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Em 2009, o sistema recompensava mineradores com 50 BTC a cada 10 minutos; atualmente, essa recompensa é de 6,25 BTC
O final de 2023 colocou as criptomoedas como destaque entre os ativos que mais renderam para os investidores no final do ano. Muito se falou sobre a expectativa da aprovação de um ETF de bitcoin (BTC) à vista (spot) nos Estados Unidos, mas também muitos analistas estavam de olho no halving de 2024.
Para aqueles que acompanham o mercado há mais tempo, a expectativa com o halving era a principal pauta do começo do ano — especialmente nos momentos em que os investidores buscavam uma boia de salvação enquanto as cotações não saiam do lugar.
Mas afinal, o que é o halving?
Em linhas gerais, o halving é quando a recompensa pela mineração do bitcoin cai pela metade. Em 2009, o sistema recompensava os validadores da rede com 50 BTC — o que não valia muito naquela época, já que a criptomoeda valia centavos — a cada 10 minutos.
Atualmente, essa recompensa é de 6,25 BTC — cerca de US$ 260 mil (R$ 1,27 bilhão) nas cotações atuais.
É preciso dizer que um único minerador não recebe a recompensa toda. O poder computacional para realizar a mineração de bitcoin é dividido entre os validadores em bolsões (pools) de mineração. Em outras palavras, o valor é dividido e diluído em rede.
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Sendo assim, o halving é um evento programado na blockchain do BTC para acontecer após uma determinada quantidade de blocos ser inserida na rede, o que acontece a cada quatro anos mais ou menos.
Após o halving de 2024, a recompensa dos mineradores irá cair para 3,125 BTC.
Para entender porque as expectativas com o halving são bastante altas, vamos analisar os últimos anos em que esse corte na recompensa aconteceu:
| Ano | Variação | Preço máximo no ano |
| ?2024 | --% | -- |
| 2023 | 158,40% | US$ 44.746 |
| 2022 | -64,30% | US$ 48.205 |
| 2021 | 59,60% | US$ 68.672 |
| ?2020 | 304,10% | US$ 29.282 |
| 2019 | 90,90% | US$ 13.793 |
| 2018 | -73,30% | US$ 17.712 |
| 2017 | 1,37% | US$ 20.089 |
| ?2016 | 123,80% | US$ 979,4 |
| 2015 | 34,40% | US$ 495,56 |
| 2014 | -57,60% | US$ 1.017 |
| 2013 | 5,44% | US$ 1.156 |
| ?2012 | 183,50% | US$ 16,78 |
| 2011 | 1.434,80% | US$ 35,76 |
Ou seja, houve um rali de preços da maior criptomoeda do mundo nos anos em que o halving aconteceu.
Isso se dá porque a oferta de BTCs livres no mercado cai, o que tende a se refletir nos preços com o aumento da demanda e adoção do bitcoin ao longo dos anos.
Sendo assim, há um consenso geral do mercado de que o ano em que acontece o halving terá bull market.
No entanto, a expectativa de disparada de 2024 não está atrelada ao halving — que, segundo analistas, terá efeito “irrelevante”.
“O próximo halving é inócuo”, disse André Portilho, chefe de Digital Assets do BTG Pactual. “O efeito estatístico de diminuição de oferta do halving é muito pequeno e marginal se comparado com o tamanho do mercado hoje”, disse.
Portilho explica que o número de tokens em circulação cresceu muito desde a criação do bitcoin. Das 21 milhões de unidades de BTC existentes, mais de 19 milhões (cerca de 90%) já foram emitidas.
Além disso, o bitcoin enquanto ativo mudou sua dinâmica nos últimos anos, saindo de um produto do submundo da internet para ser observado por investidores institucionais — consequentemente, estando suscetível às dinâmicas dos mercados tradicionais.
Em resumo, a aprovação do primeiro ETF de BTC spot nos EUA e o avanço regulatório influenciam muito mais nas cotações do que o halving em si.
Se aprovado, o lançamento de um ETF de bitcoin spot — que demora cerca de sete a oito meses — coincidiria com o halving do BTC. Dá para acompanhar a contagem regressiva para o evento aqui.
Para oferecer um ETF de bitcoin à vista, a gestora precisa ter BTC em caixa, como acontece com outros fundos tradicionais. Assim, além de reduzir a oferta de tokens disponíveis para o varejo, as compras de grandes investidores tende a fazer o preço da criptomoeda subir.
Dessa forma, o investidor pode confundir o efeito da entrada de dinheiro dos institucionais com o efeito do halving. “Vai ser uma mera coincidência”, diz Portilho.
Vale lembrar que, apesar de o halving não ser o principal evento para uma disparada das cotações, há uma grande expectativa de alta de preços para 2024.
Para o investidor que quer aproveitar esse momento, é preciso ressaltar que o mercado é bastante volátil e altamente arriscado.
Segundo o consenso entre os analistas, um investidor não deve manter uma parcela maior do que 5% do seu portfólio em ativos digitais.
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