões: como Itaú, Bradesco, Banco do Brasil e Santander reagiram à invasão das fintechs — e por que agora a ‘guerra’ é outra

5 de março de 2026 - 14:01

Depois de anos correndo atrás de players digitais, os grandes bancos reconstruíram sua infraestrutura tecnológica, apostaram em inteligência artificial e agora brigam pelo verdadeiro troféu da guerra digital: a principalidade

OPORTUNIDADE

Nova empresa, novos ganhos: Bradsaúde tem potencial de alta de 35% e está com desconto de 70% em relação à principal rival, diz BTG

5 de março de 2026 - 11:07

O banco aumentou o preço alvo para as ações da OdontoPrev, que será rebatizada de Bradsaúde, de R$ 13 para R$ 18, um potencial de alta de 35%

BENEFÍCIOS DE ELITE?

Luxo acessível? Revolut promete 120% do CDI, IOF zero e cartão premium para além da alta renda

5 de março de 2026 - 10:33

Fintech concorrente do Nubank amplia oferta de crédito, lança plano Ultra e aposta em luxo acessível para conquistar o dia a dia dos brasileiros

DINHEIRO À VISTA?

Uma nova solução: Raízen (RAIZ4) avalia aporte de R$ 4 bilhões e reestruturação da dívida; Shell entra com maior valor

5 de março de 2026 - 9:45

Para que essas negociações ocorram de maneira segura, a Raízen quer assegurar um ambiente ordenado e buscar uma solução consensual, que poderá ser implementada por meio de Recuperação Extrajudicial, caso necessário

PRÉVIA DOS RESULTADOS

Vem mais dividendo por aí? Após produção recorde da Petrobras (PETR4), analistas revelam o que esperar do balanço do 4T25

5 de março de 2026 - 6:01

A estatal divulga os números dos últimos três meses do ano após o fechamento dos mercados desta quinta-feira (5); especialistas revisam as expectativas diante de um cenário menos favorável para o petróleo em 2025

CORRIDA ALÉM DAS EXPECTATIVAS

Ações da Vulcabras (VULC3), dona da Olympikus e Mizuno, sobem após resultados do 4T25 superarem expectativas; veja se é hora de comprar

4 de março de 2026 - 16:30

Entre analistas, a leitura dos resultados é positiva, mesmo com a queda no lucro. Além da marca própria Olympikus, a companhia representa no Brasil a japonesa Mizuno e a americana Under Armour

QUEM SOFRE É A CERVEJA

Sinal de ressaca? Ambev (ABEV3) anuncia possível pressão em despesas e custos diante da volatilidade do dólar; entenda

4 de março de 2026 - 16:00

Alumínio, que é uma das matérias-primas da Ambev, também pode ficar mais caro em decorrência do conflito no Oriente Médio; empresa já vinha lidando com ambiente adverso

FEBRE DAS CANETAS

RD Saúde (RADL3) tem lucro abaixo do esperado no 4T25, mas ‘efeito Ozempic’ impulsiona ações

4 de março de 2026 - 14:58

Com 10% da receita vindo de medicamentos como Ozempic e Wegovy, RD Saúde mostra que o peso das canetas emagrecedoras já impacta o balanço

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar