Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Julia Wiltgen

Julia Wiltgen

Jornalista formada pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) com pós-graduação em Finanças Corporativas e Investment Banking pela Fundação Instituto de Administração (FIA). Trabalhou com produção de reportagem na TV Globo e foi editora de finanças pessoais de Exame.com, na Editora Abril. Hoje é editora-chefe do Seu Dinheiro.

NÃO TÃO BEM NA FOTO

Brasil só deve crescer 1,7% ao ano na próxima década, mostra estudo de Ray Dalio; país tem andado de lado ou piorado nos últimos anos

Projeção é a menor dentre todos os países emergentes do levantamento, mas ao menos desconsidera commodites; indicadores sociais e econômicos avaliados mostram pouca evolução do Brasil nos últimos 20 anos

Julia Wiltgen
Julia Wiltgen
11 de setembro de 2024
6:16 - atualizado às 10:56
Ray Dalio, gestor da Bridgewater
O megainvestidor Ray Dalio, diretor de investimentos da gestora Bridgewater. - Imagem: Bridgewater Associates / Reprodução

Recentemente, o megainvestidor Ray Dalio, diretor de investimentos da gestora global americana Bridgewater, passou a avaliar a força e o poder relativos dos principais países do mundo, tanto do ponto de vista econômico quanto geopolítico, com base em uma série de indicadores macroeconômicos, além de dados de saúde e bem-estar das suas respectivas populações.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A edição 2024 do Índice The Great Powers (As Grandes Potências, em tradução livre) analisa 35 países e ranqueia 23 deles e a Zona do Euro segundo esses critérios, além de trazer uma projeção para o crescimento econômico dessas nações nos próximos dez anos.

E o Brasil não aparece nada bem na foto, embora, em alguns indicadores, não tão mal quanto se poderia imaginar. Você pode acessar o estudo completo aqui.

No ranking geral de Força – liderado por Estados Unidos, China e Zona do Euro, mas com a Argentina na lanterna –, o Brasil aparece na 16ª posição de 24 países e regiões.

  • Você está preparado para ajustar sua carteira em setembro? Apuramos as principais recomendações dos analistas da Empiricus no novo episódio do “Onde Investir”; confira aqui

Já o crescimento real (acima da inflação) estimado para a economia brasileira pelos próximos 10 anos é de apenas 1,7% ao ano, o pior percentual entre os países emergentes que integram o estudo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"Com base nas últimas leituras dos indicadores-chave, o Brasil parece ser uma potência modesta (no terço do meio dos países que ranqueamos), numa trajetória flat [andando de lado]. (...) a principal força do Brasil é a riqueza dos seus recursos naturais. Suas fraquezas são sua fraca posição relativa em educação, sua má leitura sobre inovação e tecnologia, sua relativa insignificância para o comércio global, sua corrupção e estado de direito inconsistente, sua infraestrutura pobre e baixo investimento e sua alocação relativamente fraca de trabalho e capital", avalia Dalio, no relatório da Bridgewater.

Leia Também

Índice Great Powers 2024 - Ranking de Força

País/regiãoMedidor de ForçaMedidor de Força per capitaMedidor de saúdeMedidor de felicidade
Estados Unidos0,890,711,330,98
China0,800,301,271,20
Zona do Euro0,560,432,150,88
Alemanha0,380,542,060,85
Japão0,330,402,420,56
Coreia do Sul0,320,542,30-0,16
Índia0,300,07-1,41-0,55
Reino Unido0,290,462,291,65
França0,270,452,190,98
Rússia0,260,280,040,00
Cingapura0,240,892,450,48
Austrália0,230,562,271,27
Turquia0,210,280,66-0,06
Canadá0,210,502,211,21
Suíça0,190,662,341,30
Brasil0,180,140,291,06
Países Baixos0,170,552,131,50
Indonésia0,170,13-0,361,58
Itália0,170,312,220,83
Espanha0,170,342,310,76
Arábia Saudita0,150,451,140,54
México0,140,150,041,41
África do Sul0,100,12-1,730,13
Argentina0,070,140,880,94
O medidor de Força é um índice que varia de zero a 1 (quanto maior, maior a potência). Os medidores de felicidade e saúde são Z scores (quanto maior, melhor).
Fonte: The Great Powers Index: 2024

Brasil leva nota baixa em quase todas as 8 medidas de poder de Ray Dalio

Para o medidor de Força, os países são avaliados segundo oito medidas de poder: competitividade, produção econômica, poder militar, status de moeda de reserva, centro financeiro, inovação e tecnologia, comércio e educação. De todas elas, o Brasil só é considerado forte em competitividade, sendo relativamente fraco em todas as outras.

