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Veja tudo o que movimentou os mercados nesta sexta-feira, incluindo os principais destaques do noticiário corporativo
Tirar as economias do banco e investi-las na bolsa é, antes de tudo, um exercício de otimismo. É preciso acreditar que, apesar do dinheiro parado na conta fornecer uma sensação de segurança ante o sobe e desce diário das ações, ele é capaz de fazer ainda mais pelo patrimônio quando aplicado no mercado financeiro.
Vale destacar que o otimismo cego — que se recusa a enxergar sinais de alertas claros emitidos por investimentos ruins — não tem lugar nesse mercado. Mas o ímpeto para tentar enxergar se, com uma mudança de perspectiva, um copo meio vazio não pode estar, na verdade, meio cheio, é sempre bem-vindo.
O arcabouço fiscal, por exemplo, não é tudo aquilo que o mercado esperava e considera ideal para o novo pilar das contas públicas brasileiras. Contudo, a avaliação é que a proposta deve fornecer ao menos alguns freios para a dívida da União, e a aprovação do pedido de urgência para a tramitação do texto na Câmara dos Deputados foi bem recebida pelos investidores nesta semana.
Já no campo dos temores vindos do exterior, Jerome Powell, o presidente do Federal Reserve — o banco central dos Estados Unidos — ainda não se comprometeu com a interrupção da alta nos juros do país.
Mas, em discurso feito durante a participação em um evento nesta sexta-feira (19), Powell indicou que até mesmo uma crise bancária pode ter alguns efeitos colaterais positivos. De acordo com o dirigente, com o estresse no setor, as taxas podem não precisar subir tanto para atingir as metas da instituição.
O otimismo também esteve presente na economia local hoje, especialmente nas falas do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, sobre o crescimento da economia.
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O ministro fez uma nova tentativa de apaziguar a tensão com o Banco Central e expôs a visão de que, para ele, discutir política monetária não é sinônimo de briga entre o BC e o Executivo.
Todos esses exercícios para buscar um ângulo no qual o copo sempre esteja meio cheio garantiram mais uma semana positiva para o Ibovespa.
O principal índice acionário da B3 encerrou a sessão com ganhos de 0,58%, aos 110.774 pontos, e acumulou um avanço de 2,18% nos últimos cinco dias. Já o dólar à vista subiu 0,56% hoje e 1,47% na semana, cotado em R$ 4,9958.
Veja tudo o que movimentou os mercados nesta sexta-feira, incluindo os principais destaques do noticiário corporativo e as ações com o melhor e o pior desempenho do Ibovespa.
O NOVO NUBANK?
Empréstimo sem garantias, foco em quem não tem conta em banco e juros mais baixos: as armas do will Bank para crescer e aparecer. Hoje com 4 milhões de clientes, a fintech pretende atender o público que as grandes instituições financeiras costumam rejeitar.
TIJOLO POR TIJOLO
O pior ficou para trás na Tenda? Analistas acreditam que sim, elevam recomendação e ações disparam na B3. O Credit Suisse também aumentaram o preço-alvo para as ações TEND3 de R$ 9 para R$ 11, um potencial de alta de quase 50%.
INDÚSTRIA EM CONSOLIDAÇÃO
Valora Investimentos reforça aposta em fundos imobiliários com compra da Mogno Capital. A união traz quatro novos FIIs para a prateleira da gestora e deve elevar seu total de ativos sob gestão para R$ 13 bilhões.
QUEM DÁ MAIS?
No primeiro leilão do governo Lula, aeroporto de Natal é arrematado por R$ 320 milhões. A Zurich Airport International AG, que já opera terminais em Florianópolis (SC), Macaé (RJ) e Vitória (ES), saiu vitoriosa da disputa.
EXCLUSIVO SD
Estas cinco criptomoedas ligadas à inteligência artificial são ‘boa pedida’ para 2024, segundo corretora. A criação desses robôs pode ser a chave para projetos deixados de lado pelo mercado nos últimos anos, como o Metaverso.
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