O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
O presidente norte-americano ficará cara a cara com o homem com quem tem falado regularmente nos últimos 10 meses, mas não se encontrou pessoalmente desde o início da invasão russa
A luta de Volodymyr Zelenski não é contra o exército do rei Xerxes, mas 300 dias depois da invasão da Ucrânia pela Rússia, o presidente ucraniano deixou o país em guerra rumo aos EUA para tratar de um inimigo comum: Vladimir Putin.
A ida de Zelenski a Washington nesta quarta-feira (21) tenta evitar o que o rei Leônidas não conseguiu no filme 300: a derrota.
Nas palavras do próprio presidente da Ucrânia, “a visita visa fortalecer a resiliência e as capacidades de defesa” do país em meio a repetidos ataques russos ao abastecimento de energia e água no auge do inverno.
Armas, armas e mais armas. Por isso Zelenski foi aos EUA. Ele quer garantir a recomposição do armamento ucraniano e, para receber o arsenal, foi explicar pessoalmente ao presidente norte-americano, Joe Biden, por que precisa de certo tipo de equipamento militar.
"Em particular, veículos blindados, os mais recentes sistemas de defesa antimísseis e mísseis de longo alcance", disse o conselheiro político presidencial da Ucrânia, Mykhailo Podolyak.
Além das armas, Zelenski deve retornar à Ucrânia com os bolsos cheios já que Biden anunciará quase US$ 2 bilhões em mais assistência militar para a Ucrânia — incluindo uma bateria de mísseis Patriot para ajudá-la a se defender contra mísseis russos.
Leia Também
Para isso, Zelenski se reúne hoje com o presidente dos EUA e com os principais assessores de segurança nacional na Casa Branca, participará de uma entrevista coletiva conjunta com Biden marcada para 18h30 (de Brasília) e depois irá ao Capitólio para discursar em uma sessão conjunta do Senado e da Câmara dos Deputados dos EUA.
Toda essa movimentação de Zelenski em busca de mais armamentos mostra que a paz entre russo e ucranianos não está próxima de ser alcançada — uma sinalização reforça também por Putin.
Mais cedo, o Kremlin afirmou que não vê chance de negociações de paz com Kiev — muito pelo contrário.
Em uma ligação com repórteres, o porta-voz Dmitry Peskov disse que o fornecimento contínuo de armas ocidentais à Ucrânia levaria a um "aprofundamento" do conflito.
A Rússia invadiu a Ucrânia em 24 de fevereiro com o objetivo de capturar Kiev rapidamente. Putin, no entanto, não só não contava com a resistência ucraniana como também sofreu reveses durante a guerra.
*Com informações da Reuters
Disparada do petróleo após fechamento do Estreito de Ormuz pode dobrar arrecadação com imposto sobre produção
Apesar das incertezas com relação à evolução do conflito no Oriente Médio e à consequente sombra sobre a trajetória da inflação e dos juros no mundo, os investidores têm um caminho claro a seguir
Após ultimato e ameaça a infraestrutura iraniana, presidente dos EUA recua e abre janela de negociação mediada pelo Paquistão
O investidor estrangeiro está comprando a B3, mas não tudo, segundo o Itaú BBA; saiba por que os gringos já injetaram R$ 29,7 bilhões em ETFs brasileiros neste ano
Japão e a Coreia do Sul sofrem; Pequim respira com um alívio que mistura estratégia de longo prazo e uma ajudinha do combustível fóssil mais tradicional de todos
Jamie Dimon fala dos efeitos das guerras, da inteligência artificial e das regras bancárias na aguardada carta anual aos acionistas
Pix já funciona de maneira limitada em algumas localidades estrangeiras, mas Banco Central prepara internacionalização mais abrangente da ferramenta que tira o sono de Donald Trump
O anúncio ocorre após Trump fazer mais um ultimato ao Irã, sob a ameaça de destruir usinas de eletricidade e pontes do país persa
Os ataques ocorreram cinco semanas após os primeiros bombardeios dos Estados Unidos e de Israel no Irã
Comum a cristãos, judeus e a outras culturas, a Páscoa ganha tradições e adaptações muito diferentes ao redor do mundo
A quarta maior economia do mundo está sob cerco; entenda como a guerra entre EUA e Irã reacendeu traumas financeiros na Índia e o impacto para os mercados
Para Brett Collins, gerente de portfólio de crédito da gestora do Nomura, guerra no Irã é um dos maiores riscos para o mercado de crédito corporativo hoje, mas Trump deve evitar que ela se arraste
Brendan Ahern, CIO da KraneShares, diz onde o governo chinês acerta, onde erra e onde o Ocidente subestima Pequim — “esse é um caminho que não tem mais volta”
Missão Artemis 2 vai levar o homem de volta à órbita da Lua pela primeira vez em mais de 50 anos, mas um em cada três brasileiros jura que ele nunca esteve lá antes.
Participando de evento na universidade nesta segunda-feira (30), ele avalia falou sobre o futuro da política monetária com a guerra e a inflação batendo na porta do banco central norte-americano
Autoridades norte-americanas insistem que a guerra pode estar se aproximando de um ponto de inflexão, mas os líderes iranianos continuam a rejeitar publicamente as negociações
A crise de combustíveis arrombou a porta na Ásia e agora ameaça entrar pela janela da Europa; confira as medidas de emergência que estão sendo tomadas para conter a disparada do petróleo e do gás no mundo
A prata não ficou atrás no movimento de correção, caindo 2,18% na sessão desta sexta-feira (20) e acumulando uma perda semanal ainda mais expressiva que a do ouro: 14,36%
Ator e campeão esportivo faleceu aos 86 anos após ser internado no Havaí; Chuck Norris deixa cinco filhos, incluindo o ator Mike Norris, e a esposa Gena O’Kelley
Em dia de forte aversão ao risco, o manual de sobrevivência do mercado mudou. Entenda por que os metais chegaram a cair 10% nesta quinta-feira (19), arrastando as ações das mineradoras