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Fora alguns balanços e o Livro Bege do Fed, investidores terão poucas referências em dia de aversão ao risco lá fora
As incertezas dão as cartas nos mercados financeiros internacionais na manhã desta quarta-feira (23). Mais uma vez a agenda do dia é fraca. E agenda vazia é a oficina da volatilidade.
Os índices futuros de Wall Street amanheceram no vermelho. Os investidores estão na expectativa quanto aos balanços da AT&T (antes da abertura), da IBM e da Tesla (depois do fechamento). Também aguardam a divulgação do Livro Bege do Fed.
Ao mesmo tempo, eles estarão com os ouvidos ligados em falas públicas de dirigentes de bancos centrais de todo o mundo, inclusive Roberto Campos Neto, que participa hoje de encontro com investidores do suíço UBS.
Na ausência de um foco mais claro, os investidores inibem o apetite por risco diante da aproximação das eleições nos Estados Unidos, da espera por resultados das medidas de estímulo aplicadas pela China e pelos temores de uma ação militar de Israel contra o Irã.
Por aqui, o Ibovespa segue em busca de um gatilho para emplacar a primeira alta nesta semana.
Mas por que mesmo a gente fala tanto sobre investimentos?
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Ah, sim, quase ia me esquecendo. Porque investir é uma maneira de viabilizar um objetivo de vida. Pode ser uma viagem, a aquisição de um imóvel ou uma aposentadoria mais confortável, entre tantas outras opções.
Na reportagem especial nossa de cada dia do Seu Dinheiro, o assunto hoje é previdência privada.
No início do ano, o governo introduziu mudanças nas regras previdenciárias que têm o potencial de melhorar a transição da fase de acumulação para a de desacumulação nos planos de previdência.
De olho nas alterações ocorridas no PGBL e no VGBL, o Bradesco mexeu em sua grade de previdência privada.
"SORTE DE QUEM INVESTE"
A principal fornecedora de matéria-prima para a Nvidia (NVDC34) registrou lucro recorde no 3T24. Analista que recomenda seus papéis explica por que prefere investir na fornecedora – e não na big tech ‘queridinha’ da renda variável em 2024.
TONS DE ROXO
Cenário de juros altos não preocupa e CEO do Nubank (ROXO34) comenta a taxa de inadimplência do banco. Especialmente o Nubank (ROXO34) vive um momento em que a inadimplência pode pesar nos seus resultados futuros, na visão de parte do mercado.
O CÉU É O LIMITE?
A Selic não vai parar mais de subir? Campos Neto fala sobre o futuro dos juros no Brasil para a TV americana. RCN também comentou sobre a independência do Banco Central, o ciclo político e a economia dos EUA; confira os principais pontos.
LEVANTAMENTO DA ANBIMA
Sem IPOs, empresas apostam na renda fixa e captam valor recorde de R$ 542 bilhões no mercado de capitais neste ano; debêntures e FIDCs são destaques. Do total captado até setembro, a grande maioria veio da classe, cujo ativo de maior destaque são as debêntures, especialmente de infraestrutura.
VOANDO ALTO
Embraer (EMBR3) entrega mais aeronaves no 3T24 e acende ‘sinal verde’ do Goldman Sachs. Depois de entregar 57 aeronaves no terceiro trimestre de 2024, a fabricante brasileira é vista com (ainda mais) otimismo. Confira a recomendação.
MUDANÇAS À VISTA
‘Nova fase de crescimento’: HSBC anuncia reestruturação e nomeia primeira CFO mulher; veja o que vai mudar no banco inglês. Mudanças vêm em um contexto de queda de juros na Europa e maior foco nos negócios na Ásia.
REVISÃO OTIMISTA
FMI eleva projeção de crescimento do Brasil neste ano, mas corta estimativa para 2025; veja os números. Projeções do FMI aparecem na atualização de outubro do relatório Perspectiva Econômica Mundial (WEO, na sigla em inglês).
FUGIR OU FICAR
Trump ou Kamala? Resultado das eleições nos EUA pode sair só em dezembro — e UBS diz o que esperar da bolsa. Para quem investe, saber o quanto antes o nome do comandante-em-chefe da maior economia do mundo pode fazer toda a diferença — mas adiar os planos de investimento até lá também pode implicar em mais riscos e custos diante de uma espera potencialmente longa.
REPORTAGEM ESPECIAL
Sob pressão, Cosan (CSAN3) promove mudanças no alto escalão e anuncia novos CEOs em busca da virada — mas ações continuam em queda na B3. Apesar da desvalorização dos papéis do grupo na B3 em 2024, é quase consenso entre analistas e gestores que as perspectivas para a Cosan são positivas.
ELEIÇÕES NOS EUA
Trump vira ‘chapeiro’ do McDonald’s para provocar Kamala — e coloca a rede de fast food no centro de uma polêmica. Donald Trump agora acusa Kamala Harris de mentir sobre trabalho temporário no McDonald’s há mais de 40 anos.
Depois de uma disparada de +16% no petróleo, investidores começam a discutir até onde vai a alta — e se já é hora de reduzir parte da exposição a oil & gas para aproveitar a baixa em ações de qualidade
Os spreads estão menos achatados, e a demanda por títulos isentos continua forte; mas juro elevado já pesa sobre os balanços das empresas
Entenda como a startup Food to Save quer combater o desperdício de alimentos uma sacolinha por vez, quais os últimos desdobramentos da guerra no Oriente Médio e o que mais afeta seu bolso hoje
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O ambiente de incerteza já pressiona diversos ativos globais, contribui para a elevação dos rendimentos de títulos soberanos e amplia os riscos macroeconômicos
Depois de quase cinco anos de seca de IPOs, 2026 pode ver esse cenário mudar, e algumas empresas já entraram com pedidos de abertura de capital
Esta é a segunda vez que me pergunto isso, mas agora é a Inteligência Artificial que me faz questionar de novo
São três meses exatos desde que Lando Norris confirmou-se campeão e garantiu à McLaren sua primeira temporada em 17 anos. Agora, a Fórmula 1 está de volta, com novas regras, mudanças no calendário e novidades no grid. Em 2026, a F1 terá carros menores e mais leves, novos modos de ultrapassagem e de impulso, além de novas formas de recarregar as […]
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Para dividendos, preferimos a Petrobras que, com o empurrãozinho do petróleo, caminha para um dividend yield acima de 10%; já a Prio se enquadra mais em uma tese de crescimento (growth)
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Mais do que tentar antecipar desfechos políticos específicos, o foco deve permanecer na gestão de risco e na diversificação, preservando uma parcela estratégica de proteção no portfólio
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