O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Pesquisadores estudaram a correlação entre o aperto nos juros promovidos pelo Fed e a queda no valor de mercado e balanço de ativos de instituições financeiras do país
Pouco mais de uma semana após a falência do Silicon Valley Bank (SVB) — a maior instituição financeira dos Estados Unidos a quebrar desde a crise de 2008 — especialistas e investidores ainda tentam entender todas as implicações do fato para os mercados.
O maior temor é o de que o fechamento das portas do banco focado em startups e tecnologias possa ter iniciado um efeito dominó no setor bancário — a famosa ‘quebradeira geral’.
Nesse contexto, as autoridades monetárias dos Estados Unidos se movimentam para acalmar os ânimos. Além disso, uma dezena de bancos norte-americanos se comprometeram com uma “vaquinha” de US$ 30 bilhões para evitar que outro player, o First Republic Bank, tenha o mesmo destino do SVB.
Ainda assim, os temores seguem rondando os investidores. E, segundo um estudo divulgado nesta semana pela Social Science Research Network, o medo é justificado: ao menos 186 bancos podem estar expostos a riscos semelhantes aos que levaram à quebra do SVB.
Os pesquisadores de quatro universidades dos EUA estudaram a correlação entre o aperto nos juros promovido pelo banco central dos EUA — o Federal Reserve, ou Fed — e a queda no valor de mercado e balanço de ativos de instituições financeiras do país.
Vale relembrar que boa parte da reserva de valor de bancos está em notas do Tesouro e empréstimos hipotecários. O efeito da marcação a mercado em ativos do tipo é inversamente proporcional ao crescimento dos juros — ou seja, os valores variam negativamente quando as taxas sobem.
Leia Também
O estudo revelou que, antes da falência, o SBV não era sequer um dos players mais ameaçados pelo cenário. O banco possuía US$ 209 bilhões em ativos — mais de R$ 1 trilhão e equivalente ao tamanho do Santander no Brasil.
“10% dos bancos analisados têm uma capitalização menor do que o SVB e registraram mais perdas em seus portfólios com a marcação a mercado”, diz o documento.
Por outro lado, o SVB tinha uma parcela desproporcional de risco nos financiamentos: 78% de seus ativos foram financiados por depósitos não segurados.
“Ou seja, seu passivo era mais propenso a corridas para saques do que os de outras instituições financeiras”, afirmam os pesquisadores.
Ainda assim, o estudo alerta que, mesmo que apenas metade dos clientes com depósitos não segurados decida retirar seus recursos, quase 190 outros bancos estão em “risco potencial de deterioração, com US$ 300 bilhões de depósitos segurados ameaçados”.
É importante destacar que a pesquisa não considera operações de hedge que podem proteger as instituições em momentos como o atual.
A decisão de política monetária desta quarta-feira (28) está longe de ser o clímax da temporada, que tem pela frente a substituição de Powell no comando do BC norte-americano
Mais uma vez, a decisão de não mexer na taxa não foi um consenso entre os membros do Fomc; Stephen Miran e Christopher Waller defenderam um corte de 25 pontos
Indicador simbólico criado por cientistas aponta que riscos como guerra nuclear, mudanças climáticas e avanço da inteligência artificial levaram o mundo ao ponto mais crítico desde 1947
As bolsas dos principais países da região acumulam ganhos de pelo menos 10% em janeiro, mas nem tudo que reluz é ouro e a agência de classificação de risco aponta prós e contras que podem determinar o futuro dos seus investimentos
Matheus Spiess, analista da Empiricus, fala no podcast Touros e Ursos desta semana sobre a ruptura de Trump com o ambiente econômico e geopolítico das últimas décadas
Pressionada por custos elevados, petróleo barato e déficit fiscal, Arábia Saudita redesenha o megaprojeto urbano lançado em 2017
Corinthians x Gotham FC nesta quarta-feira (28), às 9h30, pela semifinal do Mundial de Clubes feminino da Fifa
Pesquisas por voos para o Brasil cresceram de forma abrupta logo após a notícia; Pequim, Xangai, Guangzhou, Chengdu, Xiamen e Shenzhen estão entre as cidades de partida mais procuradas
Cinco casos confirmados e cerca de 100 pessoas em quarentena na Índia; especialistas reforçam que a doença é rara e altamente letal
Quando estiver valendo, o tratado criará uma das maiores áreas de livre comércio do mundo, ligando dois blocos e um mercado com mais de 700 milhões de pessoas
Devolução dos pandas ao país de origem simboliza o agravamento das tensões diplomáticas, comerciais e de segurança entre Pequim e Tóquio, em meio a atritos sobre Taiwan, barreiras econômicas e gastos militares
Descoberta revela moedas de ouro raríssimas da época da Guerra Civil Americana; conjunto é avaliado em milhões de dólares
Túnel de Base do Gotardo encurta travessias alpinas, tira caminhões das estradas e virou um marco de planejamento de longo prazo
O presidente dos EUA acusa o primeiro-ministro Mark Carney de transformar o país vizinho em um “porto de entrada” para produtos chineses
Um detalhe de estilo do presidente francês viralizou no Fórum Econômico Mundial e adicionou milhões de dólares ao valor de mercado de uma fabricante de óculos
Para o banco norte-americano, embora o otimismo já esteja parcialmente refletido nos preços, ainda existem oportunidades valiosas em setores que alimentam a revolução tecnológica
No evento Onde Investir 2026, especialistas traçam as melhores teses para quem quer ter exposição a investimentos internacionais e ir além dos Estados Unidos
Jerome Powell deixa a presidência do Fed em maio e Trump se aproxima da escolha de seu sucessor; confira os principais nomes cotados para liderar a instituição
Desvalorização do dólar, disparada do ouro, da prata e da platina, venda de títulos do Tesouro norte-americano — tudo isso tem um só gatilho, que pode favorecer os mercados emergentes, entre eles, o Brasil
Após anos de perdas e baixa contábil, a saída do “sonho grande” volta à mesa com a chegada do novo CEO Greg Abel; entenda