Além disso, na maioria delas, o país andou de lado nos últimos 20 anos, segundo o levantamento. Só houve melhora em matéria de competitividade e comércio.

Nos últimos três anos, no entanto, houve melhora em competitividade, centro financeiro, comércio e educação, porém com piora em produção econômica e inovação e tecnologia.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Os pontos fracos do Brasil

O relatório destaca a fraca posição relativa do Brasil em inovação e tecnologia, comércio global e educação.

No primeiro ponto, os destaques negativos ficam por conta das pequenas parcelas globais de pedidos de patentes (menos de 1%), de investimento em pesquisa e desenvolvimento (2%) e de pesquisadores (2%).

No segundo ponto, o destaque negativo fica por conta do fato de que o Brasil é responsável por apenas 2% das exportações globais.

Já no quesito educação, são destaques negativos a pequena parcela dos diplomas de graduação (3%) e de doutorado (2%) do mundo, os poucos anos de estudo (9,4 anos em média, contra 11,7 dos principais países) e a nota baixa no PISA, exame internacional que avalia os conhecimentos dos alunos de 15 anos de idade (média de 397 contra 479 nos principais países).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Indicadores de bem-estar são destaque positivo

Em relação aos indicadores de bem-estar da população, contudo, o Brasil até que não se sai tão mal. O índice de felicidade (que mede o percentual de pessoas que se declaram felizes e outros indicadores de satisfação, como baixas taxas de suicídio) é relativamente elevado, e o de saúde (que mede fatores como expectativa de vida, exposição à poluição e taxas de homicídio) é relativamente neutro.

É interessante comparar os indicadores do Brasil com os dos demais integrantes do ranking. Há países mais e menos felizes que o Brasil tanto entre os desenvolvidos quanto os emergentes, e tanto entre aqueles com maior índice de Força quanto aqueles com menor índice.

Por exemplo, o medidor de felicidade do Brasil é mais alto que o dos Estados Unidos (0,98), país com o maior medidor de Força, mas o medidor de felicidade americano também é elevado.

Já o da China, segundo país no ranking de Força, é mais alto que os do Brasil e dos EUA (1,20). Já o medidor de felicidade do Japão, quinto no ranking de Força, é de apenas 0,56, e o da Coreia do Sul, sexto lugar, é negativo (-0,16).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Quanto aos medidores de saúde, embora os de EUA e China sejam elevados (1,33 e 1,27), os indicadores verdadeiramente altos estão nos demais países desenvolvidos – os europeus, Canadá, Austrália, Japão, Coreia e Cingapura, onde passam de 2,00.

Além disso, não necessariamente um maior nível de saúde se traduz em maior felicidade. O medidor de saúde da Indonésia, por exemplo, é negativo (-0,36), mas o de felicidade supera o do Brasil (1,58).

Posição desfavorável nos ciclos econômico e financeiro

Ray Dalio analisa também o que ele chama de Grandes Ciclos de cada país: posição econômica/financeira (o que inclui medidas do peso do endividamento e do crescimento esperado para os próximos dez anos); ordem interna (o que inclui medidas de desigualdade social e conflitos internos); e ordem externa.

"Para o Brasil, os grandes ciclos parecem um tanto desfavoráveis, embora tenhamos uma leitura limitada", diz o relatório. Isso porque os dados confiáveis relativos a ordem interna para o país são insuficientes.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O estudo considera a posição do Brasil moderadamente desfavorável nos seus ciclos econômico e financeiro, com um peso da dívida moderadamente alto e crescimento real relativamente baixo esperado para os próximos dez anos (1,7% ao ano). Todos esses fatores, aliás, apresentaram piora, tanto nos últimos 20 quanto nos últimos três anos.

O relatório destaca que o crescimento econômico real do Brasil esteve acima das perspectivas de Ray Dalio nos últimos três anos, mas que o desempenho do mercado de ações foi substancialmente inferior à média do resto do mundo.

Em relação à dívida, os níveis são considerados modestos tanto em nível governamental quanto empresarial, enquanto o endividamento das famílias é considerado baixo, tudo isso em relação aos demais países do estudo.

O fato de que a maior parte desta dívida está em moeda local é destacado como um ponto positivo, pois mitiga os riscos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Nível de desigualdade social no país ainda é elevado

A desigualdade social, considerando patrimônio e renda, é alta em comparação a países com níveis similares de renda per capita, embora tenha apresentado melhora nos últimos 20 anos, segundo o estudo.

