🔴 ‘OPERAÇÃO  IKKI-TOUSEN’ – MULTIPLICAÇÕES DE ATÉ 250x DE FORMA AUTOMATIZADA – SAIBA COMO

Conteúdos exclusivos da Empiricus

Parceria Seu Dinheiro e Empiricus:

Salve suas matérias favoritas do Seu Dinheiro criando uma conta gratuita na Empiricus.

E tem mais: ao criar sua conta gratuita, você ganha acesso a um universo de conteúdos que vai muito além das notícias.

Relatórios, cursos, podcasts, newsletters e estratégias de investimento para transformar informação em melhores decisões.

PRINCIPAL PARCEIRO

Brasil e China: em 20 anos, comércio entre países cresceu mais de 20x e atingiu US$ 157,5 bilhões em 2023

Em um intervalo de 20 anos, a corrente do comércio bilateral entre o Brasil e a China passou de US$ 6,6 bilhões em 2003 para US$ 157,5 bilhões

Imagem: Canva / Montagem: Isabelle Santos -

Nesta quarta-feira de feriado no Brasil (20/11), o presidente da China, Xi Jinping, será recebido pelo presidente Lula no Palácio do Alvorada, em Brasília. A agenda prevê reunião, cerimônia de assinatura de atos, declaração à imprensa, almoço e jantar oferecidos ao chefe de estado do país asiático.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Tanta atenção é justificada pela importância da relação entre os países. Além de parceiro comercial do Brasil há 50 anos, a China é o principal destino das exportações brasileiras. E a intensidade dos acordos tende sempre a aumentar.

Em um intervalo de 20 anos, a corrente do comércio bilateral entre o Brasil e a China passou de US$ 6,6 bilhões em 2003 para US$ 157,5 bilhões, resultado obtido em 2023, segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços. Dados deste ano indicam que o comércio chegou a US$ 136,35 bilhões até outubro.

Ainda no ano passado, os embarques brasileiros para a China superaram em três vezes o que foi enviado para os Estados Unidos, nosso segundo maior parceiro comercial. Desde 2009, a China já havia superado os Estados Unidos em vendas externas do Brasil, e, no ano passado, respondeu por 31% do total exportado e por 23% das importações. No gráfico abaixo é possível observar essa evolução. Navegue com o mouse para ver os números absolutos de cada período.

Tudo indica que esse volume irá crescer ainda mais, sobretudo se as tarifas adicionais de 60% ou mais sobre as todas as importações chinesas, alardeadas pelo presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, de fato forem colocadas em prática em seu novo governo, segundo análise do economista Paulo Feldmann, coordenador de projetos e professor da FIA Business School.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"Se isso de fato acontecer, a China poderá comprar mais produtos do Brasil, já que vai agora precisar mais ainda do País, sobretudo em questões de muitos produtos agrícolas. Podem ser ampliadas ainda mais as exportações de milho, trigo, soja e até mesmo açúcar", avalia Feldmann.

Leia Também

PREJUÍZO NO RADAR

Greve da Caixa Econômica pode afetar o seu bolso: entenda como se proteger dos riscos se você vai comprar um imóvel

NOVAS REGRAS

Motoristas ganham prazo extra para dirigir com a CNH vencida; entenda a nova regra

Ele lembra que a relação comercial entre os países é bem longínqua, começou em 1974. "A China era um país comunista, como ainda é, e, à época, os militares tinham muitas restrições ao comunismo. Mesmo assim, foi iniciada a relação comercial nesta época", diz Feldmann.

Segundo ele explica, essa relação se intensificou justamente nas últimas duas décadas, com o rápido desenvolvimento da China. Um dos focos do país asiático era a eliminação da pobreza e isso demandou mais alimentos.

Já o Brasil historicamente foi importador de produtos manufaturados, ainda mais nos últimos anos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Soja, semicondutores e carros elétricos

Entre os cinco produtos mais exportados pelo Brasil para a China a soja ficou em primeiro nos últimos cinco anos, segundo dados do Ministério. Já o item que o Brasil mais importou da China no mesmo período foram semicondutores.

Veja a seguir a lista com os produtos mais exportados e importados entre os dois países nos últimos cinco anos.

Itens mais exportados pelo Brasil para a China

1. Soja: US$ 169,2 bilhões

2. Minério de ferro e seus concentrados, não aglomerado: US$ 113,9 bilhões

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

3. Óleos de petróleo ou de minerais betuminosos, cruds: US$ 94,9 bilhões

4. Carne de gado bovino congelada, desossada: US$ 29,15 bilhões

5. Pastas químicas de madeira, ao bissulfito, exceto pastas para dissolução, não-coníferas: US$ 17,4 bilhões

6. Açúcar de cana, em bruto: US$ 8,9 bilhões

7. Cortes de aves ou outros despojos, congelados: US$ 7,78 bilhões

8. Algodão (exceto fios), não cardado nem penteado: US$ 6,8 bilhões

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

9. Ferro-ligas: US$ 5,3 bilhões

10. Minérios de cobre e seus concentrados: US$ 2,76 bilhões

Itens mais importados pelo Brasil da China

1. Dispositivos fotossensíveis semicondutores; diodos emissores de luz: US$ 16,9 bilhões

2. Peças: US$ 8,2 bilhões

3. Herbicidas, inibidores de germinação e reguladores de crescimento para plantas: US$ 6,9 bilhões

4. Conversores estáticos (por exemplo, retificadores): US$ 4,85 bilhões

5. Veículos automóveis para transporte de pessoas: US$ 4,55 bilhões

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

6. Peças e acessórios (exceto estojos, capas e semelhantes) exclusiva ou principalmente destinados às máquinas do grupo 752: US$ 4,53 bilhões

7. Processadores e controladores, mesmo combinados com memórias, conversores, circuitos lógicos, amplificadores, circuitos temporizadores e de sincronização, outros circuitos: US$ 4,2 bilhões

8. Sulfato de amônio: US$ 4 bilhões

9. Outros aparelhos para transmissão ou recepção de voz, imagens ou outros dados, incluindo os aparelhos para comunicação em redes por fio ou sem fio (tais como uma rede local ou de longa distância): US$ 4 bilhões

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

10. Meios magnéticos: US$ 2,65 bilhões

O volume de veículos trazidos para o País soma US$ 4,85 bilhões no período analisado. Em 2023, a importação de veículos pelo Brasil era de US$ 1,08 bilhão, número que mais que duplicou neste ano, com US$ 2,95 bilhões.

*Com Estadão Conteúdo

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
savegnago supermercados (1) 15 de setembro de 2026 - 10:20
lotofácil da independência 15 de setembro de 2026 - 6:57
casas bahia biah3 leilão descontos liquidação 14 de setembro de 2026 - 14:55
furacão el niño 14 de setembro de 2026 - 14:06
melhores cidades da europa londres inglaterra turismo viagem viagens 14 de setembro de 2026 - 11:15

EL NIÑO

Calor extremo cria nova ameaça imobiliária em Londres

14 de setembro de 2026 - 11:15
Aplicativo de IA de internet de ícones de inteligência artificial, ChatGPT, da OpenAi 13 de setembro de 2026 - 18:03
Imagem feita com inteligência artificial. Notas de dinheiro e moedas e, ao fundo, prédios em São Paulo 13 de setembro de 2026 - 14:35
Chuva pode baratear preço da energia elétrica, mas cenário pode mudar até 2027 12 de setembro de 2026 - 10:30
Em um fundo que traz uma montagem com cédulas e gráficos, Roberto Padovani, economista-chefe do Banco BV, aparece do lado direito usando blazer azul e camisa branca. Do lado esquerdo, a pergunta: Por que os juros não caem? 11 de setembro de 2026 - 17:32
lotofácil da independência 11 de setembro de 2026 - 9:45
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar