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Se você está entre os fãs do Renegade compacto e deseja ter um na garagem, saiba o que avaliar nas versões do SUV compacto

O polêmico Jeep Renegade coleciona fãs e críticos, mas é um inegável sucesso de vendas, com quase 500 mil unidades em nove anos.
Para quem não teve uma boa experiência com o modelo ou simplesmente não gosta do Jeep, o Renegade é chamado de “bonitinho, mas ordinário”. Você pode conferir a reportagem completa que o Seu Dinheiro publicou sobre o modelo aqui.
Aliás, a Jeep reduziu o preço da versão de entrada zero-km em R$ 7.700. Assim partir de janeiro de 2024, o Renegade 1.3 T270 passará a custar R$ 118.290 (antes era R$ 125.990).
Se você está entre os fãs do SUV compacto e deseja ter um na garagem, confira as dicas a seguir:
1- Com preços em queda e modelos em estoque, pesquise e negocie os preços em diferentes concessionárias;
2- Barganhe qualquer vantagem: desconto, bônus, acessórios, pacote de revisões grátis ou mais barato, parte do IPVA, etc.
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3- Se for colocar o seu usado na troca, considere esse valor também e não deixe que um bom desconto no novo te iluda numa baixa avaliação de seu usado;
4- Calcule os valores das revisões e considere fazer um pacote a preço fechado mais em conta;
5- Faça cotação do seguro antes de fechar negócio;
E lembre-se que uma reestilização pode ocorrer em 2025, ou seja, talvez um seminovo seja mais adequado.
1- Como há muita oferta, pesquise bastante;
2- O histórico do veículo é sua proteção: faça uma vistoria cautelar antes de fechar negócio e se não souber interpretar os resultados, peça ajuda. Ainda assim, um mecânico amigo e conhecedor de Renegade pode encontrar falhas que a vistoria não capta;
3- Desconfie de preços muito baixos, mas entenda que os valores de tabela tendem a estar superestimados;
4- Confira estado de pneus, da carroceria e pintura e da conservação interna. E, claro, se o veículo passou pelas revisões obrigatórias e se ainda está em garantia;
5- Prefira carros menos rodados. A quilometragem é um diferencial importante.
1- Versões de câmbio manual – preferência é pelos automáticos;
2- Provenientes de locadoras – muito rodados e geralmente menos equipados;
3- Versões a diesel – preço elevado desse combustível já não representa vantagem e ter um motor mais durável perdeu sentido, porque hoje o consumidor troca de carro em menos tempo. E também pela consciência ecológica, o diesel é mais poluente;
4- Motor 1.8 Flex: beberrões e deixam a desejar no desempenho;
5- Há muitas queixas de barulhos e ruídos vindos do motor e da vedação das portas, preste atenção no estado de conservação e sempre faça um test drive antes de fechar negócio;
1- Com teto solar
2- Com multimídia
3- Automático
4- Motor 1.3 Turbo
5- Baixa quilometragem
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