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Novos planos de previdência investem em renda fixa, ações e ativos estrangeiros e ainda reduzem o risco e o custo da carteira conforme se aproxima a data da aposentadoria
O Bradesco acaba de lançar uma nova família de fundos de previdência do tipo data-alvo que promete facilitar a vida do investidor e ainda pode investir no exterior.
Os planos de previdência data-alvo são aqueles que contam com uma data de “vencimento”, a partir da qual o titular passa a receber a sua renda de aposentadoria; assim, eles podem rebalancear a carteira automaticamente, migrando para ativos cada vez menos arriscados, conforme a data de vencimento se aproxima.
Trata-se de uma automatização bastante bem-vinda para um investimento de longo prazo e com algumas regras não muito simples, como é o caso da previdência privada.
Facilita para o investidor manter a disciplina e os benefícios tributários adquiridos com o tempo e sem se preocupar em ter ele mesmo que pedir portabilidade para planos menos arriscados à medida que o tempo passa.
No caso dos novos fundos data-alvo do Bradesco, eles estarão disponíveis nas modalidades PGBL (Plano Gerador de Benefício Livre) e VGBL (Vida Gerador de Benefício Livre) e poderão ter quatro vencimentos programados: 2030, 2040, 2050 e 2060.
Quanto aos tipos de ativos que irão compor a carteira, os fundos poderão investir em renda fixa, ações, além de manter até 20% do portfólio em ativos no exterior, limite estabelecido para os planos previdenciários.
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A ideia é que o balanceamento entre as classes de ativos seja reequilibrado à medida que o investidor se aproxima da data da aposentadoria, com uma proporção de renda variável maior no início do plano do que no final.
“O benefício principal de um produto de longo prazo é o tempo. A gente ajusta a estratégia desse produto de acordo com o prazo”, disse Rafael Barroso, superintendente executivo da Bradesco Vida e Previdência, em entrevista ao Seu Dinheiro.
Com isso, a taxa de administração do produto também cairá com o passar do tempo. À medida que um percentual maior do fundo vai sendo alocado em renda fixa, os custos do investimento tendem a ficar menores.
Assim, a taxa da nova família de fundos do Bradesco pode variar de 0,5% (com o máximo de renda fixa) até 1,30% ao ano (com o máximo de risco permitido).
Os novos fundos de previdência também desfrutam dos mesmos benefícios tributários de quaisquer outros planos previdenciários, como a ausência de come-cotas, a possibilidade de escolher entre duas tabelas distintas de tributação e, no caso do PGBL, de deduzir as contribuições feitas ao plano na declaração de imposto de renda.
Segundo o Bradesco, a família de fundos data-alvo pode ser usada para outros objetivos de longo prazo além da aposentadoria, como para custear um intercâmbio, curso no exterior, período sabático, transição de carreira ou mesmo a faculdade dos filhos num futuro ainda um pouco distante.
Chama a atenção que um produto como um plano de previdência data-alvo tenha uma certa semelhança com o novo título público que Tesouro Direto vai começar a oferecer no final de janeiro, o Tesouro RendA+, voltado especificamente para a aposentadoria.
Como já mostramos aqui no Seu Dinheiro, cada Tesouro RendA+ terá uma data pré-estabelecida que marca o momento em que o investidor começará a receber uma renda mensal, a título de aposentadoria. Até lá, o investidor apenas fará aportes, sem receber qualquer rendimento.
Ou seja, assim como ocorre com os planos de previdência privada, o título será composto de um período de acumulação e um período de recebimento de renda; e, da mesma forma que nos fundos data-alvo, a data em que se passa de uma fase à outra já está estabelecida no início do investimento.
No caso dos novos fundos data-alvo do Bradesco, os primeiros vencimentos - 2030, 2040, 2050 e 2060 - inclusive coincidem com algumas das datas-alvo dos primeiros Tesouro RendA+, que começam a ser negociados em 30 de janeiro.
Perguntando sobre essa concorrência do Tesouro Direto, Rafael Barroso disse que as semelhanças entre os dois produtos estão limitadas à simplicidade do funcionamento e à forma de receber a renda e que vê com bons olhos o novo título público.
“A gente vê essa nova opção do Tesouro como algo que complementa a previdência privada e democratiza ainda mais o planejamento financeiro e previdenciário. Achamos importante que a população tenha opções. Mas ao mesmo tempo, é uma alternativa muito simples”, diz o superintendente executivo da Bradesco Vida e Previdência.
De fato, o Tesouro RendA+ não conta, por exemplo, com os benefícios tributários dos planos de previdência. “Pode ser um meio de começar a investir para a aposentadoria, mas a previdência privada é mais ampla, permite a mudança da estratégia de investimento, pode cobrir o risco de sobrevida e ajudar no planejamento sucessório, por exemplo”, completa.
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