O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
O Santander examinou as principais empresas do segmento, elegeu a preferida e indica quais são as pechinchas do momento; confira
Se antes o mar estava revolto e bastante agitado, as águas devem ter ondas menores e mais tranquilas ao longo deste ano, especialmente para a Sabesp (SBSP3).
Pelo menos, essa é a visão do Santander sobre o setor de Utilities, que engloba empresas de serviços essenciais para a população como água.
A recomendação do banco é aumentar a exposição ao setor de serviços públicos no Brasil. Um dos motivos para isso é que as ações das principais empresas estão baratas e outro é a aceleração do corte na taxa de juros aqui e nos Estados Unidos.
Além disso, “os riscos políticos e regulatórios também parecem bem mapeados e sob controle, apesar da pressão para redução de tarifas no mercado regulado no Brasil”, escrevem os analistas André Sampaio, Guilherme Lima e Francisco José Paz Díaz, que assinam o relatório.
Entre as ações recomendadas, Sabesp (SBSP3) é a preferência, ou melhor a top pick, do Santander no setor. Cemig (CMIG3), Copel (CPLE3), Eletrobras (ELET3;ELET6) e Eneva (ENEV3) também possuem o seu lugar de destaque no setor.
Para ser a top pick de um setor, há pelo menos um diferencial em relação às outras companhias — seja a atratividade pela relação de risco e retorno seja pelas perspectivas de curto prazo.
Leia Também
No caso da Sabesp, é a primeira opção. Para o Santander, a ação SBSP3 está sendo negociada abaixo do nível histórico, portanto, está barata.
“A Sabesp está negociando a um EV/RAB razoável de 12MF de 0,90x, em nossa opinião, em comparação com seu nível histórico de 0,78x e potencial múltiplo da meta de privatização de ~1,20x (dependendo das condições regulatórias ainda a serem definidas)”, afirmam os analistas do banco.
Vale lembrar que o EV/RAB é utilizado para avaliar a relação entre o valor da empresa e seus ativos regulatórios. O índice serve para que investidores e analistas entendam melhor o potencial de crescimento e valorização das ações desse setor.
Além disso, o banco destaca a expectativa para a conclusão do processo de privatização da companhia.
Para o Santander, com a desestatização já aprovada pelos deputados estaduais e avanço das discussões com a prefeitura paulista, a regulamentação deve ser definida nas próximas semanas.
“Acreditamos que a alta probabilidade de materialização do cenário bull case (privatização e bom ambiente regulatório) justifica nosso otimismo”, dizem os analistas do banco
Com a recomendação de compra, o Santander projeta preço-alvo de R$ 106,16 para o fim de 2024, o que representa uma potencial valorização de 33% na comparação com o fechamento da última sexta-feira (9).
O relatório do Santander também destaca outras preferências no setor de Utilities além de Sabesp (SBSP3).
Entre elas, a Copel (CPLE6;CPLE3), que também está negociada abaixo da média histórica. Na avaliação do banco, a privatização ainda não está precificada no papel — mas por pouco tempo.
“Acreditamos que isso poderá mudar em 2024, principalmente se a distribuição de dividendos aumentar após as vendas da UEGA — termelétrica a gás natural Araucária — e Compagas”, apontam os analistas do banco.
O preço-alvo para CPLE3 é de R$ 9,13. Para CPLE6 é de R$ 10,27.
Eletrobras (ELET6; ELET3) também está entre as apostas do bancoem razão do preço negociado. A companhia “continua com uma avaliação notavelmente atrativa, com vários potenciais gatilhos positivos que podem se materializar em 2024”.
Entre os pontos potencialmente positivos estão um acordo do governo federal para encerrar a disputa — sobre a privatização — no Supremo Tribunal Federal (STF), melhoria de resultados com redução de custos e venda de unidades térmicas da ISA CTEEP, além da “ forte capacidade” de redução do pagamento de impostos após a incorporação de Furnas.
Os preços-alvo para ELET3 é de R$ 43,13 e ELET6 a R$ 47,83.
Já Eneva (ENEV3) é o nome mais bem posicionado para se beneficiar das potenciais
oportunidades de crescimento de valor agregado da monetização do gás no Brasil, na visão do Santander, além de ser negociada a uma avaliação atraente na B3.
A potencial fusão com a Vibra (VBBR3), anunciada no final do ano passado, também tende a ser mais atrativa para os acionistas da Eneva. O preço-alvo para ENEV3 é de R$ 12,00.
“A conclusão de uma fusão com a Vibra poderia ser um gatilho de curto prazo, se bem-sucedida e com avaliação atrativa para os acionistas da Eneva. Contudo, reconhecemos que definir uma relação de troca não é simples, uma vez que as sinergias no curto prazo não são óbvias”.
Por fim, Cemig (CMIG4) teve elevação da recomendação de neutra para compra, com preço-alvo de R$ 11,48.
“Embora reconheçamos que a companhia sofreu um potencial processo de federalização, há uma chance considerável de a federalização não avançar, devido à complexidade das aprovações políticas e regulatórias necessárias”, afirmam os analistas do Santander.
Confira os preços-alvos para as ações:
| EMPRESA | CÓDIGO | PREÇO-ALVO |
| Copel | CPLE3 | R$ 9,13 |
| CPLE6 | R$ 10,27 | |
| Eletrobras | ELET3 | R$ 43,13 |
| ELET6 | R$ 47,83 | |
| Eneva | ENEV3 | R$ 12,00 |
| Cemig | CMIG4 | R$ 11,48 |
Algumas concessionárias de energia acenderam o alerta vermelho para o Santander.
Para o banco, o principal motivo é a revisão tarifária, mesmo com uma melhoria significativa nos preços da energia.
“Aumentamos a nossa estimativa de déficit hídrico para 15% e as expectativas de curtailment (períodos de paragens de produção causados pela dinâmica de oferta e procura e pela limitada capacidade de exportação)”.
Além disso, as mudanças em premissas macroeconômicas, panorama de aquisições e vendas de ativos resultaram na recomendação de venda de três papéis:
Embora um entendimento geral tenha sido alcançado nesta terça-feira (17), o Oriente Médio segue em alerta com trocas ameaças de ataque de Trump e o fechamento do Estreito de Ormuz
Mudança na margem para ouro, prata e platina aceleraram a queda de preços dos metais; entenda o que mudou e como isso mexeu com as cotações
Com baixa vacância, contratos longos e espaço para reciclagem de ativos, Patria Renda Urbana segue entre os preferidos da corretora
Um único relatório impulsionou o valor da empresa na bolsa em 30%, mas teve um efeito muito maior para outras companhias de logística
Ainda que 850 mil investidores seja um marco para a indústria de ETFs, ainda é um número pequeno na comparação com o número de 100 milhões de investidores na renda fixa e de 5,4 milhões na renda variável
Pregão ficará fechado por alguns dias e voltará em horário reduzido; Tesouro Direto também sofre alterações
Há um leque de oportunidades no mundo dos ETFs, para diferentes tipos de investidores, do mais conservador ao mais agressivo
Levantamento da Quantum Finance mostra que fundos de papel lideraram as altas de janeiro, com retornos que chegaram a ser seis vezes maiores que o do IFIX
Ainda dá tempo de embolsar os ganhos. Veja até quando investir na ação para ter direito ao pagamento de juros sobre o capital próprio
Além da perspectiva positiva para o primeiro trimestre de 2026, a siderúrgica está sendo beneficiada por uma medida que pega a China em cheio; entenda os detalhes
A narrativa de rotação global de ativos, a partir dos Estados Unidos, segue em curso. S&P 500 e Nasdaq terminaram o dia em baixa.
Em painel na CEO Conference 2026, do BTG Pactual, o CIO da Ibiuna afirmou que uma eventual alternância de poder pode destravar uma reprecificação relevante dos ativos e pressionar os juros reais para baixo
Na última vez que o ouro representou uma fatia maior das reservas globais, a tendência dos mercados ainda era de acumulação do metal precioso
Preços máximos estabelecidos para o leilão ficaram muito abaixo do esperado e participação da empresa se torna incerta
Entrada forte de capital estrangeiro e expectativa de queda de juros levam banco a recomendar compra das ações da operadora da bolsa
Amazon combina resultados mistos com a maior aposta em IA entre as big techs, assusta investidores e ações sofrem em Wall Street, com efeitos até no Bitcoin e outras critpomoedas
Descubra quais são os fundos imobiliários favoritos dos analistas para o mês, e saiba como montar sua carteira de FIIs agora
A empresa vive seu melhor momento operacional, mas o Itaú BBA avalia que boa parte das principais entregas já está no preço; entenda quais gatilhos podem provocar novas altas
Gestor participou de evento da Anbima e falou sobre a perspectiva de volta do investidor local à bolsa
Bruno Henriques, head de análise de renda variável do BTG Pactual, fala no podcast Touros e Ursos sobre a sua perspectiva para as ações brasileiras neste ano