Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos

Liliane de Lima

É repórter do Seu Dinheiro. Jornalista formada pela PUC-SP, já passou pelo portal DCI e setor de análise política da XP Investimentos.

ROTA DO BILHÃO

Bill Gates: Como o fundador da Microsoft se tornou um dos homens mais ricos do planeta e revolucionou a forma como você lida com a tecnologia

O bilionário começou a programar aos 13 anos; estudou em Harvard, mas deixou a graduação para fundar a Microsoft, na década de 1970

Liliane de Lima
17 de julho de 2022
8:16 - atualizado às 15:45
Bill Gates
Imagem: Shutterstock/Montagem Brenda Silva

Hoje em dia é difícil imaginar como seria a sua jornada de trabalho sem Bill Gates. Ou melhor, sem uma planilha de Excel, um documento em word ou uma apresentação sem o PowerPoint. Isso sem falar que todos eles rodam sob o sistema Windows.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O que há em comum em todas essas ferramentas que revolucionaram a forma como lidamos com a tecnologia é justamente o grande cérebro por trás delas. 

Entusiasta da tecnologia, escritor, filantropo e “blogueiro” nas horas vagas, Bill Gates fez parte da história recente e dificilmente alguém não saiba quem é ele. Empreendedor de sucesso, sua empresa ultrapassou décadas e crises mundiais e em 2025 completa meio século de existência. 

Com um patrimônio de US$ 129 bilhões, aos 66 anos, Gates é o quarto homem mais rico do planeta, segundo o ranking anual da Forbes, divulgado em abril.

Mas, será que a riqueza de Bill Gates vem somente da Microsoft? Como ele se mantém como um dos homens mais ricos do mundo há mais de 10 anos? 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Confira nosso especial da Rota do Bilhão

Leia Também

Criança prodígio 

William Henry Gates, mais conhecido como Bill Gates, nasceu em Seattle, em 1955. Amante de leitura — e em um tempo que não havia celulares  — ele era uma daquelas crianças que só largava o livro quando ia para a mesa de jantar. 

A trajetória de Gates no universo da tecnologia começou cedo. Filho de William Gates Sr., um advogado, e da professora universitária Mary Gates, Gates começou a programar aos 13 anos. 

Durante o ensino médio, o jovem prodígio fazia pausas nas aulas para aprender mais sobre o mundo da informática. Naquela época, os computadores ocupavam salas inteiras. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Aos 18 anos, Gates se tornou um aluno da prestigiosa Universidade Harvard — mas por pouco tempo. 

De Harvard à Microsoft

Estudar não era um sacrifício para Gates. Na universidade, ele cursou matemática, direito e ciência da computação. Porém, a vontade de “revolucionar” os computadores não podia esperar o término da graduação. 

Gates era visionário e enxergava um futuro em que cada pessoa poderia ter um computador em casa, sem a necessidade de um cômodo exclusivo para o equipamento — e ele estava certo. 

Ele deixou Harvard dois anos depois de ingressar na instituição e, junto com o amigo de infância Paul Allen, criou um sistema de interpretação da linguagem BASIC, voltado para o computador Altair 8800, da empresa Micro Instrumentation and Telemetry Systems (MITS). 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Na época, a linguagem havia sido desenvolvida por professores americanos para não especialistas em informática, mas não era qualquer um que conseguia operar a máquina. O desenvolvimento do programa de interpretação foi o pontapé inicial para a fundação da Microsoft. 

Isso porque a atividade de programar era vista como um hobby; o grande negócio, até então, era produzir as máquinas.  

Uma grande aposta 

Em 1975, Gates e Allen fundaram o que viria a ser uma das maiores empresas de tecnologia do mundo. Mas, naquele momento, já havia consolidadas corporações no ramo e que poderiam desafiar a sobrevivência da Microsoft. 

