🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos

Carolina Gama

Formada em jornalismo pela Cásper Líbero, já trabalhou em redações de economia de jornais como DCI e em agências de tempo real como a CMA. Já passou por rádios populares e ganhou prêmio em Portugal.

WEDNESDAY BLOODY WEDNESDAY

O banho de sangue do Fed nas bolsas: dólar a R$ 6,27, Ibovespa abaixo dos 121 mil pontos e Dow Jones na pior sequência em 50 anos

O banco central norte-americano cortou os juros como o mercado esperava, mas foram as projeções e o que Jerome Powell disse depois que azedaram o humor dos investidores aqui e lá fora

Carolina Gama
18 de dezembro de 2024
18:33 - atualizado às 14:10
bolsas caindo fundo bolsa de valores alerta perigo queda de ações
Imagem: iStock.com/mesh cube

A última reunião do Federal Reserve (Fed) de 2024 promoveu um verdadeiro banho de sangue nas bolsas nesta quarta-feira (18): o dólar chegou a R$ 6,27 por aqui, o Ibovespa perdeu os 121 mil pontos e o Dow Jones terminou o dia com a pior sequência em 50 anos. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

E o problema não foi a decisão sobre a taxa da maior economia do mundo, mas o que veio junto com ela. Você pode conferir os detalhes dessa decisão aqui.

O comitê de política monetária (Fomc, na sigla em inglês) cortou, como era amplamente esperado, os juros em 25 pontos-base (pb), trazendo a taxa para o mesmo nível de dezembro de 2022, a 4,25% e 4,50% ao ano. 

Só que junto com a decisão, como acontece a cada três meses, o Fomc apresentou as projeções atualizadas sobre a economia, a inflação, o emprego e os juros para os próximos anos. 

Foi aí que o caldo começou a entornar. O Fed indicou que reduzirá os juros apenas mais duas vezes em 2025 — uma projeção que corta pela metade as intenções do comitê quando as projeções foram atualizadas pela última vez, em setembro.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Powell azedou o humor de vez

Mas foi quando o presidente do Fed, Jerome Powell, começou a responder às perguntas durante a tradicional entrevista coletiva após as decisões de política monetária que as coisas, de fato, pioraram aqui e lá fora. 

Leia Também

Powell disse que os juros nos EUA estão perto do nível neutro — aquele que não superaquece ou esfria demais a economia — e que é preciso mais progresso na inflação para que a autoridade continue cortando os juros em 2025.

"Hoje foi uma decisão mais difícil, mas foi o correto a se fazer para promover os dois mandatos, de pleno emprego e estabilidade de preços", Powell começou dizendo. 

"Quanto a cortes adicionais, vamos procurar mais progresso na inflação, bem como força contínua no mercado de trabalho", acrescentou.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Nas próprias palavras do presidente do BC norte-americano, o Fed está no momento — ou bem perto dele — de desacelerar o ritmo de novos cortes nos juros

"Eu acho que as expectativas de menos cortes para o próximo ano realmente reflete tanto as leituras de inflação mais elevadas que tivemos este ano, quanto a expectativa de que a inflação será maior", completou.

FARIA LIMA VS. GOVERNO LULA: O que está na cabeça dos principais gestores de fundos

Powell assopra, mas as bolsas reagem mal

Powell até tentou suavizar as declarações, mas o estrago nas bolsas já estava feito. 

O presidente do Fed disse que ainda há espaço para o banco central norte-americano continuar cortando os juros. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"A política monetária segue restritiva e está em boa posição. Acho que os cortes reais que faremos no próximo ano não serão por causa de nada que escrevemos hoje. Vamos reagir aos dados", disse.

Wall Street reagiu da pior maneira. O Dow Jones perdeu 1.100 pontos — a segunda vez que isso acontece este ano em uma única sessão — e completou 11 pregões seguidos de perdas, na pior sequência desde 1974.  

O índice de 30 ações da bolsa de Nova York terminou a quarta-feira com queda de 2,58%, aos 42.326,879 pontos. O S&P 500 e o Nasdaq acompanharam a derrocada, com perdas de 2,95% e 3,56%, respectivamente. 

No câmbio, o dólar se valorizou lá fora. O índice DXY, que mede a moeda norte-americana ante uma cesta de rivais fortes, subiu 1%, enquanto os yields (retornos) dos títulos do Tesouro dos EUA aceleraram os ganhos, renovando máximas intradiárias — o T-note de dez anos, referência para o mercado, chegou a tocar os 4,50%. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Já o VIX, índice conhecido como termômetro do medo em Wall Street, saltou quase 30% no fim da tarde de hoje. 

O mercado brasileiro também não escapou do banho de sangue das bolsas lá fora. O dólar à vista renovou máxima atrás de máxima até atingir R$ 6,2707 (+2,86%) no pico do dia. A moeda norte-americana acabou terminando a sessão cotada a R$ 6,2657 (+2,78%), o maior valor nominal da história.

