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Na percepção do mercado, o presidente Jair Bolsonaro sai mais forte da disputa, mas é no Congresso que moram as chances de uma agenda reformista e permanência do teto de gastos
Apesar de a definição no segundo turno para o cargo de presidente ser o cenário-base para a maior parte dos analistas do mercado, a segunda-feira (03) amanheceu com gosto de surpresa — Luiz Inácio Lula da Silva e Jair Bolsonaro se enfrentarão mais uma vez, mas o atual presidente demonstra ter uma força muito maior do que a inicialmente projetada.
No primeiro turno, encerrado ontem, o ex-presidente Lula garantiu 48,4% dos votos, enquanto Jair Bolsonaro encerrou a noite com 43,2%, cerca de 7 pontos percentuais acima do que a maior parte dos institutos de pesquisas mostrava.
Ou seja: o atual presidente foi de carta fora do baralho para um candidato competitivo, que tem potencial de ganhar o pleito mais uma vez — um cenário que agrada parte dos investidores.
Esse resultado apertado entre os dois principais candidatos alimenta a esperança de que tanto Lula quanto Bolsonaro terão que calibrar as suas alianças, em uma convergência ao centro. Além disso, no caso do ex-presidente, se espera uma confirmação de que Henrique Meirelles de fato fará parte de um eventual governo petista.
De acordo com um levantamento realizado pela Warren Investimentos, 54,8% dos agentes do mercado avaliaram o resultado do primeiro turno como melhor do que o esperado, enquanto para 30,8% foi em linha.
Para boa parte dos analistas, embora a vitória de Bolsonaro passe a ser uma probabilidade real, o cenário mais provável ainda é que Lula retome o poder em 2023 — o que deixa a raiz do otimismo do mercado nesta segunda-feira (03) na mão da composição do Congresso para os próximos quatro anos.
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Com diversos ex-ministros bolsonaristas eleitos para cargos no Senado e mais de 270 cadeiras ocupadas por deputados de partidos de direita, o cenário se mostra “confortável” para o mercado financeiro, independente de quem assuma a chefia do Executivo.
Isso porque em caso de um novo governo de Bolsonaro, o atual presidente deve ter uma melhor governabilidade, com maior facilidade de se aprovar reformas, sem a necessidade de costurar acordos homéricos para garantir os votos necessários. Já no caso de vivermos um novo governo petista, o mercado vê um risco menor de que Lula consiga aprovar medidas mais voltadas à esquerda.
Apesar da estrutura do Congresso e da existência de um segundo turno, dúvidas importantes persistem — como qual será a política fiscal adotada pelo novo governo, já que detalhes sobre os planos econômicos e os membros de cada equipe só devem ser dados após a finalização do pleito.
O real impacto das eleições na forte alta vista na bolsa brasileira hoje fica difícil de ser medido, já que, no exterior, os principais índices e commodities também operam em forte alta, dando fôlego ao Ibovespa.
Apesar disso, é possível notar uma movimentação atípica de empresas estatais — federais e estaduais —, assim como a devolução de lucros recentes de empresas do setor de educação, que seriam favorecidas em um eventual novo mandato petista.
Além disso, a redução do risco-país, apostando em um governo mais centrista não importando quem assuma o cargo de presidente, leva a curva de juros a operar em forte queda, favorecendo empresas do setor de consumo.
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