🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Camille Lima

Camille Lima

Repórter de bancos e empresas no Seu Dinheiro. Jornalista formada pela Universidade Municipal de São Caetano do Sul (USCS), em 2025 foi eleita como uma das 50 jornalistas mais admiradas da imprensa de Economia, Negócios e Finanças do Brasil. Já passou pela redação do TradeMap.

FOCO NO ESSENCIAL

Copel (CPLE6) vende fatia na Compagas por R$ 906 milhões — e abre caminho para dividendos extraordinários no futuro

A transação é considerada peça fundamental do plano de desinvestimento em ativos considerados não estratégicos e de simplificação das participações em outros negócios

Camille Lima
Camille Lima
11 de julho de 2024
9:43 - atualizado às 12:11
Funcionários da Copel
Funcionários da Copel - Imagem: Divulgação

A Copel (CPLE6) deu um novo passo na missão de simplificar o portfólio e se desfazer de ativos considerados não estratégicos. A companhia paranaense de energia vai embolsar R$ 906 milhões com a venda do controle da Compagas

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A empresa anunciou na noite da última quarta-feira (10) a venda de sua participação de 51% no capital social total e votante da empresa para a Compass Dois, subsidiária da Compass Gás e Energia.

A Copel deve receber o montante (equity value) em parcelas, com correção definida em contrato. Cerca de 40% da cifra deve ser depositada pela Compass Dois até o fechamento da operação.

Já outra parcela de 30% será paga até 31 de dezembro de 2025. Por sua vez, o pagamento dos 30% restantes está programado para ser feito até 31 de dezembro de 2026. 

Segundo o comunicado, a data-base da transação é 31 de dezembro de 2023. Na época, a dívida líquida total da Compagas somava R$ 182,8 milhões. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Vale lembrar que a Compagas é a concessionária responsável pela distribuição de gás natural canalizado no Estado do Paraná, com concessão com vigência até o ano de 2054. 

Leia Também

Por que a Copel (CPLE6) vendeu a Compagas

O negócio faz parte da estratégia da Copel (CPLE6) de “arrumar a casa” e direcionar os esforços de alocação de capital para o “coração do negócio”: o segmento de distribuição de energia.

A transação ainda é considerada peça fundamental no plano de desinvestimento em ativos considerados não estratégicos e de simplificação das participações da companhia em outros negócios.

Além disso, a operação abre caminho para novos investimentos ou dividendos extraordinários, de acordo com o CEO Daniel Slaviero.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

É importante destacar que a conclusão do negócio ainda está condicionada ao não exercício do direito de preferência dos atuais acionistas, além do cumprimento de condições como a aprovação dos órgãos reguladores. 

A Copel atualmente recebe assessoria financeira exclusivamente da XP Investimentos, além de ter o escritório Stocche Forbes Advogados como assessor legal na operação.

  • E-BOOK LIBERADO: o Seu Dinheiro consultou especialistas do mercado financeiro para descobrir onde estão as melhores oportunidades de investimento para o 2º semestre de 2024; baixe aqui

O que dizem os analistas

Na avaliação do Itaú BBA, a venda da Compagas é positiva para a Copel (CPLE6), uma vez que “ressalta a capacidade da empresa de entregar seu plano de desinvestimento em termos atrativos, desbloqueando mais valor para os acionistas e potencialmente rendendo dividendos mais altos”.

Segundo os analistas, o negócio foi fechado a um múltiplo implícito de 2,2 vezes a relação valor de firma sobre a base de ativos regulatórios (EV/RAB).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A cifra supera as estimativas do banco, de 1,4 vez EV/RAB, e ainda está muito acima dos múltiplos vistos em recentes fusões e aquisições (M&As) recentes anunciadas no segmento de distribuição de gás natural. 

O Itaú BBA manteve a recomendação de outperform — equivalente a compra — para a ação CPLE6, com um preço-alvo de R$ 13,3 para o fim de 2024, implicando em um potencial de valorização de 33% em relação ao último fechamento.

