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O contato com o submarino de pequeno porte foi perdido cerca de uma hora e 45 minutos após o mergulho no meio do Atlântico no domingo. Cálculos de hoje mostram que o oxigênio duraria mais 40 horas.
Equipes de busca iniciaram uma corrida contra o tempo para encontrar um submarino que desapareceu no domingo (18) em uma expedição aos destroços do Titanic. A bordo estavam o bilionário Hamish Harding; Shahzada e Suleman Dawood, membros de uma das famílias mais ricas do Paquistão; Paul-Henry Nargeolet, ex-mergulhador da Marinha francesa apelidado de Senhor Titanic; e o dono da empresa da expedição, Stockton Rush.
O contato com o submarino de pequeno porte foi perdido cerca de uma hora e 45 minutos após o mergulho no meio do Atlântico.
Desde então, uma grande operação de busca começou a ser executada em Boston, Massachusetts, para localizar a embarcação e as cinco pessoas a bordo.
Entre os passageiros do submarino batizado de Titan está Hamish Harding, empresário da aviação, piloto de aeronaves e aventureiro experiente.
Em entrevista no ano passado, Hamish contou à Business Aviation Magazine que cresceu em Hong Kong, qualificou-se como piloto em meados da década de 1980 enquanto estudava em Cambridge e abriu sua empresa de aeronaves depois de ganhar dinheiro com software bancário.
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O aventureiro britânico de 58 anos comanda a Action Aviation, uma concessionária de jatos particulares com sede em Dubai, e completou vários feitos de exploração.
Ele visitou o Polo Sul várias vezes — uma vez com o ex-astronauta Buzz Aldrin — e voou para o espaço em 2022 a bordo do quinto voo tripulado da Blue Origin.
Ele detém três recordes do Guinness, incluindo o maior tempo gasto em profundidade total do oceano durante um mergulho na parte mais profunda da Fossa das Marianas.
Questionado sobre seu apetite pela exploração, Harding disse: "Minha opinião é que todos esses riscos são calculados e bem compreendidos antes de começarmos".
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O empresário britânico Shahzada Dawood, de 48 anos, vem de uma das famílias mais ricas do Paquistão. Ele estava viajando com seu filho, Suleman, um estudante de 19 anos, no submarino.
Ele vive com sua esposa, Christine, e outra filha, Alina, em Surbiton, sudoeste de Londres, mas a família estava passando um mês no Canadá antes do mergulho.
Shahzada é vice-presidente do conglomerado paquistanês Engro Corporation, uma grande empresa de fertilizantes.
Ele também trabalha com a Fundação Dawood de sua família, bem como para o Instituto Seti — uma organização de pesquisa com sede na Califórnia que busca vida extraterrestre.
Em comunicado, sua família disse que Shahzada estava interessado em "explorar diferentes habitats naturais" e já havia falado nas Nações Unidas e na Oxford Union.
Estudou na Philadelphia University, nos EUA, e na University of Buckingham, na Inglaterra, onde se formou em 1998.

Paul-Henry Nargeolet, de 77 anos, é ex-mergulhador da Marinha francesa que também estava a bordo do submarino que desapareceu no domingo (18).
Apelidado de Senhor Titanic, ele teria passado mais tempo nos destroços do que qualquer outro explorador e fez parte da primeira expedição a visitá-lo em 1987 — apenas dois anos depois de ter sido encontrado.
Nargeolet é diretor de pesquisa subaquática em uma empresa que detém os direitos sobre os destroços do Titanic.
O porta-voz da família, Mathieu Johann, disse esperar que a compostura e a carreira militar de Nargeolet tranquilizem a tripulação a bordo, mesmo que o resultado da operação não dependa dele.
Stockton Rush, o executivo-chefe da OceanGate — a empresa que administra as viagens do Titanic — está a bordo do submarino.
Rush é um engenheiro experiente que já projetou uma aeronave experimental e trabalhou em outras pequenas embarcações submersíveis.
Ele fundou a empresa em 2009, oferecendo aos clientes a chance de experimentar viagens em alto mar e ganhou as manchetes globais em 2021, quando começou a oferecer expedições ao local do naufrágio do Titanic.
Por US$ 250.000 (R$ 1,2 milhão), a OceanGate oferece aos passageiros a oportunidade de ver de perto o que resta do famoso navio.
Os participantes viajam cerca de 595 quilômetros em um navio maior até a área acima do local do naufrágio e, em seguida, fazem um mergulho de oito horas até o Titanic em um submersível do tamanho de um caminhão conhecido como Titan.
Falando ao New York Times em 2022, Rush defendeu o modelo de negócios e disse que o preço da passagem era uma "fração do custo de ir ao espaço e é muito caro para nós pegar essas naves e ir até lá".
Um grande esforço de busca e resgate está em andamento no Atlântico Norte depois que o submarino desapareceu.
O navio de pesquisa Polar Prince perdeu contato com a tripulação do Titan uma hora e 45 minutos após o mergulho. A Guarda Costeira dos EUA estimou que o submarino ainda tinha 40 horas de oxigênio de emergência, por volta das 14h (Brasília) de hoje (20).
A empresa de turismo OceanGate disse que está explorando todas as opções para trazer a tripulação de volta com segurança, e agências governamentais se juntaram à operação de resgate.
Forças norte-americanas e canadenses e embarcações privadas estão envolvidas nas buscas em uma área de 7.600 milhas quadradas (cerca de 19,6 mil km) — o equivalente ao tamanho do estado norte-americano de Connecticut.
O contra-almirante da Guarda Costeira dos EUA, John Mauger, disse ontem que a busca tem dois aspectos: na superfície, caso o Titan tenha retornado à superfície do oceano, mas de alguma forma perdeu as comunicações, e uma busca por sonar subaquático.
A Guarda Costeira enviou duas aeronaves C-130 Hercules para procurar o submersível na superfície da água, e se juntou a um canadense C-130 e uma aeronave P8 equipada com capacidade de sonar subaquático. Boias de sonar também estão sendo implantadas na área.
*Com informações da BBC e do The Wall Street Journal
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