Só que em vez de enxergar concorrentes imbatíveis, Gates viu prováveis parcerias com os gigantes da época. A primeira delas foi com a IBM. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

No início dos anos 1980, a então líder no mercado dos grandes computadores decidiu desenvolver os primeiros computadores pessoais. Mas o sistema operacional era o problema. Esta era a oportunidade do jovem empresário — que se tornou um dos maiores blefes da história. 

Gates disse que tinha o programa, assinou o contrato e assumiu um prazo de entrega impossível. Tinha tudo para dar errado — mas se revelou uma tacada de mestre. Ele pegou um avião, comprou um sistema pronto de um programador, fez alguns ajustes e deu o nome de MS-DOS, que se tornou o programa mais importante da história da Microsoft. 

A parceria deu certo e a Microsoft revendeu o sistema por US$ 8 milhões, mantendo a licença do produto. Isso lhe rendeu a posição de milionário aos 26 anos, antes mesmo do lançamento do seu principal produto, o Windows. 

Anos depois, a primeira versão do sistema operacional da Microsoft foi lançada. Versões foram melhoradas e o Windows passou a ser o software mais utilizado do mundo. Em 2005, cerca de 90% dos computadores pessoais operavam o sistema da empresa de Bill Gates. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Bill Gates: o bilionário mais jovem do mundo 

A parceria com a IBM também fez a Microsoft prosperar. Ainda na década de 1980, a Microsoft abriu o capital na bolsa de valores. 

Em 1986, ano em que a empresa passou a ser negociada no mercado de ações, o então milionário detinha 45% dos papéis da companhia, na época avaliada em US$ 315 milhões. 

No ano seguinte, aos 31 anos de idade, Bill Gates fez o seu primeiro bilhão e se tornou um dos homens mais ricos do mundo. 

Nove anos depois, o jovem bilionário assumiu a liderança do ranking dos bilionários da Forbes, e repetiu o feito por outras 18 vezes, do total de 34 edições. O único na história que conseguiu aparecer tantas vezes. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Em 2008, ele perdeu o posto para um grande amigo e parceiro na filantropia, Warren Buffett, mas recuperou as perdas no ano seguinte. 

Por fim, Gates ficou entre os três mais ricos entre 2010 e 2013, e reassumiu a liderança entre 2014 e 2017. Depois, outros nomes desbancaram o bilionário como Elon Musk, Jeff Bezos e Bernard Arnault. 

Bill e Melinda Gates: casamento, divórcio e filantropia

A vida de Gates longe dos negócios sempre foi reservada. Ele se casou com Melinda French em 1994, um ano antes do lançamento do Windows 95. 

Ela era cientista de computação na Microsoft e juntos tiveram três filhos: Jennifer, Rory e Phoebe

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Em 2000, Bill Gates deixou a cadeira de CEO da Microsoft, dando lugar a Steve Ballmer. 

Isso porque a dedicação do bilionário se voltou para outro lugar: junto com a então esposa Melinda, fundou a instituição filantrópica que leva o nome deles: Fundação Bill & Melinda Gates. 

As atividades da instituição são voltadas para a promoção da preservação e manutenção da existência da humanidade e do planeta. Educação, prevenção de pandemias, redução de mortes na infância, erradicação de doenças, melhora na segurança alimentar e mitigação das mudanças climáticas são algumas das pautas defendidas. 

Desde a criação da entidade, o bilionário doou quase US$ 57 bilhões, incluindo a mais recente de US$ 20 bilhões, anunciada por ele na última quarta-feira (13)

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A fundação ainda contou com a ajuda e o apoio de Warren Buffett.  Em 2010, o megainvestidor criou juntamente com Bill e Melinda Gates, então esposa do dono da Microsoft, o projeto “The Giving Pledge”. A ideia era estimular bilionários a destinarem pelo menos a metade de sua fortuna à filantropia. 

Buffett, então, tornou-se curador da Fundação Bill & Gates e realizou doações bilionárias. A última foi feita em junho de 2021, quando renunciou ao cargo na instituição, no valor de US$ 32,7 bilhões. 

Gates se dedica integralmente à fundação desde 2020, quando deixou o conselho da Microsoft e reduziu a participação para um pouco mais de 1% em ações. 

Apesar da parceria na filantropia, o casamento de Bill e Melinda, porém, durou 27 anos. Em maio de 2021, o mundo se surpreendeu com o divórcio. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O motivo real da separação nunca foi oficialmente divulgado, embora existam rumores de que Gates estivesse envolvido em casos extraconjugais. 

O divórcio também envolveu bilhões. Melinda se tornou uma das mulheres mais ricas após a transferência de pelo menos US$ 5,7 bilhões em ações de empresas que estavam na carteira de Gates. 

Diversificação da carteira 

Digamos que Gates aprendeu que a fortuna não deve ser constituída de um ativo apenas — talvez por influência de Warren Buffett. 

De certo, as ações, hoje minoritárias, da Microsoft não foram os únicos “tijolos” na construção de império de bilhões. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Na carteira de Gates, há empresas de biotecnologia, transporte e energia, por exemplo. As mais expressivas delas são a companhia ferroviária canadense Canadian National Railway, a varejista norte-americana no segmento de veículos novos e usados AutoNation e a rede de hotéis de luxo Four Season. 

Além disso, o bilionário tem participações na empresa de Buffett, da Berkshire Hathaway, e é um dos maiores proprietários de terras agrícolas nos EUA. 

Por fim, vale saber que a Microsoft não foi a única empresa fundada por Gates. Em 2015, o bilionário criou a Breakthrough Energy, que atua na transição energética, bem como em iniciativas de geração de energia de zero carbono. 

“Blogueiro” e escritor nas horas “vagas” 

Além de empresário e um investidor nato, Bill Gates também escreve além do mundo dos negócios. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Com autoria em mais de 10 livros, os mais recentes são "Como evitar um desastre climático: as soluções que temos e as inovações necessárias” (2021) e “Como prevenir a próxima pandemia” (2022). 

Ele ainda mantém um blog, o GatesNotes, com resenhas de livros, recomendações de leitura, percepções e opiniões sobre os problemas enfrentados pelo planeta, como os temas de equidade e diversidade de gênero, desigualdade social e mudanças climáticas. 

Por lá também escreve sobre a Fundação “Bill & Melinda Gates” e os planos futuros. Todas as publicações são adaptadas e publicadas nas redes sociais do bilionário, que tem perfis ativos no Instagram, Twitter, Facebook e Youtube.

Bill Gates fora da Forbes

Por fim, não podemos terminar esse especial da Rota de Bilhão sem falar do anúncio mais recente de Bill Gates: a doação de US$ 20 bilhões para a sua instituição filantrópica. Mas, essa não era a informação mais importante. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Por meio do blog “GatesNotes”, e depois nas redes sociais, o bilionário anunciou que pretende deixar a lista Forbes, por conta própria, em breve. 

“Ao olhar para o futuro, meu plano é dar toda a minha riqueza à fundação, além do que gasto comigo mesmo e com minha família. [...] Eu sei que vou perder posições e eventualmente sair da lista das pessoas mais ricas do mundo.”, afirmou Gates no último dia 13 de julho. 

“É genial festejar o sucesso, mas é mais importante aprender com lições do fracasso.”