O 1% mais rico no Brasil captura 20% da renda (quinta maior fatia entre os principais países) e detém 48% da riqueza/patrimônio (segunda maior fatia entre os principais países).

Já os 10% mais ricos no Brasil capturam 58% da renda (terceira maior fatia entre os principais países) e detêm 79% da riqueza/patrimônio (segunda maior fatia entre os principais países).

"Nas últimas décadas, a renda dos 10% mais ricos cresceu 3%, enquanto a dos 60% mais pobres cresceu 6%. O crescimento relativamente baixo da renda para os 60% mais pobres aumenta os riscos de desigualdade.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

OS MELHORES INVESTIMENTOS PARA SETEMBRO: carteira de ações, cripto, FIIs, dividendos

As perspectivas econômicas para os próximos 10 anos

Sem apresentar indicadores similares aos de países desenvolvidos, o Brasil deve ter um crescimento de país rico nos próximos dez anos, algo nada positivo para um país emergente. A perspectiva de Dalio é de que a economia brasileira cresça apenas 1,7% ao ano em termos reais na próxima década.

Trata-se do pior crescimento entre os países emergentes abordados no estudo e também entre as 18 principais economias emergentes do planeta. Dos 35 países analisados no estudo, este nível de crescimento aparece na 21ª posição, diz o relatório.

O estudo frisa, no entanto, que sua estimativa de crescimento para o Brasil considera apenas a parte da economia não voltada para commodities, pois a análise – para todos os países – desconsidera choques externos, como os de commodities, os políticos, os desastres naturais ou as guerras.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Porém, as exportações de commodities pelo Brasil são relevantes para a economia, perfazendo cerca de 9% do Produto Interno Bruto (PIB), nota o relatório.

Crescimento econômico real esperado para os próximos 10 anos (anualizado)

País/regiãoCrescimento totalCrescimento per capita
Índia6,30%5,30%
Indonésia5,50%4,80%
Arábia Saudita4,60%3,00%
China4,00%4,30%
Turquia4,00%3,60%
Rússia2,90%3,10%
África do Sul2,90%1,90%
Cingapura2,60%2,80%
México2,50%1,70%
Austrália2,10%1,50%
Argentina2,00%1,20%
Coreia do Sul1,80%3,00%
Brasil1,70%1,60%
Estados Unidos1,40%1,20%
Reino Unido1,30%0,90%
Japão1,20%1,90%
Canadá1,20%0,90%
Países Baixos1,20%1,40%
França0,90%1,00%
Espanha0,30%1,00%
Zona do Euro0,20%0,90%
Suíça0,20%0,50%
Alemanha-0,50%0,60%
Itália-0,50%0,60%
Fonte: The Great Powers Index: 2024

Crescimento per capita, no entanto, está em linha com a média global

O crescimento real esperado per capita no Brasil, no entanto, está em 1,6% ao ano, em linha com a média global, destaca o estudo.

Este medidor é influenciado pela produtividade e pelo endividamento, sendo que ambas as métricas para o Brasil devem apresentar uma performance próxima à média dos principais países na próxima década, espera Dalio.

Para o gestor da Bridgewater, as maiores fraquezas relativas do Brasil para o seu crescimento são sua política monetária, geralmente apertada, e seu endividamento e níveis de serviço da dívida, que embora não estejam comparativamente mal posicionados, tendem a ser neutros quanto ao impacto para o crescimento econômico futuro (não atrapalham, mas também não ajudam).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
  • LEIA TAMBÉM: SD Select entrevista analista e libera carteira gratuita de ações americanas pra você buscar lucros dolarizados em 2024. Clique aqui e acesse.

Já as maiores forças relativas são o valor gerado pelos trabalhadores em relação aos níveis de educação e os níveis de investimento.

Isso porque, embora os índices educacionais no Brasil sejam baixos, como já vimos, o custo dos trabalhadores brasileiros também é relativamente baixo. Além disso, os níveis de poupança e investimento podem ser considerados elevados, se levada em conta a baixa renda per capita.

"Investimento no Brasil é mais produtivo do que em outros países com níveis similares de desenvolvimento econômico", diz o relatório, que ranqueia o Brasil como quinto melhor país emergente neste quesito.

Assim, o Brasil aparece em nona posição dos 35 países analisados no ranking de "quanto você paga por quanto você leva", que relaciona o custo da mão de obra, o nível de educação do trabalhador e o nível de investimento.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Aspectos culturais de fato atrapalham o crescimento brasileiro

O estudo de Ray Dalio leva em conta, por fim, o papel que a cultura de um país tem em determinar seu crescimento. Isso porque os aspectos culturais influenciam as decisões que as pessoas tomam sobre fatores como poupança, horas de trabalho semanais, atitude em relação ao trabalho, além de níveis de eficiência e confiabilidade.