Nas contas do banco, a ação da Copel atualmente está negociada a um valuation “muito atrativo”, com uma taxa interna de retorno (TIR) de 12,1%.

Além disso, os analistas avaliam que a companhia paranaense de energia possui riscos de execução relativamente baixos e potenciais gatilhos de curto prazo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Nas contas do BTG Pactual, a transação pode aumentar os dividendos da Copel de R$ 880 milhões para R$ 1,108 bilhão neste ano, considerando um payout de 50% de ganho de capital, o que representaria um aumento no dividend yield de 2024 de 3% para 3,7%. 

Já se a Copel optar por distribuir 100% do ganho de capital, o dividend yield de 2024 poderia chegar a 4,5%. 

Além disso, se o fechamento da operação acontecer ainda neste ano, a Copel poderá usar os créditos fiscais gerados com o acordo judicial fechado em janeiro com o FIP IEER, de pagamento de R$ 672 milhões, para compensar os impostos sobre o ganho de capital.

Isso resultaria em um retorno com dividendos potencial de 5,3% em 2024, no caso de um payout de 100% do ganho de capital.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
DANO AMBIENTAL

Vale (VALE3): Justiça suspende mina após vazamento de sedimentos em MG, mas bloqueios de R$ 2,85 bilhões foram suspensos

10 de fevereiro de 2026 - 11:00

A decisão foi motivada pelo vazamento de água e sedimentos que atingiu cursos d’água e áreas industriais da região há algumas semanas.

LITHIUM OPEN AIR

Explosão de powerbank em aviões: por que equipamentos eletrônicos como baterias portáteis e até um MacBook específico têm regras para ir aos céus; veja a lista do que pode e não pode

10 de fevereiro de 2026 - 10:36

A Anac define regras específicas para as baterias de lítio, que são comuns em celulares, notebooks e powerbanks

DANÇA DAS CADEIRAS

Mais uma troca no alto escalão: Gafisa (GFSA3) anuncia novo presidente do conselho; veja quem assume agora

10 de fevereiro de 2026 - 10:17

Saída de Mariana de Oliveira se soma às mudanças na diretoria executiva da construtora; entenda o movimento

APETITE RENOVADO

Antes do IPO, Aegea garante cheque de R$ 1,2 bilhão da Itaúsa e GIC — e se prepara para disputa pela Copasa

10 de fevereiro de 2026 - 9:36

Aumento de capital acontece enquanto mercado anseia por IPO e empresa avalia novos ativos de saneamento

LADEIRA ABAIXO

Fitch corta nota de crédito da Raízen (RAIZ4) pela segunda vez no mesmo dia; rating passou de B para CCC

9 de fevereiro de 2026 - 20:09

Agora, Fitch, S&P Global e Moody’s — as três principais agências de rating — rebaixaram a companhia para nível especulativo

ANOTE NA AGENDA

Dividendos ou JCP? Itaúsa (ITSA4) anuncia calendário de pagamentos de proventos em 2026; confira as datas e os valores

9 de fevereiro de 2026 - 19:56

Segundo a companhia, esses pagamentos serão realizados a título de antecipação do dividendo obrigatório do exercício de 2026

PREPAREM OS BOLSOS

BB Seguridade (BBSE3) vai distribuir quase R$ 5 bilhões em dividendos após lucro recorde em 2025

9 de fevereiro de 2026 - 19:40

Na prática, cada papel BBSE3 vai receber R$ 2,54996501627 por ação, valor que será corrigido pela taxa Selic desde 31 de dezembro de 2025 até a data do pagamento

DEPOIS DA CRISE

O problema não é a vitrine, é o caixa: BTG Pactual entra no debate do FGC após crise do Banco Master

9 de fevereiro de 2026 - 19:03

Para o maior banco de investimentos do país, o problema não está na distribuição — mas no uso excessivo do FGC como motor de crescimento

SOB PRESSÃO

S&P Global tira grau de investimento da Raízen (RAIZ4) e alerta para risco crescente de calote em meio a dívida alta e queima de caixa