Bill Gates

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
FOCO EM RENDA EXTRA

Não é Auren (AURE3) nem Engie (EGIE3): a elétrica favorita do Santander pode pagar dividendos de até 24%

3 de abril de 2026 - 11:04

Os analistas destacam que a ação preferida no setor elétrico do banco tem um caixa robusto, que pode se traduzir em dividendos extras para os acionistas

ONDE INVESTIR

Onde investir em abril? Os ativos para se proteger do risco geopolítico e ainda ganhar dinheiro; Petrobras (PETR4) se destaca com dividendos no radar

3 de abril de 2026 - 7:01

Confira as recomendações da Empiricus Research em abril para ações, dividendos, fundos imobiliários, ações internacionais e criptomoedas

MERCADOS HOJE

Trump promete força total na guerra contra o Irã e espalha medo, mas Ibovespa consegue se segurar, enquanto petróleo dispara

2 de abril de 2026 - 10:56

Em discurso à nação na ultima quarta-feira (1), Trump prometeu “levar o Irã de volta a Idade da Pedra”. Com isso, os futuros do Brent dispararam, mas bolsas ao redor do mundo conseguiram conter as quedas. Ibovespa encerrou o dia com leve alta de 0,05%, a 188.052,02 pontos

AÇÃO DO MÊS

Axia Energia (AXIA6) segue nos holofotes com dividendos no radar — mas não é a única; confira as favoritas dos analistas para investir em abril

2 de abril de 2026 - 6:04

A Axia Energia teve que abrir espaço para uma outra empresa do setor, além de dividir o pódio com duas companhias do setor bancário e de aluguel de carros

PORTFÓLIO INTERNACIONAL

Tchau, Ozempic? Empiricus corta Novo Nordisk e outras gigantes de carteira para abril — e reforça aposta em IA, streaming e petróleo

1 de abril de 2026 - 18:33

Revisão da carteira internacional mostra uma guinada estratégica para capturar novas oportunidades no mercado global; veja quem saiu e quem entrou no portfólio

VEJA O CASO A CASO

Guerra no bolso: BofA rebaixa Azzas 2154 (AZZA3) e corta projeções de Magazine Luiza (MGLU3), GPA (PCAR3) e mais — veja quem sofre e quem escapa no varejo

1 de abril de 2026 - 17:28

O banco cortou a recomendação da dona da Hering de compra para neutra, enquanto revisou estimativas para uma série de outras empresas brasileiras diante da guerra e juros elevados

QUEM VAI SE DAR MELHOR

Sai Prio (PRIO3), entra Petrobras (PETR4): dividendo com o fim da guerra é o alvo do BTG para abril

1 de abril de 2026 - 15:51

Banco vê estatal mais protegida em um possível cenário de petróleo mais barato e traz Embraer de volta à carteira do mês

RENDA EXTRA NÃO VALE A PENA?

Cyrela (CYRE3) pode ativar ‘gatilho’ que pagaria até R$ 1,9 bilhão em dividendos extraordinários — mas o lucro não deve chegar ao bolso do acionista; por quê?

1 de abril de 2026 - 15:15

JP Morgan calcula que a venda de subsidiárias poderia gerar renda extra para os acionistas da Cyrela, mas a operação não seria tão benéfica; entenda

LOCATÁRIOS DE PESO

Alianza Trust Renda (ALZR11) traz Fleury (FLRY3) para o portfólio de inquilinos com compra de imóvel — e Shopee pode ser a próxima

1 de abril de 2026 - 13:59

As operações reforçam a estratégia do ALZR11 de ampliar a exposição a contratos com inquilinos de grande porte

AÇÕES SOBEM FORTE

Braskem: Citi muda de ideia sobre BRKM5 e eleva recomendação logo antes de notícia sobre possível proteção contra credores

1 de abril de 2026 - 11:50

Banco vê alívio com alta dos spreads petroquímicos em meio à guerra no Oriente Médio e eleva preço-alvo para R$ 10, mas incertezas sobre dívida e possível proteção contra credores seguem no radar. Segundo a Bloomberg, falência não está descartada

ESPAÇO E IA

SpaceX, de Elon Musk, reúne 21 bancos para o maior IPO da história, diz Reuters; um deles é brasileiro

1 de abril de 2026 - 10:24

A empresa é controlada pelo fundador e presidente-executivo Musk, que já é o mais rico do planeta com US$ 817 bilhões no bolso, e a captação de ainda mais valor no mercado pode fazer esse valor explodir.

