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Renault, Toyota e marca chinesa estão entre as que devem colocar novos modelos de SUVs nas lojas brasileiras neste ano; saiba mais sobre os lançamentos
O ano de 2024 começa com muita expectativa para a indústria automotiva após a publicação da Medida Provisória 1.205, que institui o Programa Mobilidade Verde e Inovação ou Mover.
O programa prevê uma nova fase de incentivos ao setor até 2028 em troca de investimentos em descarbonização e em pesquisa e desenvolvimento da indústria.
A concretização da reforma tributária, melhores condições de crédito e decisões econômicas, como a retomada da cobrança do imposto de importação para veículos eletrificados, são outras ações que afetam diretamente o mercado.
Ainda assim, montadoras e importadoras devem promover mais de 40 lançamentos no Brasil neste ano, em todos os segmentos.
Elétricos e híbridos continuam em ascensão, assim como as carrocerias dos SUVs, que se multiplicam nos portfólios das marcas. Ainda assim, há novos sedãs e até uma station wagon esportiva a caminho.
O mercado também verá a chegada de novas marcas, não por acaso chinesas, que trazem novidades eletrificadas e prometem concorrer em alto nível.
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E uma coisa é certa: os carros estão ficando cada vez mais sofisticados e caros. Os modelos mais acessíveis continuam à venda, mas em menor volume e nem tão populares assim. Para 2024 nenhum modelo dessa categoria tem previsão de lançamento ou renovação.
O Seu Dinheiro vai publicar uma série com os principais lançamentos previstos para o ano de 2024, entre novos SUVs, picapes e eletrificados.
Nesta primeira reportagem, você fica com seis modelos SUV com preços "acessíveis" que devem chegar às ruas ao longo deste ano.

O esperado SUV compacto chega com duas missões: aposentar a era Dacia (marca romena do grupo, que passou a ser a base dos veículos vendidos aqui, tirando de linha Sandero e Logan), e inaugurar o novo motor 1.0 da Renault.
Produzido em São José dos Pinhais (PR), tem previsão para chegar às lojas em março. O Kardian, de 4,12 m de comprimento em inédita plataforma, vai brigar com Chevrolet Tracker, Fiat Pulse e Volkswagen Nivus, embora a Renault não tenha dado mais detalhes de versões e preços.
Sob o capô, oferece um também inédito motor de 3 cilindros 1.0 turbo flex de 125 cv com injeção direta e câmbio automatizado de seis marchas com dupla embreagem
O interior da versão topo de linha é caprichado: multimídia de 8”, quadro de instrumentos digital de 7” e freio de estacionamento elétrico.
O entreeixos de 2,60 m, maior que o do Sandero, promete bom espaço interno, enquanto o porta-malas acomoda 410 litros, maior que o de outros SUVs concorrentes.
Mais um modelo derivado da plataforma CMP, o inédito SUV cupê da Citroën encerra a trilogia prometida nesta fase de renovação da marca (depois de C3 e C3 Aircross), agora comandada pelo grupo Stellantis.
A ideia é ter preço mais competitivo que VW Nivus e Fiat Fastback. O novo Citroën, com produção em Porto Real (RJ), vai adotar motores já amplamente utilizados pelo grupo, como o 1.3 aspirado.
Uma unidade totalmente camuflada foi flagrada pela reportagem na primeira semana de janeiro em uma estrada paulista. O que indica que seu lançamento deve ficar mesmo para o segundo semestre.
O SUV compacto-médio é uma carta na manga da marca chinesa depois do sucesso da linha H6. Ainda não houve confirmação oficial, mas seus executivos já deram pistas da intenção de produzir o H4, que tem a mesma plataforma da família H6, todos com fabricação em Iracemápolis, interior de São Paulo.
O porte do SUV está mais próximo de um Jeep Compass, lembrando que a marca vai focar em produtos acima dessa faixa de preço. Sob o capô, a ideia é adotar o mesmo conjunto híbrido do H6 HEV (1.5 turbo e um motor elétrico que combinados entregam 243 cv de potência).
Se o H4 for a primeira opção da marca, deve chegar em maio. Se a GWM preferir nacionalizar a linha H6, o SUV menor ficará para o segundo semestre.

Sem mudanças desde 2015, está mais do que na hora do crossover (mistura de station wagon e SUV) da Peugeot ganhar uma renovação. Pelo menos na América do Sul, porque na Europa o novo 2008 já foi lançado. Resta saber o quanto da versão europeia o novo modelo herdará.
O 2008 deixará a planta fluminense e passará a ter produção na Argentina, na mesma fábrica do Peugeot 208 e também sobre a moderna plataforma CMP.
Entre as opções de motor, o grupo Stellantis pode adotar o 1.0 turbo de 130 cv, compatível aos concorrentes (Volkswagen T-Cross, Chevrolet Tracker e Hyundai Creta).
O lançamento deve ocorrer no segundo trimestre deste ano. A nova geração do elétrico e-2008, por sua vez, continuará vindo da Europa.
As marcas asiáticas são boas em guardar “segredos” da imprensa. Há tempos, o mercado espera a chegada de um SUV menor que o Corolla Cross, o que recentemente foi confirmado pelo presidente da marca, Rafael Chang, mas sem maiores detalhes.
O executivo apenas se limitou a dizer que está programado para sair da linha de produção de Sorocaba (SP) em dezembro. O mais provável é que o novo SUV seja inspirado no Yaris Cross, baseado no modelo asiático.
Por causa da data de produção, a apresentação do modelo pode ocorrer em dezembro. Mas a chegada às lojas deve ocorrer apenas no início de 2025.
O SUV compacto de 4,30 metros, terá entre as opções de motorização, o híbrido flex já utilizado no sedã e no SUV médio (e que deve receber melhorias para ganhar mais potência e torque).

Quem trafega pela rodovia Carvalho Pinto (SP-70), próxima de Taubaté, interior de São Paulo, já pode ter visto nos últimos meses algumas unidades do Volkswagen T-Cross rodando com disfarces na dianteira e traseira da carroceria.
Embora seja produzido em São José dos Pinhais (PR), o SUV passa por testes nessa região. A camuflagem “zebrada” esconde as possíveis mudanças, baseadas no modelo europeu, em para-choques, grade, faróis e lanternas, além de um upgrade interno.
A montadora deve manter os atuais motores 1.0 e 1.4 turbo. A novidade é esperada para chegar às lojas neste primeiro semestre.
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