🔴 [NO AR] ESPECIALIZAÇÃO EXECUTIVA EM IA: 3 AULAS GRATUITAS – ASSISTA AGORA

Conteúdos exclusivos da Empiricus

Parceria Seu Dinheiro e Empiricus:

Salve suas matérias favoritas do Seu Dinheiro criando uma conta gratuita na Empiricus.

E tem mais: ao criar sua conta gratuita, você ganha acesso a um universo de conteúdos que vai muito além das notícias.

Relatórios, cursos, podcasts, newsletters e estratégias de investimento para transformar informação em melhores decisões.

CONTAS PÚBLICAS

Vitória bilionária: STF autoriza Executivo a alterar alíquota de créditos do Reintegra — e  livra governo de impacto de quase R$ 50 bilhões

O resíduo tributário é formado por impostos pagos ao longo da cadeia produtiva, como matéria-prima e materiais de embalagem

Sede do Supremo Tribunal Federal (STF)
Sede do Supremo Tribunal Federal (STF) - Imagem: Shutterstock

O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu, por 7 a 2, validar norma que dá ao Executivo o poder de alterar a alíquota para apuração de créditos do Reintegra, programa federal que devolve parte dos resíduos tributários acumulados na cadeia de exportação.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A alíquota poderá ser mudada no intervalo entre 0,1% e 3% e tem um impacto estimado, em caso de derrota, de R$ 49,9 bilhões para as contas públicas, segundo a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2024.

Vale relembrar que a Constituição proíbe a tributação de produtos destinados ao mercado externo. O objetivo é evitar a dupla tributação, já que os bens sofrem incidência de impostos nos países de destino, e estimular a competitividade dos produtos brasileiros no exterior.

O resíduo tributário é formado por impostos pagos ao longo da cadeia produtiva, como matéria-prima e materiais de embalagem, que não foram compensados por meio de créditos.

O relator, Gilmar Mendes, e os ministros Luís Roberto Barroso, Alexandre de Moraes, Dias Toffoli, Flávio Dino, Cristiano Zanin e André Mendonça votaram a favor da União.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Já os ministros Luiz Fux e Edson Fachin foram favoráveis ao contribuinte. A ministra Cármen Lúcia não participou do julgamento porque está no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e Kássio Nunes Marques estava em consulta médica.

Leia Também

LISTA DA FORBES

Sócio de Lemann perde posições, família Moreira Salles ganha espaço e ‘Rei do Ovo’ estreia no Top 10 dos bilionários brasileiros da Forbes; veja a lista

A FORTUNA DO REI

Morre o rei da Noruega: fortuna deixada por Harald V surpreende diante da riqueza trilionária do país

Voto decisivo no STF para alteração da proposta

Gilmar, que proferiu o voto vencedor, entendeu que o Reintegra não pode ser equiparado às imunidades que a Constituição confere à exportação.

Para o ministro do STF, a natureza jurídica do programa é de subvenção econômica para incentivo à indústria nacional, por isso, a alíquota para apuração dos créditos pode ser reduzida por ato do Executivo.

"É claro que, do ponto de vista ideal, haveria uma reintegração total do resíduo tributário remanescente na cadeia produtiva. Mas, diante da escassez de recursos públicos, integra-se aquilo que é possível do ponto de vista de política macroeconômica, não podendo esta Suprema Corte se imiscuir na função de definir esta política", afirmou o relator.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O ministro Luiz Fux destacou que há uma majoração tributária que vai influenciar no preço da exportação e contradizer compromissos do Brasil em tratados internacionais. "Essa modificação do Reintegra pode trazer prejuízos à economia nacional decorrentes da perda de competitividade do produto nacional do mercado externo", afirmou.

Indústria brasileira não é “irrelevante”

Barroso destacou que não é "irrelevante" a importância da indústria no Brasil. "Nos últimos tempos, houve uma decadência da industrialização e do PIB no Brasil. Portanto, é impossível exagerar a importância que a indústria desempenha. O que faz a economia crescer efetivamente é a indústria", afirmou.

O Instituto Aço Brasil e a Confederação Nacional da Indústria (CNI) contestam normas que estabelecem a variabilidade da alíquota e que permitem a alteração por meio de decreto presidencial, ainda que dentro do patamar legal.

Para o setor, as alíquotas devem ser fixadas no máximo de 3%, sem variação.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

*Com informações do Estadão Conteúdo

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Logo da marca Apple em uma fachada de prédio 27 de agosto de 2026 - 11:44
Tesoura rosa corta a Selic, taxa básica de juros 27 de agosto de 2026 - 10:53
Pix 27 de agosto de 2026 - 9:59
Loterias batem na trave. Imagem mostra bilhetes da Lotofácil, da Quina, da +Milionária, da Dupla Sena, da Lotomania e da Super Sete saindo de dentro de uma bola de futebol. 27 de agosto de 2026 - 6:52
Imagem com a bandeira do Brasil ao fundo e um gráfico vermelho com números e uma seta apontando para baixo representando a queda do ibovespa 26 de agosto de 2026 - 19:53
market makers thiago salomão mercado financeiro mba 26 de agosto de 2026 - 19:33
26 de agosto de 2026 - 15:30
Rio Nilo Egito 26 de agosto de 2026 - 12:04
brasil 26 de agosto de 2026 - 9:00
Fachada da Oncoclínicas (ONCO3). 26 de agosto de 2026 - 8:53
biciletas elétricas bike 25 de agosto de 2026 - 18:00
eclipse lunar lua fenômeno (3) 25 de agosto de 2026 - 17:30
canetas emagrecedoras anvisa (1) ID da foto:2243791302 25 de agosto de 2026 - 16:30
Lotomania fez as vezes da Lotofácil como 'máquina de milionários'. 25 de agosto de 2026 - 14:45
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar