Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
PREÇOS DOS COMBUSTÍVEIS

Senado aprova pacotão para conter alta da gasolina com mudança no ICMS e auxílio para taxistas e motoristas de Uber; conheça os detalhes

Senado aprovou os projetos no mesmo dia em que a Petrobras anunciou que vai reajustar a gasolina em 19%, o diesel em 25% e o gás de cozinha em 16%

Alta dos combustíveis, petróleo
A criação do auxílio-gasolina pode não sair do papel. Isso porque a lei eleitoral proíbe a criação de novos subsídios em ano de eleições - Imagem: Shutterstock

Depois de três adiamentos, foram aprovados hoje, no Senado, dois projetos que visam atuar sobre os preços dos combustíveis.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Um deles cria um auxílio-gasolina para motoristas de baixa renda e busca impedir que os preços dos combustíveis disparem, estabelecendo um teto e um piso para os preços.

O outro propõe, entre outras coisas, que o ICMS passe a ser cobrado pelo volume de combustível comercializado e não mais pelo seu valor financeiro. Os dois projetos ainda dependem de aprovação na Câmara dos Deputados.

Auxílio-gasolina e sistema de bandas

O Auxílio Combustível Brasileiro (ACB) atenderia motoristas autônomos, taxistas, motociclistas de aplicativo e condutores de pequenas embarcações que tenham renda de até três salários mínimos através do pagamento de um valor mensal. 

Os pagamentos devem priorizar quem está inscrito no Auxílio Brasil e custariam em torno de R$ 3 bilhões aos cofres públicos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Para controlar os preços, o projeto prevê a criação de um sistema de bandas de preços com objetivo de limitar a variação ao longo do tempo através da Conta de Estabilização de Preços de Combustíveis, a CEP-Combustíveis.

Leia Também

SUPERPRODUÇÃO?

Dark horse: do que se trata o filme sobre Jair Bolsonaro com orçamento de produção internacional para o qual Flavio pediu dinheiro a Vorcaro

CONCORRÊNCIA DESIGUAL?

A ‘taxa das blusinhas’ já era! Como fica o valor final para quem gastar até US$ 50 na Shein e na Shopee

A definição dos limites máximo e mínimo da banda deve ficar por conta do executivo. 

Quando os preços praticados estiverem abaixo do limite inferior da banda, os recursos excedentes ficam na CEP-Combustíveis.

Quando a situação se inverte e os preços superam o limite superior, os recursos da CEP-Combustíveis passam a ser consumidos para manter o preço dentro da margem estabelecida. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A CEP-Combustíveis, por sua vez, seria abastecida por diferentes fontes, como: dividendos da Petrobras à União, as participações da União nos regimes de concessão e de partilha, o superávit financeiro de fontes de livre aplicação da União e outras receitas oriundas do setor de petróleo e gás que sejam resultado do aumento da cotação internacional.

No mesmo projeto, o Senado aprovou a ampliação do vale-gás pago a famílias carentes, estendendo o benefício a 11 milhões de famílias, o dobro do público atendido atualmente. O impacto é de R$ 1,9 bilhão e também está sujeito ao teto de gastos.

Agora, os senadores se mobilizam para aprovar uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) para tirar as amarras fiscais desses benefícios, mas a PEC ainda não andou.

Impostos estaduais

O Senado também aprovou o texto-base do projeto que altera o modelo de cobrança do ICMS, imposto arrecadado pelos Estados, sobre a gasolina e outros combustíveis e isenta a aplicação do PIS e a da Cofins, tributos federais, sobre o diesel e o gás de cozinha até o fim do ano.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O projeto do ICMS foi desidratado em relação ao texto aprovado inicialmente pela Câmara e foi defendido pela equipe econômica do governo do presidente da República, Jair Bolsonaro. Após a aprovação final, as mudanças dependerão de nova votação na Câmara.

O texto enfrenta resistência de governos estaduais, que não querem abrir mão de arrecadação em ano eleitoral.

Governadores não querem turbinar o discurso do presidente Jair Bolsonaro de que o vilão da alta é o imposto cobrado pelos Estados.

O parecer aprovado pelo Senado força os Estados a cobrarem o ICMS sobre o litro de combustível, e não mais sobre o preço final do produto. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Além disso, institui um modelo de cobrança monofásica, em apenas uma fase de comercialização, e de alíquota única entre os Estados.

As mudanças, no entanto, dependerão de aprovação do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), do qual os secretários estaduais fazem parte e onde as deliberações só são aprovadas por unanimidade.  

Ou seja, na prática, o novo modelo dependerá de decisão dos próprios governadores.

Como regra de transição, a proposta congela a cobrança de ICMS sobre o diesel até o fim deste ano, conforme a média de preços dos últimos cinco anos. É uma forma de amenizar o impacto ao consumidor final, principalmente os caminhoneiros.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

No mesmo projeto, o Senado aprovou a isenção do PIS e da Cofins, impostos federais, sobre o diesel e o gás de cozinha até o fim deste ano. 

A medida vai provocar uma queda de arrecadação de R$ 18 bilhões e não precisará de compensação fiscal, de acordo com o texto, dispensando uma regra da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF).

Estica e puxa

A equipe econômica do governo é contra o fundo de estabilização, mas conseguiu emplacar alterações que condicionam a medida ao espaço fiscal e orçamentário. 

Na prática, o aporte de recursos ficará submetido ao teto de gastos públicos e à disponibilidade efetiva de recursos no caixa federal. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O projeto também enfrenta resistências na Câmara. Por isso, o Senado incluiu o auxílio gasolina e a ampliação do vale-gás, medidas com forte apelo político, no mesmo texto.

Veto presidencial

No entanto, a criação do auxílio-gasolina pode não sair do papel. Isso porque a lei eleitoral proíbe a criação de novos subsídios em ano de eleições.

Aliados do governo têm defendido que o auxílio é de interesse direto do chefe do Planalto, mas o executivo ainda analisa a legalidade do pagamento. 

Se o subsídio não puder ser criado ainda neste ano, só seria pago em 2023 pelo governo eleito em outubro, o que abre a possibilidade para o presidente da república, Jair Bolsonaro, vetar o dispositivo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

*Com informações da Agência Senado e do Estadão Conteúdo

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Imagem mostra uma peça de carne ao ponto, cortada sobre uma tábua de madeira, com temperos ao redor 13 de maio de 2026 - 10:45

FIM DO CHURRASCO EUROPEU

UE proibirá compra de carnes do Brasil; entenda qual foi a justificativa

13 de maio de 2026 - 10:45
Gabriel Galípolo, Banco Central 12 de maio de 2026 - 12:15
diabo veste prada 2 11 de maio de 2026 - 15:13

O DIABO VESTE PRADA, GUCCI, CHANEL...

‘O Diabo Veste Prada 2’ precisa de apenas 10 dias para superar bilheteria do primeiro filme

11 de maio de 2026 - 15:13
airbnb stj ID da foto:1124285654 11 de maio de 2026 - 14:20
11 de maio de 2026 - 11:55

FIM DO "SABOR CHOCOLATE"?

Nova lei define percentual mínimo de cacau nos chocolates

11 de maio de 2026 - 11:55
dinheiro impostos tributo simples nacional pme empresas 10 de maio de 2026 - 15:32
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar
Jul.ia
Jul.ia
Jul.ia

Olá, Eu sou a Jul.ia, Posso te ajudar com seu IR 2026?

FAÇA SUA PERGUNTA
Dúvidas sobre IR 2026?
FAÇA SUA PERGUNTA
Jul.ia
Jul.ia