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Aposta mais recente de Warren Buffett aparecia na SEC como confidencial, o que gerou muita curiosidade entre os investidores
Se você fosse almoçar com Warren Buffett, o maior investidor de todos os tempos, e ele dissesse para você: "Olha, eu comecei a comprar ações de uma empresa que parece muito boa e negocia por preços bastante atrativos. Você quer saber qual é?"
Ah, quem não gostaria de uma dica de Warren Buffett, não é mesmo? Na certa, o sujeito que descobrisse o nome da ação, tentaria comprar antes que todo mundo ficasse sabendo.
Para falar a verdade, isso tem sido um grande problema para Warren e seu veículo de investimentos, a Berkshire Hathaway.
Se ele demora muito para montar posição numa determinada empresa e descobrem qual é, provavelmente vai acontecer um efeito manada, as ações vão disparar, e Buffett terá de comprar o restante da posição por preços bem mais elevados.
Se, por outro lado, ele tentar acelerar o processo, provavelmente não vai encontrar liquidez o suficiente — e as ações vão disparar da mesma forma.
Mas a Berkshire encontrou uma alternativa: a aposta mais recente de Buffett aparecia na SEC (Comissão de Valores Mobiliários dos Estados Unidos) como confidencial, o que gerou muita curiosidade. Qual seria esse tal "investimento secreto"?
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Lembra quando você era criança e já sabia, pela embalagem do presente da sua tia, o que iria ganhar, mas tinha que fazer carinha de surpresa quando abria o pacote se não quisesse tomar bronca da mãe?
Eu me lembrei disso quando fiquei sabendo que o tal do "investimento secreto" era apenas mais uma seguradora, a Chubb. Eu aposto que ninguém fez cara de surpresa quando descobriu isso.
Se você não sabe, Warren Buffett adora seguradoras, e eu já perdi as contas de quantas empresas do ramo a Berkshire possui.
Mas o mais interessante é o motivo de ele gostar tanto desse modelo de negócio: as seguradoras recebem o prêmio do seguro (float) na frente e podem investir esse dinheiro enquanto o sinistro não acontece.
Normalmente, as seguradoras tradicionais optam por aplicar todo (ou quase todo) o dinheiro em renda fixa. Mas Buffett encontrou nas seguradoras uma forma de "receber" dinheiro para investir em outras empresas que ele gostaria, mas que demoraria anos pelo método tradicional.
Com essa estratégia, além de muita competência para escolher as melhores seguradoras e onde alocar o float, Buffett e seu saudoso parceiro Charlie Munger construíram um império avaliado em quase US$ 1 trilhão.
Obviamente, os maiores retornos nessa estratégia "alavancada" acontecem quando o float é investido em ações que sobem bastante.
O problema é que o risco é enorme também — e eu não recomendo que você invista em uma seguradora que faça isso, a não ser que ela seja tocada por Warren Buffett.
A parte boa é que nem todas as seguradoras precisam de Buffett para gerar bons retornos com o float, ainda mais quando o país oferece títulos de renda fixa conservadores com taxas de juros de dois dígitos, como é o caso do Brasil.
Aliás, se tem empresa que não ficou chateada com piora das perspectivas com a Selic nos últimos dias foram justamente as seguradoras brasileiras, que vão extrair um pouco mais de retorno com os investimentos do float.
Como você pode ver no gráfico abaixo, que traz o Lucro antes de impostos de uma seguradora listada brasileira, dá para perceber que nos períodos de juros elevados o Resultado Financeiro (rendimento do Float) costuma inclusive bater o resultado da operação de seguros.
Fonte: Companhia. Elaboração: Seu Dinheiro.
Essa seguradora inclusive foi recomendada nesta semana na série Vacas Leiteiras, porque além de tudo também é uma boa pagadora de dividendos.
Assim como Buffett, eu vou manter o nome dessa seguradora em sigilo. Se quiser descobrir quem é a tal seguradora e todas as outras sugestões da carteira, deixo aqui o convite.
Um grande abraço e até a semana que vem.
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