9 de fevereiro de 2026 - 18:40

Mudança veio após a Raízen contratar assessores financeiros e legais para estudar saídas para o endividamento crescente e a falta de caixa; Fitch também cortou recomendação da companhia

BRB EM QUEDA

Mercado reage a plano de recomposição de capital e ações do BRB (BSLI4) chegam a cair 20%

9 de fevereiro de 2026 - 18:13

Banco de Brasília apresentou na sexta (6) o plano para capitalizar a instituição após perdas com ativos do Banco Master; veja o que explica a queda da ação nesta segunda (9)

SINAL DE ALERTA

O que os dividendos da Petrobras (PETR4) têm a ver com a cautela de analistas e investidores em relação à estatal

9 de fevereiro de 2026 - 18:01

O BTG Pactual vê fundos ainda subalocados no papel, retorno esperado mais modesto e poucas razões para aumentar a aposta no curto prazo

DIFÍCIL DE RECLAMAR?

O novo normal do BTG Pactual: o que o CEO prevê por trás do guidance de rentabilidade — e quais as alavancas de crescimento para 2026

9 de fevereiro de 2026 - 17:47

Resultado do quarto trimestre fecha uma sequência de trimestres recordes e reforça a mensagem do banco: a rentabilidade elevada veio para ficar

SOB INVESTIGAÇÃO

De caneta milagrosa a perigo para a saúde: mortes por pancreatite colocam canetas emagrecedoras na mira da Anvisa

9 de fevereiro de 2026 - 17:20

Além das mortes, cerca de 200 casos de problemas no pâncreas estão sendo investigados pela agência

NO INFERNO ASTRAL

Endividada, Raízen (RAIZ4) perde grau de investimento da Fitch, com corte na nota de crédito

9 de fevereiro de 2026 - 16:05

A Fitch estima que a companhia tenha cerca de R$ 10,5 bilhões em dívidas com vencimento nos próximos 18 meses, o que amplia o risco de refinanciamento

DEGRAU OU TETO?

Rentabilidade do Bradesco (BBDC4) deve ‘emperrar’ em 17%, abaixo dos rivais, aposta JP Morgan

9 de fevereiro de 2026 - 13:20

ROE do banco avança, mas analistas alertam para um “teto” que pode travar novas altas das ações BBDC4 na bolsa

PROCURA-SE AJUDA

Com ação valendo menos de R$ 1, Raízen (RAIZ4) busca assessores para sair do sufoco das dívidas

9 de fevereiro de 2026 - 11:27

A produtora de etanol enfrenta alto endividamento, com a dívida líquida atingindo R$ 53,4 bilhões no segundo trimestre da safra 2025/26, e busca alternativas para sair do sufoco

NO RADAR DO MERCADO

Banco Pine (PINE4) acelera, entrega ROE de 36% e passa a flertar com oferta de ações milionária na B3

9 de fevereiro de 2026 - 10:34

Depois de um balanço forte no 4T25, o banco avalia captar recursos na B3; entenda os planos do Pine

AGORA VAI?

A CSN (CSNA3) quer vender até R$ 18 bilhões em ativos — quais as chances de o plano de desalavancagem finalmente sair do papel

9 de fevereiro de 2026 - 6:32

Pressão financeira, plano mais detalhado e menos espaço para recuos explicam por que analistas veem maior chance de execução agora

RESULTADO

BTG Pactual (BPAC11) bate novo recorde de lucro e deixa os rivais para trás na corrida da rentabilidade no 4T25

9 de fevereiro de 2026 - 5:19

O banco fechou o quarto trimestre de 2025 com um lucro líquido ajustado recorde de R$ 4,59 bilhões. Veja os destaques do balanço

UM NOVO REVÉS

Nelson Tanure perde ações da Light (LIGT3) e da Alliança (AARL3) para credores; entenda o que aconteceu

8 de fevereiro de 2026 - 18:10

O montante da dívida em jogo é estimado em R$ 1,2 bilhão, tendo como credores nomes como BTG Pactual, Prisma, Farallon e Santander

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar