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Leitura sobre investimentos não precisa ser maçante. Eis uma lista com cinco livros prazerosos sobre o tema para você ter na sua coleção
Frequentemente, recebo pedidos dos nossos leitores sobre os cinco livros mais importantes para catequizar um investidor, ou cinco livros que moldaram minha própria formação como analista financeiro.
Não tenho nada contra essas listas e acredito inclusive que elas representam formas práticas de compartilhar conhecimento. Mas a minha lista preferida — a que eu apresento no Day One de hoje — tem uma orientação um pouco diferente:
Quais são os 5 livros de Economia, Finanças, Investimentos ou Negócios mais prazerosos de se ler?
Trata-se de um filtro bem mais desafiador, pois as obras enquadradas nessas categorias são, via de regra, chatíssimas.
Jamais poderei superestimar a relevância de um texto do Damodaran, do Soros ou do Bob Shiller, mas não é nada fácil sobreviver aos primeiros capítulos e chegar até o fim. Definitivamente, autores inteligentíssimos nem sempre proporcionam experiências prazerosas de aprendizado.
Por isso, pensei em propor esta lista alternativa, focada no hedonismo. Funciona para ler no fim de semana, nas férias ou no banheiro. E ela não é menos séria, do ponto de vista intelectual, apenas por ser mais prazerosa.
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Vamos então aos cinco escolhidos, na ordem alfabética do sobrenome dos autores e, portanto, sem hierarquia entre eles.
Embora o escopo do livro ultrapasse o âmbito corporativo ou financeiro, os conceitos apresentados possuem enorme aplicabilidade no mundo dos investimentos. Em especial, a concepção matricial do livro de que todo investidor tenta se posicionar em meio ao dilema: seguir a manada ou pensar por conta própria?
Não há nada de absolutamente novo nas ideias destacadas por Housel. No entanto, ele tem o mérito de reuni-las sob um aparato coeso, muito bem escrito e sem encheção de linguiça. Os exemplos reais trazidos pelo autor, referenciados em pequenas histórias, farão você virar as páginas sem perceber.
Talvez esse seja o nome mais controverso da lista, por representar um clichê. Obviamente, a leitura aqui endereça um público iniciante, sem demandar qualquer interesse específico sobre Finanças; nisso está seu maior mérito. A metáfora usada por Kiyosaki para contrapor dois tipos de educação vem sendo repassada como leitura recomendada de avós para pais e para filhos há mais de 20 anos.
Não por coincidência, todos os livros da lista carregam uma forte carga autobiográfica, mas esse é o único título expressamente biográfico. Ainda que a obra, publicada originalmente em 2008, não acompanhe os últimos anos de um Buffett eterno, suas 992 páginas agregam relatos suficientes para a vida de um menino que investe em ações desde os 11 anos de idade.
Esse não é o livro mais famoso do autor, mas é o primeiro e, na minha opinião, o mais divertido. Conceitos filosóficos subsequentes de Cisne Negro e Antifragilidade nascem aqui, sob formas narrativas mais lúdicas e dotadas de um humor ácido. Enquanto Taleb promove a humildade no respeito ao acaso, acusa também os financistas de sempre enxergarem mérito onde existe sorte, e sempre enxergarem azar onde existe arrogância.
Deixei por último a menção honrosa, pois não poderia incluir formalmente na lista um livro do meu amigo e co-fundador da Empiricus. Ao mesmo tempo, seria injusto excluí-lo pelos mesmos motivos, já que obedece rigorosamente ao critério hedonista. Indicado aos que preferem aprender princípios de investimento (e de vida) por meio de histórias e de uma linguagem honestamente inteligível.
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