O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Os analistas projetam que a mudança na política monetária do país tenha início apenas em setembro, com corte inicial de 0,25 ponto porcentual
Ainda que o cenário macroeconômico brasileiro mostre sinais de recuperação, com perspectivas mais otimistas para inflação e crescimento da economia, o corte da taxa básica de juros (a Selic) não deve acontecer tão em breve, na visão do Itaú BBA.
Segundo os analistas do banco, a próxima reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central, marcada para os dias 20 e 21 de junho, não deve trazer consigo uma redução na Selic.
O Itaú projeta que a mudança na política monetária do país tenha início apenas em setembro — e com reduções percentuais abaixo do esperado por parte do mercado.
“Acreditamos que a eventual flexibilização da política monetária deveria ocorrer de forma gradual”, escreveu a instituição, em relatório.
A princípio, o banco estima que o Copom inicie o ciclo gradual de flexibilização na reunião de setembro, que acontecerá nos dias 19 e 20, com corte inicial de 0,25 ponto porcentual (p.p).
De acordo com os analistas, cortes mais duros devem ser anunciados apenas no fim do ano. O banco projeta duas reduções adicionais na Selic, cada uma de 0,50 ponto porcentual, nas reuniões do Copom de novembro e dezembro.
Leia Também
Com as alterações, a taxa básica de juros chegaria a 12,50% ao ano no final de 2023. Por sua vez, o banco projeta a Selic a 10% em 2024, “diante de uma desinflação lenta dos preços de serviços”.
Vale destacar que as estimativas do Itaú consideram que o Conselho Monetário Nacional (CMN) sancione a meta de inflação de 3% para 2024 em diante e o intervalo de tolerância em 1,5 p.p durante a próxima reunião, em 29 de junho.
Segundo a análise do Itaú BBA, a queda da inflação corrente é o principal motivo para que o Banco Central alivie o aperto monetário já em setembro.
“Mesmo que concentrada em itens voláteis e bens industriais, a desinflação tende a ser repassada para itens mais indexados. Esses fatores permitirão o início de um ciclo de cortes em setembro”, avalia o banco.
Porém, de acordo com os analistas, existem fatores que exigem maior cautela com as projeções de inflação de médio prazo.
Por sua vez, isso demanda uma condução cautelosa das autoridades monetárias em relação aos cortes da taxa de juros, levando a reduções graduais na Selic.
Entre os fatores citados pelo banco, estão as “expectativas longas desancoradas” devido à inflação ter permanecido elevada por um grande período de tempo, além da pouca ociosidade no mercado de trabalho, que leva a uma inflação de serviços ainda elevada.
Segundo a avaliação do Itaú BBA, as chances de que Luiza Trajano, presidente do Conselho de Administração do Magazine Luiza (MGLU3), continue insatisfeita com Roberto Campos Neto são grandes.
Isso porque, durante evento realizado nesta semana, Trajano disse que já ligou para o presidente do BC "mais de 20 vezes".
As ligações tinham um objetivo em comum: enviar recados a Campo Neto sobre a necessidade de cortes na Selic, atualmente em 13,75% ao ano — e prometeu ligar outras dezenas de vezes, se necessário.
“Baixa os juros, mas não é 0,25 ponto porcentual, não, que é muito pouco."
Apesar da falta de comentários sobre seu gosto musical, suponho que uma música tenha se tornado recorrente nos fones do chefe do BC: “Telefone Mudo”, do Trio Parada Dura: “Eu quero que risque o meu nome da sua agenda. Esqueça o meu telefone, não me ligue mais.”.
É importante ressaltar que, segundo o presidente do Banco Central, “ele é apenas um num total de nove votos no Copom” e não poderia dar certeza sobre o movimento do juro.
Após um crescimento mais forte que o esperado do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro do primeiro trimestre de 2023, o Itaú BBA revisou para cima as estimativas para a expansão da economia para este ano e para o próximo.
Os analistas elevaram a projeção para o PIB de 2023, que passou de 1,4% para 2,3%, devido à expectativa de que o consumo vai se manter sustentado pela renda nos próximos trimestres.
“Apesar de esperarmos desaceleração no ritmo atual de crescimento, o consumo deve ficar mais sustentado pelo crescimento da renda, em meio ao mercado de trabalho resiliente e estímulos fiscais”, escreveram os economistas, em relatório.
O banco também aumentou a expectativa de crescimento da economia para 2024, de 1,0% para 1,5%, e reduziu a projeção para a taxa de desemprego de 2023 e do próximo ano para 8,0%, contra 9,0% e 9,1%, respectivamente.
“Os dados recentes continuam indicando que o mercado de trabalho segue forte, com criação de postos tanto informais quanto formais e crescimento dos salários reais.”
O Itaú BBA também revisou as estimativas para a inflação, medida pelo IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) para baixo.
Para este ano, o banco projeta uma inflação de 5,3%, contra a expectativa anterior de 5,8%, devido a preços mais baixos de produtos e ao corte nos preços da gasolina nas refinarias.
Enquanto isso, a estimativa dos analistas para o IPCA de 2024 caiu de 4,5% na leitura anterior para 4,4%.
De acordo com o relatório, os riscos à tese de inflação são baixistas: “o corte nos preços da gasolina pode compensar totalmente a alta de impostos, e os preços de alimentos podem ser ainda menores".
Briga entre o bilionário e o ministro do STF se estende desde 2024 com investigações sobre a plataforma X
Chocolate, batata-doce e café solúvel lideraram as altas do IPCA no período, enquanto arroz, azeite de oliva e frutas registraram as maiores quedas de preço.
Estas pessoas jogaram coisas no lixo achando que não valiam nada — e depois descobriram que estavam diante de verdadeiras fortunas
Bruno Funchal, CEO da Bradesco Asset e ex-Secretário do Tesouro Nacional, conta como o choque externo chega na inflação, nos juros e no seu bolso
O objetivo é conter os efeitos da alta da commodity no bolso do consumidor, em meio à escalada das tensões no Oriente Médio
No total, já são 13 as estações de Metrô de São Paulo que adotaram o sobrenome de companhias
Lotofácil é dividida entre dois ganhadores. Quina desencanta e sai para bolão com dez participantes. Todas as demais loterias sorteadas pela Caixa Econômica Federal na noite de quarta-feira (11) acumularam.
Gigantes da tecnologia anunciam projetos bilionários de data centers no país, mas o consumo massivo de energia e água levanta alertas entre especialistas e ambientalistas
A surpreendente história de como George Clooney transformou gratidão em 14 malas com um milhão de dólares em cada para seus melhores amigos
O Mercado Livre ganhou os naming rights do estádio com uma proposta de aproximadamente R$ 1 bilhão para explorar o espaço por 30 anos.
Velha guarda de Wall Street diz estar constrangida com o ensaio fotográfico dos jovens banqueiros do Goldman Sachs
Com o fechamento do Estreito de Ormuz, as exportações de carne de frango e bovina brasileiras podem ser afetadas com multas por atraso, aumento no custo de combustível e até uma taxa extra para passar pela região
Mega-Sena saiu apenas duas vezes desde a Mega da Virada. Lotofácil acumula pela primeira vez na semana. +Milionária promete o maior prêmio desta quarta-feira (11).
MacBook Neo no “precinho” poderá ser comprado no site oficial da Apple a partir desta quarta-feira (11)
Para diretor, disputa tributária envolvendo créditos de ICMS pode pressionar tarifas nos próximos anos; entenda
Também fazem parte da lista de bilionários os irmãos Batista e membros da família Salles
Outro ponto que chama atenção no top 10 dos bilionários é o domínio do setor de tecnologia entre os mais ricos do planeta.
Cerca de uma em cada quatro pessoas físicas e jurídicas brasileiras têm direto para resgatar dinheiro esquecido nos bancos
Se as estimativas estiverem corretas, o custo do preenchimento do álbum da Copa de 2026 vai passar de R$ 1.000 — isso sem nenhuma figurinha repetida.
Enquanto parte dos usuários das canetas emagrecedoras buscam perder peso, eles engordam as vendas da Lindt, afirma empresa