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A moeda-meme foi criada por internautas no último domingo (7) — e já se valorizou 9.550% em três dias de lançamento
Há um ditado comum nas redes sociais de que “quem lacra não lucra”. Mas foi justamente a “lacração” da troca de farpas pública entre o bilionário Elon Musk e o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, que levou uma criptomoeda a disparar mais de 9.500% em menos de uma semana.
Isso porque a discussão entre as personalidades levou à criação de uma moeda virtual meme: o memecoin "ElonxAlexandre".
A moeda-meme foi criada por internautas no último domingo (7), um dia depois do início da “treta” — e já valorizou 9.550% em três dias de lançamento.
Quando foi lançada, a memecoin custava US$ 0,0002, de acordo com o CoinMarketCap — mas chegou a ser negociada a US$ 0,0193 na quinta-feira (11).
Vale destacar que as memecoins são criptomoedas criadas para satirizar memes e tendências na internet — e são caracterizadas pelos preços ínfimos e pela intensa volatilidade e risco. Ou seja, você não deve considerá-las como alternativa de investimento.
A memecoin mais conhecida é a Dogecoin (DOGE), criada em 2013 a partir do meme "Doge" — que usa a imagem de um cachorro da raça Shiba Inu com expressão de desconfiado.
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Atualmente, a Dogecoin custa aproximadamente R$ 1, mas já chegou a valer o equivalente a R$ 3,23 nas máximas em maio de 2021. No mês passado, Elon Musk — um dos grandes defensores da moeda-meme que chegou a se autoproclamar “Dogefather” — afirmou durante um evento da Tesla que aceitaria a criptomoeda como forma de pagamento.
Vale lembrar que o bilionário encontra-se no banco dos réus em um processo multibilionário por um suposto esquema de pirâmide envolvendo a criptomoeda-meme Dogecoin (DOGE).
A ação começou em meados de 2022 e alegava que Elon Musk e suas empresas teriam intencionalmente feito o preço da Dogecoin disparar mais de 36.000% em dois anos — para, em seguida, deixar a criptomoeda afundar.
Desde o último fim de semana, o dono do X (antigo Twitter) vem usando a rede social para acusar Moraes de promover "censura" no Brasil e defendeu que o magistrado renunciasse ao cargo na Corte ou fosse alvo de um processo de impeachment.
Elon Musk ainda desafiou o magistrado, ameaçando descumprir ordens judiciais que determinaram a suspensão de perfis suspensos por disseminação de notícias falsas no Brasil e revisar restrições impostas à plataforma.
Moraes, por sua vez, incluiu o bilionário como investigado no Inquérito das Fake News — que investiga ações orquestradas nas redes para disseminar informações falsas e discurso de ódio — por "dolosa instrumentalização" da rede social.
O ministro do STF também ordenou a abertura de um novo inquérito para investigar o empresário por suposta obstrução de Justiça "inclusive em organização criminosa e incitação ao crime".
O magistrado ainda determinou que o X deve se abster de "desobedecer qualquer ordem judicial já emanada" pela Justiça brasileira, inclusive reativar perfis que foram bloqueados na plataforma após determinação do Supremo ou do Tribunal Superior Eleitoral.
Caso a rede social de Elon Musk descumpra as determinações, a plataforma receberá uma multa diária de R$ 100 mil por perfil, e os responsáveis legais pela empresa no Brasil podem acabar enquadrados por desobediência à ordem judicial.
*Com informações do Estadão Conteúdo.
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