O INIMIGO AGORA É O MESMO

‘Taxa das blusinhas’ pode cair e acende alerta no varejo: Lojas Renner (LREN3), C&A (CEAB3) e Riachuelo (RIAA3) estão preparadas?

31 de março de 2026 - 18:35

Para o BTG Pactual, revisão das tarifas pode reacender a pressão competitiva de plataformas estrangeiras, colocando varejistas brasileiros sob novo teste em meio a juros altos e consumo enfraquecido

OPORTUNIDADE SEGUE NA MESA

Vale (VALE3) tropeça e ação cai 6,8% em março, mas mineradora está longe do fim da linha com dividendos extraodinários à frente

31 de março de 2026 - 18:14

Na leitura do mercado, o movimento de queda dos papéis nos últimos 30 dias tem menos a ver com as tensões geopolíticas e mais com fatores específicos

CHEGOU A HORA DE BRILHAR?

Bresco Logística (BRCO11) recua abaixo do valor patrimonial, e analistas veem oportunidade; entenda o que esperar do ativo e do mercado de FIIs daqui para frente

31 de março de 2026 - 16:31

Com os principais segmentos dos FIIs já em ciclo de recuperação, há agora uma fase de expansão potencial, e o BRCO11 é o preferido para brilhar

VISÃO DE ESPECIALISTA

Elétricas, petróleo e construtoras: onde se escondem as oportunidades na bolsa, segundo gestores

31 de março de 2026 - 15:32

Apesar das incertezas sobre a demanda no longo prazo, gestor avalia que o risco de preços muito baixos da commodity diminuiu e que setor do petróleo tem potencial de alta

O QUE FAZER COM AS AÇÕES

Maior alta do Ibovespa: Natura (NATU3) salta mais de 10% com “selo” de gigante global e outro acordo de acionistas. Hora de comprar?

31 de março de 2026 - 14:31

Ações da Natura (NATU3) lideram os ganhos do Ibovespa após anúncio de nova estrutura de governança e sinalização de investimento relevante da Advent, que pode redefinir o valuation e sustentar o interesse pelo papel.

ALÉM DOS GRINGOS

Virada de jogo? Brasil se destaca entre emergentes e investidor local volta à B3, diz Itaú BBA

30 de março de 2026 - 18:04

Segundo o banco de investimentos, o cenário macro mais favorável coloca o Brasil em evidência

VIRADA DE CARTEIRA

Brasileiros perdem interesse na renda fixa e ações ganham espaço aos poucos — mesmo com a guerra aumentando os riscos, diz XP

30 de março de 2026 - 15:42

Levantamento com assessores indica que apetite por risco permanece inalterado, com o sentimento pelo Ibovespa deteriorando na margem

EFEITO BRENT

Guerra, petróleo em alta e novos poços: a combinação que colocou a Brava (BRAV3) no topo da bolsa nesta segunda

30 de março de 2026 - 13:18

Companhia inicia campanha de perfuração e aproveita cenário externo turbulento para ganhar tração no Ibovespa

MERCADOS HOJE

Ibovespa e dólar avançam com mercado dividido sobre a guerra e Galípolo “ganhando tempo”; veja os destaques de hoje

30 de março de 2026 - 11:55

Os mercados começaram a semana sob tensão geopolítica, com guerra no Oriente Médio elevando o preço do petróleo e dividindo investidores, enquanto falas de Galípolo reforçam cautela do BC

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar
Jul.ia
Jul.ia
Jul.ia

Olá, Eu sou a Jul.ia, Posso te ajudar com seu IR 2026?

FAÇA SUA PERGUNTA
Dúvidas sobre IR 2026?
FAÇA SUA PERGUNTA
Jul.ia
Jul.ia