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O co-CEO foi condenado por colaborar com as fraudes que levaram a empresa de criptomoedas FTX à falência; Salame vinha tentando adiar a prisão devido a ferimentos causados por mordida de cachorro

Os profissionais que atuam com recrutamento de trabalhadores costumam aconselhar o uso do LinkedIn para conquistar uma vaga de emprego. A dica geralmente é aproveitar o máximo de oportunidades para movimentar o perfil na rede social – e o co-CEO da falida empresa FTX levou a indicação ao pé da letra.
O ex-executivo Ryan Salame anunciou em seu perfil do LinkedIn que tem um novo cargo: presidiário na penitenciária Federal Correctional Institution (FCI), em Cumberland.
Ele foi condenado a uma pena de 7 anos e meio em maio deste ano, ao se declarar culpado por lavagem de dinheiro e doações ilegais para políticos em nome de Sam Bankman-Fried.
A confissão aconteceu ainda em setembro de 2023, durante julgamento da fraude financeira que causou o colapso da FTX, uma das maiores exchanges de criptomoedas do mundo na época.
Desde a decisão da justiça norte-americana, o co-CEO vem tentando adiar o cumprimento da pena.
A defesa de Salame solicitou a prorrogação da prisão para 7 de dezembro e usou como justificativa ferimentos causados por uma mordida de cachorro que ocorreu em junho.
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No entanto, o pedido não foi aceito. O ex-executivo inicia o cumprimento da pena a partir desta sexta-feira (11).
O anúncio da prisão no LinkedIn de Salame já possui mais de mil comentários. Internautas chegaram a brincar com o nome da rede social: “LockedIn”, afirmou um usuário da plataforma.
Até 11 de novembro de 2022, Ryan Salame desfrutava de uma vida luxuosa, promovida pelo sucesso da FTX, empresa de criptomoedas em que ocupava o cargo de co-CEO um uma subsidiária nas Bahamas.
Porém, com o anúncio de pedido de recuperação judicial da exchange naquela sexta-feira, o executivo passou a ser alvo das investigações que comprovaram o roubo de bilhões dos clientes da FTX.
Enquanto o fundador Sam Bankman-Fried (conhecido como SBF), foi condenado pelos crimes de fraude e conspiração, Salame foi condenado por violar leis de financiamento de campanhas políticas e por operar os negócios sem licença.
Na época, as contribuições de Salame eram contabilizadas como empréstimos da empresa Alameda Research, companhia-irmã da FTX.
Vale lembrar que os valores roubados dos clientes da corredora eram utilizados para cobrir perdas da Alameda Research.
Depois de SBF, Salame foi o primeiro executivo ligado às corretoras de criptomoedas a ser condenado pelo esquema de fraude.
Durante o julgamento, a defesa do co-CEO chegou a pedir uma pena de um ano e seis meses. Os advogados afirmaram que Salame ocupava um “degrau mais baixo” no esquema.
Porém, além da pena de 7 anos e meio, ele também foi condenado a pagar US$ 6 milhões em confisco e US$ 5 milhões em restituição.
*Com informações do The News York Times, Quartz e CoinDesk
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