Segundo o relatório, a cultura brasileira contribui para o crescimento do país nos próximos anos de uma forma muito mais negativa que a média. Nesse quesito, o país aparece ranqueado em 32º lugar entre os 35 países avaliados.

No quesito "autossuficiência", o estudo classifica o Brasil com uma nota baixa, considerando que os trabalhadores brasileiros têm ética de trabalho fraca (levando em conta indicadores como horas trabalhadas, idade de aposentadoria e férias); que o nível de apoio do governo é alto (com elevados gastos do governo com a força de trabalho e transferências de renda) e que o mercado de trabalho é moderadamente rígido.

"O Brasil também parece preferir o usufruto à conquista – novamente, sua ética de trabalho é relativamente fraca, e pesquisas sugerem que a população não valoriza a realização e a conquista", diz o estudo, referindo-se a objetivos ligados ao trabalho.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O investimento em inovação em relação à renda do país está na média, e o resultado desse investimento em matéria de invenções e lucros, é baixo, diz o relatório.

Por fim, o Brasil tem elevada burocracia em relação à renda, níveis de corrupção na média, mas estado de direito fraco, de acordo com as medidas internacionais utilizadas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
BC JOGA NO TEMPO

Por que o BC pisou no freio? “Gordura” da Selic vira trunfo em meio à turbulência global e permite “ganhar tempo”, diz Galípolo

30 de março de 2026 - 13:05

Em evento, Gabriel Galípolo afirma que novos choques externos não mudaram a trajetória da política monetária; veja o que ele disse

O RECADO DO MERCADO

Inflação dá sinal de alerta no Focus: mercado piora projeções para alta dos preços e reforça juros altos por mais tempo

30 de março de 2026 - 9:03

Economistas ajustam expectativas para os próximos anos e reforçam cenário de desinflação mais lenta; veja estimativas no relatório desta semana

FICOU NO VÁCUO

Mega desprestigiada? Dupla de Páscoa, +Milionária e mais 4 modalidades começam a semana com prêmios maiores que o da Mega-Sena

30 de março de 2026 - 7:52

Mega-Sena acaba de sair pela terceira vez em março e fica longe do pódio dos maiores prêmios das loterias da Caixa. Dupla de Páscoa lidera pela segunda semana seguida, mas posição tem data de validade.

O COELHINHO ENGORDOU

Caixa anuncia aumento de 14,3% no prêmio da Dupla de Páscoa; veja quanto vai ser sorteado no feriado prolongado

30 de março de 2026 - 6:44

Sorteio da Dupla de Páscoa de 2026 está marcado para o próximo sábado, dia 4 de abril. A estimativa original de prêmio era de R$ 35 milhões. Agora o valor aumentou.

CERTEZA DA INCERTEZA

Fim da linha para a queda da Selic? As perspectivas para os juros no Brasil com a guerra e a eleição pela frente

30 de março de 2026 - 6:04

Na Europa e nos EUA já se fala em aumento dos juros devido aos riscos inflacionários; economistas respondem se Brasil corre esse risco também

ALÉM DO PETRÓLEO

Cenário de estresse global muda o jogo para a inflação e a Selic: veja o que pode acontecer com os juros, segundo o Inter

29 de março de 2026 - 17:09

Segundo o banco, o aumento do petróleo traz pressão não só para o preço dos combustíveis e deve se espalhar por alimentos e bens industriais

COMBUSTÍVEL MAIS CARO

Alckmin espera fim de guerra em 60 dias e admite prorrogar subsídio ao diesel, com petróleo acima dos US$ 100

29 de março de 2026 - 14:40

Alckmin disse que o governo tem dialogado com os estados, mas que não pode obrigá-los a reduzir o ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) sobre o diesel importado

CONTA MAIS CARA EM ANO ELEITORAL?