Na contramão, o Ibovespa renovou uma série de mínimas, chegando ao piso da sessão, aos 120.457,48 pontos. O principal índice de ações da bolsa brasileira acabou fechando com queda de 3,15%, aos 120.771,88 pontos. 

O banho de sangue nas bolsas: era para tanto?

Quem acompanha os mercados e a política monetária norte-americana pode achar que a reação das bolsas foi exagerada, como é o caso do ING. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Apesar disso, o banco holandês vê como praticamente certa a pausa no corte de juros nos EUA em janeiro e pondera que uma nova redução em março do ano que vem dependerá dos efeitos das políticas sugeridas por Donald Trump — o republicano assume em 20 de janeiro. 

A Capital Economics pontua que a atualização das projeções do Fed foi bastante agressiva. 

A consultoria britânica reviu suas estimativas e agora passa a ver um corte acumulado de 50 pontos-base para os juros nos EUA em 2025 — em linha com as previsões atuais do BC norte-americano. 

James Orlando, diretor e economista-sênior da TD Economics, diz que os investidores não devem descartar completamente um corte de juros em janeiro, mas faz alertas importantes. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A ferramenta FedWatch do CME Group mostra que o mercado ampliou as apostas para a manutenção dos juros no mês que vem. Há 88,5% de probabilidade de a taxa ser mantida no nível atual de 4,25% a 4,50%  ante 79,9% registrado antes da divulgação da decisão monetária desta tarde. 

Por outro lado, a possibilidade de corte mais brando, de 25 pb caiu a 11,2%, ante 19% antes da publicação.

“A precificação do mercado indica uma abordagem mais cautelosa do Fed, com a probabilidade crescente de que o BC dos EUA tenha que pausar os cortes de juros em janeiro. Embora não pensemos que os investidores devam descartar completamente uma redução no mês que vem, vale lembrar que a inflação está presa em 2,8% e há expectativa de que Donald Trump seguirá uma estratégia política inflacionária”, disse Orlando.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
NA ROTA DO CRESCIMENTO

FIIs driblam juros altos com troca de cotas, mas há riscos para os cotistas? O BTG Pactual responde

29 de janeiro de 2026 - 15:21

O banco avalia que a estratégia de aquisição via troca de cotas veio para ficar e, quando bem executada, tem potencial de geração de valor

BUSCA POR SEGURANÇA

Ibovespa dispara no ano, mas investidores brasileiros estão receosos e tiram dinheiro da bolsa, diz XP

29 de janeiro de 2026 - 14:15

Uma fatia menor da carteira dos brasileiros está em ativos na bolsa, como ações, ETFs, FIIs e outros, e cresce a proporção dos investidores que pretende reduzir sua exposição à renda variável

VIROU PASSEIO

Ouro ultrapassa os US$ 5.500 pela 1ª vez e faz BTG elevar preço-alvo da Aura (AURA33) para US$ 87; Ibovespa alcança inéditos 186 mil pontos

29 de janeiro de 2026 - 12:39

Apetite dos BC, fuga do dólar e incertezas no Japão impulsionaram os metais preciosos a recordes, enquanto por aqui, o principal índice da bolsa brasileira reverberou a sinalização do Copom, dados e balanços nos EUA

A VISÃO DO GESTOR

BTRA11 e BTAL11: por que o BTG está convertendo esses FIIs em fiagros — e como isso pode turbinar os seus dividendos

29 de janeiro de 2026 - 6:04

Tiago Lima, sócio e head de distribuição da BTG Pactual Asset Management, conta ao Seu Dinheiro que a mudança é um marco de modernização e destravará dividendos para os cotistas

GLOW UP NA BOLSA

A troca de look da Riachuelo: Guararapes define data para a estreia do novo ticker na B3

28 de janeiro de 2026 - 19:52

Segundo a varejista, a iniciativa busca aproximar o código de negociação do nome pelo qual a marca é amplamente reconhecida pelo público

BOLSA E CÂMBIO

Uma Super Quarta nos mercados: Ibovespa bate novo recorde aos 184 mil pontos e ouro atinge marca histórica; dólar fica estável a R$ 5,20

28 de janeiro de 2026 - 19:25

Índice supera 185 mil pontos intradia em dia de decisão sobre juros nos EUA e no Brasil; Vale e Petrobras puxam ganhos, enquanto Raízen dispara 20%

REFORÇO FINANCEIRO

Raízen (RAIZ4) dispara 20% com expectativa por aumento de capital de R$ 1 bilhão; ação volta a valer mais de R$ 1

28 de janeiro de 2026 - 17:55

A forte valorização desta quarta-feira começou no dia anterior (27), em meio à expectativa de que a companhia realize uma reestruturação financeira

BOLSA EM FESTA

Recorde do Ibovespa é fichinha: bolsa brasileira pode ir a 300 mil pontos — e o investidor brasileiro pode chegar atrasado

