“Se o Banco Central não fizer nada com a Selic agora, pode perder a credibilidade irreversivelmente”, diz ex-BC
“Eu tenho quase certeza que o Banco Central terá que subir a Selic”. Para Reinaldo Le Grazie, ex-diretor do BC e CEO da Panamby Capital, a taxa básica de juros deve fechar 2024 no patamar dos 12% ao ano. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Ele conversou com nossa equipe na edição mais […]

“Eu tenho quase certeza que o Banco Central terá que subir a Selic”. Para Reinaldo Le Grazie, ex-diretor do BC e CEO da Panamby Capital, a taxa básica de juros deve fechar 2024 no patamar dos 12% ao ano.
Ele conversou com nossa equipe na edição mais recente do podcast Touros e Ursos para analisar a condução da política monetária pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do BC e explica por que acredita que novas altas de 50 pontos na Selic serão necessárias nas próximas reuniões da autoridade monetária.
Aliás, Le Grazie deixa claro: nem mesmo o provável corte de juros nos EUA já em setembro seria capaz de conter a alta da Selic aqui no mesmo mês. Você pode conferir o papo completo no vídeo logo abaixo:
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VEJA TAMBÉM — O último ato: o que esperar da reta final de Campos Neto no comando do BC e qual deve ser o destino da Selic
Em outro episódio do podcast Touros e Ursos, nossa equipe fala sobre os momentos finais de Campos Neto no comando do Banco Central. O papo é com Gustavo Cruz, estrategista-chefe da RB Investimentos.
Há cerca de um ano, o mercado esperava ávido pelo início dos cortes na Selic pelo Banco Central.
Quando os cortes começaram o mercado sonhava com os juros na casa de um dígito e o futuro para o mercado de capitais brasileiros era promissor.
Mal sabíamos que cerca de um ano após o início das ‘tesouradas’, estaríamos falando em novas altas na Selic — sim, plural. Para Cruz isso coloca dúvidas sobre o trabalho de Campos Neto na condução da política monetária.
Entenda o cenário no episódio logo abaixo e não deixe de se inscrever no nosso canal do YouTube.
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