O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Vale ressaltar que a China é responsável por cerca de um quinto das vendas da Apple. No segundo trimestre, a empresa registrou o maior crescimento de vendas entre todas as marcas no país
Nem mesmo os ventos econômicos contrários à Apple (AAPL34) ou as recentes tensões entre os Estados Unidos e a China foram o suficiente para diminuir o apetite asiático pelo novo iPhone 15.
A gigante de tecnologia começou a entregar o novo smartphone na última sexta-feira (22) e, no mesmo dia, a principal loja da empresa da maçã na China ficou lotada, com longas filas de pessoas à espera para comprar o novo iPhone.
A comoção não foi apenas na loja física, aliás. Diversos chineses encomendaram o telefone para entrega a partir da plataforma local de entrega Dadá e da gigante de e-commerce JD.
De acordo com a Dadá, em apenas uma hora desde o lançamento, as vendas do novo iPhone pelo aplicativo aumentaram 253% em relação às compras de iPhone 14 no ano passado.
Segundo a empresa chinesa, atualmente, a companhia trabalha com cerca de 4.600 varejistas autorizadas da Apple na China, bem acima dos 500 parceiros da big tech em 2020.
Apesar da alta demanda, a situação da Apple é delicada na China. Especialmente devido ao aumento da concorrência.
Leia Também
A China é responsável por cerca de um quinto das vendas da Apple, que registrou o maior crescimento de vendas entre todas as marcas em Pequim no segundo trimestre.
Vale destacar ainda que o governo chinês está aumentando o cerco contra a big tech norte-americana e proibindo o uso do iPhone em algumas agências e empresas estatais.
Os órgãos locais há muito recomendam que os funcionários usem dispositivos fabricados nacionalmente.
Como de costume, a Apple realizou em meados de setembro o seu grande evento anual para apresentar ao mundo os novos celulares.
Batizado de "Wonderlust", o lançamento trouxe a família do iPhone 15, incluindo os modelos básico, Plus, Pro e Pro Max.
Mas as novidades não foram restritas à gigante de tecnologia norte-americana. Cerca de duas semanas antes do evento de lançamento da Apple, a rival chinesa Huawei lançou o Mate 60 Pro na China.
Segundo a CNBC, para as pessoas que esperavam na fila da loja da Apple, os novos smartphones competem em pé de igualdade.
Um homem disse ao jornal norte-americano que queria comprar o novo telefone da Huawei, mas ele esgotou no momento em que tentou comprá-lo online. “Como não consegui o Mate 60, decidi comprar o novo iPhone. Não acho que haja muita diferença.”
Na visão do entrevistado, que pediu anonimato ao site, ainda que o telefone da Huawei possa ficar lento entre dois a três anos e o sistema da Apple “possa durar um pouco mais”, não haveria tanta diferença.
“Mas vou mudar para um novo telefone dentro de dois ou três anos, então é quase a mesma coisa para mim.”
*Com informações de CNBC e Financial Times.
A venda da operação na Rússia era a última peça que faltava para a conclusão da estratégia de simplificação corporativa da Natura e retorno ao foco na América Latina
O tombo da mineradora foi o grande responsável por colocar o Ibovespa no terreno negativo nesta quarta-feira (18); sem o impacto de VALE3, o principal índice da bolsa brasileira teria subido 0,21%
Analistas da XP apontam quais são as perspectivas para as construtoras de alta renda em 2026 e os desafios que o investidor pode esperar
Com cortes de até 51% nas taxas logísticas e redução na mensalidade dos vendedores, a gigante norte-americana eleva a pressão sobre o Mercado Livre no México e reacende o temor de uma escalada na guerra do e-commerce na América Latina
Banco aponta spreads baixos, queima de caixa acelerando e avalia que Petrobras dificilmente fará aporte para evitar impacto na política de dividendos
Veja as tendências para as ações de empresas do ramo de alimentos e bebidas com o avanço do uso de canetas emagrecedoras, como Mounjaro e Ozempic, e da busca pelo bem-estar
Segundo site, a Shell teria apresentado uma proposta diferente da alternativa discutida pela Cosan e por fundos do BTG para a Raízen; veja o que está na mesa
Aportes fazem parte do plano de recuperação aprovado nos EUA e incluem oferta de ações com direito de preferência aos acionistas
Dados da empresa de tecnologia mostram que a adesão da tecnologia no Norte Global é quase o dobro em comparação às nações emergentes
Instituição, que já se chamou Indusval, Voiter e Pleno, mudou de dono e de estratégia antes de terminar sob liquidação do Banco Central; entenda
Imóvel histórico no centro de Milão será transformado no 18º hotel da rede Fasano; operação de 52,5 milhões de euros reforça estratégia de expansão internacional e foco em receitas recorrentes da companhia
Telecom acusa fundos que se tornaram acionistas após conversão de dívida de exercer influência abusiva e requer medidas cautelares, incluindo bloqueio de créditos
Antigo Banco Voiter, instituição enfrentava deterioração de liquidez; bens dos administradores ficam bloqueados
A J&F, que é dona do PicPay, teria colocado R$ 450 milhões na mesa, enquanto Daniel Vorcaro estaria pedindo R$ 600 milhões para selar o negócio
Em meio à guerra comercial, Goldman Sachs elege a preferida do setor de siderurgia; com revisão de preço-alvo; confira
Gigante de tecnologia prepara ofensiva de produtos após registrar vendas recordes de iPhone no fim de ano
Nova atualização do Apple Podcasts integra áudio e vídeo no mesmo feed e amplia monetização com anúncios dinâmicos
Lucros vieram, mas nem todos convenceram; veja qual banco saiu mais forte do trimestre — e quem ainda precisa mostrar serviço
Os problemas na plataforma do Bradesco começaram por volta das 13h10 de hoje, segundo dados do site DownDetector
Segundo a Apple, abrir o acesso ao NFC sem critérios rigorosos poderia expor usuários a hackers e malware