28 de janeiro de 2026 - 17:02

Com fluxo estrangeiro forte e juros ainda altos, gestores alertam para o risco de ficar fora do próximo ciclo da bolsa

BOLSA E CÂMBIO

Dólar leva tombo e fecha a R$ 5,20 — o menor nível desde maio de 2024 — graças a empurrão de Trump 

27 de janeiro de 2026 - 20:04

Ibovespa volta a renovar máxima durante a sessão e atinge os inéditos 183 mil pontos; mas não é só o mercado brasileiro que está voando, outros emergentes sobem ainda mais

ALOCAÇÃO GLOBAL

Mesmo em recorde, a bolsa brasileira segue barata para o gringo — e fiscal não apavora o estrangeiro, diz UBS

27 de janeiro de 2026 - 17:30

Na avaliação de Ulrike Hoffmann e Arend Kapteyn, mesmo com incertezas fiscais, ações brasileiras seguem atraentes no cenário global

FOGUETE NÃO TEM RÉ

Ibovespa bate mais um recorde, e mérito não é (só) do Brasil; veja as ações preferidas dos estrangeiros

27 de janeiro de 2026 - 12:31

As ações que compõem o Ibovespa são bastante buscadas, já que muitas compras ocorrem por meio do próprio índice ou ETF do índice

NEM TUDO QUE RELUZ...

Nem ouro, nem prata: metais ‘diferentões’ como platina, paládio e ródio chegam a altas de mais de 120%, mas não são para todo mundo 

26 de janeiro de 2026 - 6:04

Investir nesse tipo de ativo não é óbvio e exige um olhar atento às características específicas de cada metal; o Seu Dinheiro te dá o passo a passo, conta os riscos e vantagens desse tipo de investimento

FORA DO CONSENSO

Santander diz que o mercado minimiza os riscos do Banco do Brasil (BBAS3) e ignora outras boas ações; veja quais

25 de janeiro de 2026 - 12:52

Relatório do Santander destaca ações fora do consenso e aponta onde o mercado pode estar errando na precificação

ONDE INVESTIR 2026

Onde investir em 2026? Tudo que você precisa saber para montar sua carteira para este ano

25 de janeiro de 2026 - 8:00

Evento do Seu Dinheiro traz estratégias para investir em ações, FIIs, criptoativos, renda fixa e ativos internacionais neste ano

MERCADOS NA SEMANA

Bolsa brasileira nas alturas: Cogna (COGN3) lidera altas do Ibovespa, enquanto só uma dupla de ações fecha semana no vermelho

24 de janeiro de 2026 - 12:10

Nesta semana, o Ibovespa superou os 180 mil pontos pela primeira vez. Entenda o que esteve por trás da performance positiva da bolsa nos últimos dias

ONDE INVESTIR 2026

Não basta escolher o ativo perfeito: o segredo para ganhar dinheiro com investimentos é outro — veja a fórmula para 2026

24 de janeiro de 2026 - 10:00

No evento Onde Investir 2026, do Seu Dinheiro, Marcelo Bolzan, da The Hill Capital, fala o segredo para surfar um ano de corte de juros em 2026 e proteger sua carteira de riscos desnecessários

FAZENDO HISTÓRIA TODO DIA

Fome do estrangeiro pela bolsa brasileira leva o Ibovespa aos 180 mil pontos na máxima do dia; dólar vai a R$ 5,2862 

23 de janeiro de 2026 - 18:44

Na semana, o principal índice da bolsa brasileira acumulou ganho de 8,53%; já o dólar à vista perdeu 1,61% nos últimos cinco dias

OS FIIS DE EXTREMA À FARIA LIMA

Vacância em queda e aluguéis em alta: lajes corporativas e galpões logísticos aqueceram em 2025 — e isso é só o começo

23 de janeiro de 2026 - 17:05

A perspectiva para os setores é que sigam com uma dinâmica favorável aos proprietários, por conta da restrição de oferta nas regiões mais nobres e da demanda consistente

VEJA OS DADOS DE 2025

Surpresa até para a Anbima: mercado de capitais bate recorde de R$ 838,8 bilhões em 2025, puxado pela renda fixa, com FDICs em destaque

22 de janeiro de 2026 - 18:05

Volume recorde foi puxado pela renda fixa, com avanço dos FIDCs, debêntures incentivadas e maior liquidez no mercado secundário, enquanto a bolsa seguiu travada. Veja os dados da Anbima

ABERTURA DE CAPITAL

Precursor do Pix, PicPay lança oferta na Nasdaq com foco em open finance, seguros e jogos para rivalizar com bancos digitais

22 de janeiro de 2026 - 17:00

Oferta de ações na bolsa norte-americana Nasdaq pode avaliar o banco digital em até US$ 2,5 bilhões; conheça a estratégia do PicPay para atrair os investidores

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar