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Presidente volta a adotar o tom dos discursos de campanha enquanto o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, costura acordos no Congresso para agradar a gregos e troianos
Enquanto o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, costura um acordo no Congresso por um arcabouço que contemple o interesse da ala política e agrade o mercado financeiro, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva volta a adotar o discurso da campanha para tratar do assunto.
O chefe do Executivo voltou a afirmar nesta segunda-feira (20) que é preciso mudar a compreensão sobre os conceitos de custos, gastos e investimentos.
“Tudo o que é feito para educar, formar e cuidar da saúde do povo precisa ser visto como investimento”, afirmou Lula durante o evento de lançamento do novo Mais Médicos, criado em 2013, durante o governo da ex-presidente Dilma Rousseff.
Segundo ele, o programa foi retomado porque a saúde não pode ser “refém” do teto de gastos. “Como se pode colocar saúde dentro do teto de gastos?”, questionou.
Lula disse que não há possibilidade de um País se desenvolver se não tiver investimento e garantiu que, até completar 100 dias de governo, serão realocadas todas as políticas públicas adotadas durante as gestões petistas e consideradas exitosas. Após esse período, haverá o anúncio de novos projetos.
Lula disse que o programa Mais Médicos está sendo retomado com o cuidado “excepcional” de que sejam convocados apenas médicos brasileiros.
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“Nós queremos que todos os médicos que se inscrevam sejam brasileiros. Esse é um esforço comum da nossa ministra [da Saúde], do edital”, afirmou.
Caso as vagas não sejam preenchidas com profissionais que moram no País, o presidente disse que serão convocados médicos brasileiros formados no exterior. Em último caso, serão chamados profissionais estrangeiros para ocuparem os cargos vagos.
“O que importa para nós não é saber a nacionalidade do médico, o que importa para nós é saber a nacionalidade do paciente, que é um brasileiro”, disse ele sob aplausos.
O Mais Médicos foi alvo de críticas e perdeu força durante o governo de Jair Bolsonaro. O ex-presidente e aliados acusavam o programa de trazer profissionais cubanos para cuidar da saúde pública no Brasil. Em diferentes ocasiões, Bolsonaro questionou a competência dos profissionais estrangeiros e acusou o programa de ser usado para financiar o governo cubano.
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