O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A missão, que leva o nome de Artemis 1, é o primeiro passo dos Estados Unidos na retomada da exploração tripulada do espaço
Após meio século de espera e duas tentativas de lançamento que falharam, a Nasa conseguiu enviar o primeiro foguete à Lua desde a missão Apollo 17 na madrugada desta quarta-feira (16).
O sistema espacial — constituído pela espaçonave Orion e o foguete Space Launch System (SLS) de 98 metros de altura — acendeu os motores com sucesso às 3h47, dentro da janela de lançamento de duas horas. Assista aqui ao lançamento.
A missão, que leva o nome de Artemis 1, é o primeiro passo dos Estados Unidos na retomada da exploração tripulada do espaço — e demorou em torno de duas décadas desde que a agência norte-americana recebeu o aval para prosseguir com os esforços.
“Demorou muito para chegar aqui, mas a Orion agora está a caminho da Lua. Este lançamento bem-sucedido significa que a Nasa e nossos parceiros estão no caminho para explorar mais longe no espaço do que nunca, para o benefício da humanidade”, disse Jim Free, vice-administrador associado da Nasa para o Exploration Systems Development Mission Directorate.
Trata-se ainda da primeira expedição lunar da Nasa realizada em 50 anos, desde a missão Apollo 17, que aconteceu em dezembro de 1972.
Apesar de ter sido projetado para levar humanos à Lua, inicialmente, o foguete não será tripulado.
Leia Também
A cápsula Orion, que carregaria as pessoas durante a viagem, hoje está ocupada por manequins e outros itens inanimados com sensores para coletar dados.
A intenção é que a missão da Nasa forneça uma base para a exploração humana do espaço profundo e confirme se o veículo é seguro para transportar uma tripulação no futuro.
“Durante este voo, a espaçonave será lançada no foguete mais poderoso do mundo e voará mais longe do que qualquer espaçonave construída para humanos já voou”, disse a Nasa, em nota à imprensa.
De acordo com a Nasa, o segundo voo da Artemis 1 levará uma tripulação, com uma trajetória diferente e testando sistemas críticos da Orion com humanos a bordo.
A princípio, a missão deve durar em torno de 25 dias e meio, com o pouso marcado para acontecer no Oceano Pacífico em 11 de dezembro.
Assim que se separou do foguete SLS ao chegar ao espaço, a Orion passou a orbitar com um motor. A máquina deveria ter realizado duas queimas para acertar a trajetória da espaçonave em direção à lua.
Isso porque, duas horas depois da decolagem — isto é, por volta das 6h da manhã desta quarta-feira — o motor também seria desacoplado da espaçonave, para que a Orion voasse o resto do caminho sozinha.
Espera-se que a cápsula percorra cerca de 240 mil milhas da trajetória da Terra para a Lua e, depois, outras 40 mil milhas além da Lua em seu ponto mais distante.
A espaçonave deve chegar à Lua no dia 21 de novembro, em um voo de “órbita distante e retrógrada" — que, basicamente, significa que a Orion viajará em grande altitude em relação à superfície da Lua e na direção oposta ao sentido de órbita da Lua em relação à Terra.
Depois de orbitar a Lua, a espaçonave deve retornar à Terra, pousando no Oceano Pacífico em 11 de dezembro.
Jamie Dimon, CEO do JP Morgan, e Daniel Goldberg, CIO da Lumina Capital, ligaram a luz amarela para essa indústria já no final do ano passado
Além do acordo envolvendo minerais, saúde, defesa, turismo e tecnologia também foram contemplados
Enquanto prepara novas tarifas, o republicano também precisa lidar com outro efeito colateral da decisão da Suprema Corte: a renovação da Câmara e do Senado norte-americano
Na esteira da anulação das tarifas do Dia da Libertação pela justiça norte-americana, o republicano disse que pode refazer acordos comerciais e impor novas taxas nos próximos dias
A maior economia do mundo cresceu abaixo das projeções no quarto trimestre de 2025, enquanto o índice de preços para gastos pessoais, a medida preferida do Fed para a inflação, ficou acima do esperado em dezembro
Citi faz projeções para as principais moedas globais e indica qual deve ser a cotação do dólar em relação ao real no horizonte de 12 meses
Ex-príncipe Andrew foi preso hoje por “má conduta” em caso envolvendo suas relações com Jeffrey Epstein; se condenado, ele corre o risco de cumprir pena de prisão perpétua.
Enquanto o S&P 500 caiu 1% desde o início do ano, o índice que acompanha o restante da economia global (ACWX) rendeu 8% no período
Na América Latina, o país mais propenso a receber o selo de bom pagador é o Paraguai; México é o pior da lista
O investidor local tem visto uma enxurrada de dinheiro gringo entrar na bolsa brasileira, mas a ata desta quarta-feira (18) mostra como essa dinâmica pode mudar — ainda que momentaneamente
O bilionário tirou Milei da carteira e colocou titãs da bolsa brasileira como Petrobras e Vale; confira a estratégia vencedora do dono do fundo Duquesne
As ações da big tech despencaram 18% na pior sequência de perdas desde 2026, enquanto mercado questiona plano de US$ 200 bilhões em investimentos
Ao contrário do que pensam seus colegas economistas, De Pablo descarta a tese de que o BC argentino esteja sofrendo para sustentar o valor do peso
Além da tese de investimentos, o banco norte-americano ainda deixa um alerta sobre o efeito da inteligência artificial (IA) sobre as carteiras
A tradicional resiliência do dólar em tempos de crise está sob escrutínio, segundo o Deutsche Bank, à medida que a alta exposição das ações dos EUA à inteligência artificial cria uma nova vulnerabilidade cambial
Segundo o The Wall Street Journal, as autoridades chinesas estão tentando conter a especulação excessiva em ações de empresas ligadas à inteligência artificial
Em busca de juros baixos, Sanae Takaichi teve um encontro com o chefe do BoJ nesta segunda-feira (16), mesmo dia em que os dados oficiais mostraram um PIB fraco
BB Seguridade avança, apesar de corte no preço-alvo pelo Goldman Sachs; Bradesco e Vale recuam, e EWZ cai mais de 1%
Enquanto Elon Musk isola-se no topo, fundadores da Anthropic escalam o ranking da Forbes; confira as fortunas
A última grande aquisição do país ocorreu em 1917, quando os EUA compraram as Ilhas Virgens, que pertenciam justamente à Dinamarca, atual “dona” da Groenlândia