Para atenuar alta na conta de luz, governo pode conceder crédito de R$ 7 bilhões a distribuidoras de energia elétrica

29 de março de 2026 - 11:07

No início deste mês, por exemplo, houve reajuste médio de 15,46% para as tarifas da Enel Rio de Janeiro. Para a alta tensão, como grandes indústrias, a elevação foi de 19,94%

TÃO DOCE E TÃO SALGADO

Páscoa sem chocolate? Como a escassez de cacau vai influenciar um dos feriados mais esperados pela criançada

29 de março de 2026 - 10:22

Com a commodity disparando mais de 400%, fabricantes reformulam produtos e levam consumidores a buscar alternativas aos tradicionais ovos de chocolate

SEM ACORDO

Após 30 dias de guerra, Irã fecha o cerco no Estreito de Ormuz

29 de março de 2026 - 9:57

Teerã adotou medidas para gerenciar o tráfego na via marítima, visando impedir que “agressores e seus parceiros” utilizem o canal para fins militares contra o território iraniano

AS MAIS LIDAS DO SD

Dividendos extraordinários da Vale (VALE3), o susto de Raízen (RAIZ4) e Pão de Açúcar (PCAR3) e a febre das loterias: confira o que bombou na semana

28 de março de 2026 - 15:31

O ranking das mais lidas do Seu Dinheiro traz as projeções do BTG para os dividendos da Vale, o alerta sobre a onda de recuperações judiciais e a sorte grande nas loterias da Caixa

DISPARADA DO PETRÓLEO

Combustíveis mais caros, lucro 37% maior: quem está ganhando com a guerra?

27 de março de 2026 - 18:45

Enquanto diesel e gasolina ficam mais caros, fatia de distribuidoras e postos engorda; PF investiga preços abusivos

O PESO DA GUERRA

Selic mais alta no radar? Santander revisa projeções de inflação com disparada do petróleo

27 de março de 2026 - 17:32

Banco eleva projeções de inflação após alta do petróleo e alerta para impactos no real, taxa de juros e economia brasileira

FUSO HORÁRIO COMPLICADO

Esquece o feriado! Por que seu chefe dificilmente vai te dar uma folga nos dias de jogo do Brasil na Copa do Mundo de 2026

27 de março de 2026 - 14:03

Mesmo com toda a animação que cerca o evento, dias de jogo do Brasil na Copa do Mundo não são considerados feriado nem ponto facultativo

A HISTÓRIA SE REPETE

Lotofácil 3646 paga prêmio milionário no meio da selva (de pedra); Mega-Sena puxa de novo a fila das loterias acumuladas, agora com R$ 40 milhões em jogo

27 de março de 2026 - 6:51

Assim como aconteceu nos dias anteriores, Lotofácil foi a única loteria a ter ganhadores na rodada de quinta-feira (26). Além da Mega-Sena, a Quina, a Dia de Sorte e a Timemania também acumularam.

DANOS SOB CONTROLE

De vilão a herói: juros altos devem reduzir o impacto do preço do petróleo na inflação do Brasil, diz Galípolo

26 de março de 2026 - 14:29

O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, acredita que o Brasil está bem posicionado para possíveis impactos da guerra no Irã

PESQUISA ATLASINTEL/BLOOMBERG

STF, Congresso e governo Lula estão envolvidos com o escândalo do Banco Master? Mais da metade dos brasileiros acredita que sim

26 de março de 2026 - 13:43

Investigações do caso Master continuam e brasileiros suspeitam dos Três Poderes, indica pesquisa; confira os números

ENTRE A CRUZ E A ESPADA

Selic com freio de mão puxado? A mensagem do IPCA-15 e das projeções de inflação do BC sobre o corte de juros

26 de março de 2026 - 13:04

O IPCA-15 de março, o relatório trimestral do BC e o conflito no Oriente Médio dão sinais aos investidores sobre o que esperar na próxima reunião do Copom; confira

IMPARÁVEL

Ninguém segura a Lotofácil: concurso 3645 faz mais um milionário; Mega-Sena 2989 retoma o topo do pódio dos prêmios mais altos do dia

26 de março de 2026 - 6:55

Lotofácil foi a única loteria a ter ganhadores na quarta-feira (25). Todas as demais modalidades sorteadas ontem acumularam. Em contrapartida, os prêmios em jogo em cada uma delas aumentaram.

RALI COM CONTORNO ESTRUTURAL

Após a disparada do petróleo, as commodities agrícolas são o próximo front da guerra — saiba como surfar o novo ciclo

25 de março de 2026 - 19:36

Escalada no Oriente Médio pressiona insumos, eleva custos do agro e pode marcar início de novo ciclo de commodities, que abre oportunidade de ganhos para quem quer se expor ao segmento

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar
Jul.ia
Jul.ia
Jul.ia

Olá, Eu sou a Jul.ia, Posso te ajudar com seu IR 2026?

FAÇA SUA PERGUNTA
Dúvidas sobre IR 2026?
FAÇA SUA PERGUNTA
Jul.ia
Jul.ia