🔴 FÁBRICA DE AGENTES DE IA: TENHA ACESSO AOS MESMOS AGENTES AUTÔNOMOS USADOS NA EMPIRICUS – SAIBA COMO

Conteúdos exclusivos da Empiricus

Parceria Seu Dinheiro e Empiricus:

Salve suas matérias favoritas do Seu Dinheiro criando uma conta gratuita na Empiricus.

E tem mais: ao criar sua conta gratuita, você ganha acesso a um universo de conteúdos que vai muito além das notícias.

Relatórios, cursos, podcasts, newsletters e estratégias de investimento para transformar informação em melhores decisões.

FINANÇAS NAS TRINCHEIRAS

Três investimentos para defender a sua carteira em um cenário de guerra entre Rússia e Ucrânia

Embora distante da realidade brasileira, a chance do conflito armado acelerou o movimento de rotação setorial, com a migração de recursos de ativos caros para ativos baratos, de teses de crescimento para teses tradicionais

Bandeiras da Ucrânia e da Rússia com armas, simbolizando as tensões entre os dois países
Bandeiras da Ucrânia e da Rússia com armas, simbolizando as tensões entre os dois países - Imagem: FabrikaPhoto/Envato

As trincheiras normalmente são usadas por soldados como uma maneira de se proteger do inimigo na guerra sem perder a capacidade de ataque. Na iminência de um conflito armado entre Rússia e Ucrânia, como proteger investimentos dos riscos sem perder a rentabilidade?

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Apesar de soar distante para muitos, a chance de um enfrentamento entre tropas russas e ucranianas tem muita relação com a realidade dos investidores. Isso por conta dos desdobramentos econômicos diretos e indiretos reservados aos países envolvidos no conflito. 

Quando se avalia a Rússia e a Ucrânia, uma das primeiras coisas que saltam aos olhos é a relação dos dois países com commodities energéticas, mais precisamente petróleo e gás

Embalados pela retomada da economia em nível global e a quebra da cadeia de suprimentos, os preços das matérias-primas passaram a subir, alimentando a inflação em várias partes do mundo. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Esse movimento de aumento de preço das commodities ganhou ainda mais força com a chance de uma crise geopolítica, o que fez o petróleo se aproximar dos US$ 97 o barril - o nível mais alto em mais de sete anos

Leia Também

BARGANHA GEOPOLÍTICA

Xi Jinping tem arma contra Trump que pode beneficiar uma empresa no Brasil, defende BTG

MUITO CUIDADO

Suzano (SUZB3) ou Klabin (KLBN11)? Bradesco BBI analisa setor de papel e celulose e apresenta sua “top pick”

Como nem tudo são flores no caminho do investidor, quando as commodities energéticas ficam mais caras, o custo da energia também aumenta. O resultado? Inflação elevada

E, a partir daí, começa uma outra guerra, e a taxa de juros se torna a arma preferida dos bancos centrais para conter a disparada de preços. 

Em certo grau, nasce o movimento de rotação setorial, com a migração de recursos de ativos caros para ativos baratos, de teses de crescimento (duration longo) para teses tradicionais (duration mais curto, ao menos relativamente), da nova economia para a velha economia. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Investimentos e guerra: o que ter na carteira? 

Em meio a um processo que estava acontecendo e que a crise na Ucrânia acelerou, o analista da Empiricus, Matheus Spiess, dá três alternativas para investimentos: ativos de renda fixa atrelados à inflação, fundos imobiliários também indexados e ações bem selecionadas. 

Com a inflação em patamar elevado, é interessante ter títulos de renda fixa indexados à inflação (que pagam IPCA+ taxa). Para o momento atual, gosto de uma combinação de vértices relativamente mais curtos, como o título do Tesouro IPCA+2026, e mais longos, como o IPCA+ 2055”, diz Spiess, em análise publicada no site da Empiricus

Sobre os fundos imobiliários, ele cita os FIIs de tijolo, que reajustam aluguéis conforme índices de inflação, além de fundos de crédito imobiliário - os chamados fundos de papel, que também sejam atrelados aos índices de inflação. 

“Meus preferidos são o Kinea Securities (KNSC11) e o Mauá Capital Recebíveis Imobiliários (MCCI11)”, afirma. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

No caso das ações, Spiess diz que é preciso fazer o picking, ou seja, escolher ações de companhias com bons fundamentos e baratas

Segundo ele, o cenário de aperto monetário privilegia papéis da velha economia como de produtoras de commodities e bancos tradicionais, bem como de companhias de setores cíclicos domésticos descontadas. 

“As posições em ações tendem a ganhar em ambiente inflacionário, pois são ativos que costumam andar nominalmente. Gosto particularmente das companhias do setor de energia, como Alupar (ALUP11) e Eneva (ENEV3)”, afirma. 

Spiess ressalta que essas são algumas alternativas e lembra que o investidor precisa fazer um planejamento com o devido dimensionamento das posições em cada ativo, conforme o perfil de risco, considerando a diversificação da carteira, incluindo algumas proteções associadas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Moeda de 1 real ao lado de outras moedas empilhadas 22 de setembro de 2026 - 6:03
Pé-de-Meia: programa federal que financia a permanência de estudantes no ensino médio público 21 de setembro de 2026 - 5:50
Fritz Haber Nobel de Química 19 de setembro de 2026 - 10:39
Felipe Salto, economista-chefe da Warren Investimentos, aparece em uma montagem com a frase: Risco do Brasil quebrar é zero 18 de setembro de 2026 - 15:29
Mega-Sena, Quina e Lotofácil tiveram ganhadores ontem. 18 de setembro de 2026 - 6:43
Imagem de moedas e uma calculadora com setas representando alta 17 de setembro de 2026 - 20:20
17 de setembro de 2026 - 14:03
Celular com homem usando plataformas de apostas online 17 de setembro de 2026 - 13:28
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar