O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Com a nova determinação, as leis municipais voltam a definir a data da cobrança do imposto antes do registro, mesmo sem o registro imobiliário
Se arrependimento matasse… o Supremo Tribunal Federal (STF) teria com que se preocupar. Pouco mais de um ano e meio desde que os ministros decidiram mudar a cobrança do Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis (ITBI), o STF decidiu voltar atrás.
Em julgamento no plenário virtual feito na noite de ontem (31), o Supremo votou para anular sua própria decisão, feita em fevereiro de 2021. A sessão terminou com sete votos a favor e quatro contrários à mudança.
A antiga deliberação determinava que o pagamento do ITBI deveria ser feito apenas no momento do registro do imóvel em cartório durante a transferência da propriedade imobiliária.
Com a nova determinação, as leis municipais voltam a definir a data da cobrança do imposto. Desse modo, o recolhimento da taxa geralmente é feito antes do registro — como na assinatura dos contratos de compra e venda —, mesmo sem o registro imobiliário.
A mudança votada pelo STF acontece depois da votação no plenário na última sexta (26), na qual a maioria dos ministros concluiu que houve uma "confusão processual" ao analisar um pedido de recurso extraordinário. Voltemos um pouco na história.
Em fevereiro do ano passado, os ministros decidiram que a cobrança do ITBI só deveria ser feita a partir da transferência da propriedade imobiliária, efetivada mediante o registro em cartório.
Leia Também
Na época, o município de São Paulo apresentou recurso contra a decisão do Tribunal de Justiça estadual (TJ-SP), que considerou ilegal a cobrança do ITBI a partir da cessão de direitos firmada nos contratos de compra e venda dos imóveis.
Os representantes da cidade alegaram que os precedentes analisados pelo Supremo se referiam a apenas uma das três hipóteses de pagamento do imposto.
O primeiro recurso foi negado por maioria de votos.
Então, o município de São Paulo apresentou um segundo recurso para a Corte reavaliar a decisão.
O julgamento foi levado ao plenário virtual na semana passada, com o placar virando a favor da cidade. Sete dos onze ministros do Supremo votaram para desfazer a decisão que aplicava a “reafirmação da jurisprudência” — ou seja, manter a decisão anterior.
O caso foi distribuído ao presidente Luiz Fux, que votou para manter a decisão feita no ano passado, acompanhado pelos ministros Alexandre de Moraes, Cármen Lúcia e Rosa Weber.
Porém, o ministro Dias Toffoli abriu uma divergência, retomando a afirmação feita por São Paulo, de que a determinação do Supremo em 2021 não havia considerado todas as hipóteses de cobrança do ITBI no processo.
"Não há precedente firmado em sede de repercussão geral, o que evidencia a necessidade de o Tribunal Pleno se debruçar, com profundidade, a respeito do exato alcance das diversas situações a que se refere o mencionado dispositivo, mormente quanto à relevante discussão a respeito da cobrança do ITBI sobre cessão de direitos relativos à aquisição de imóvel", argumentou Toffoli.
Ou seja, a decisão do STF sobre a cobrança do ITBI não consideraria todos os casos e alcances ligados ao imposto, o que demandaria uma nova e profunda análise sobre o caso.
Por isso, Toffoli defendeu a invalidação da primeira decisão, acompanhado pelos ministros Ricardo Lewandowski, Luiz Edson Fachin, André Mendonça, Nunes Marques, Luís Roberto Barroso e Gilmar Mendes.
O ITBI (Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis) é cobrado de quem compra um imóvel e oficializa a transação. Isto é, enquanto a taxa não for quitada, a escritura definitiva não é passada ao comprador.
O cálculo do imposto e a emissão do boleto são realizados pela prefeitura de onde é localizado o imóvel.
A taxa varia a depender da cidade, uma vez que é um tributo municipal. Normalmente, as prefeituras cobram entre 2% e 3% do valor do imóvel, com um limite máximo de 5% estabelecido em Constituição.
*Com informações de Estadão Conteúdo
Assim como aconteceu na rodada anterior, a Lotofácil foi a única loteria a ter ganhadores na rodada de quinta-feira (9). Além da Mega-Sena, a Quina, a Dia de Sorte e a Timemania também acumularam.
Empresa surfa o boom logístico, combina proventos elevados e ainda negocia com desconto, segundo a própria gestão
Entidades dizem reconhecer as discussões como um debate legítimo, mas defendem que o impacto será severo sobre a economia, investimentos e geração de empregos formais
Até então, as alíquotas para a exportação dessas companhias eram de 0%. Em evento, ministro de Minas e Energia defendeu o imposto
Lotofácil foi a única loteria a ter ganhadores na noite de quarta-feira (8). Todas as demais modalidades sorteadas ontem acumularam. Hoje (9), a Timemania divide as atenções com a Mega-Sena.
Lais Costa, analista da Empiricus Research, explica por que tantos fundos sofreram com o conflito e mostra que outra classe corre risco em um cenário de juros altos
Do universo digital ao musical, itens apreendidos ganham nova chance em leilão da Receita Federal que começa hoje
Para os analistas, o foco dos eleitores agora não é somente quem deve ganhar a corrida para a presidência, mas também para o Congresso
Em 2025, o crédito imobiliário no Brasil somou aproximadamente R$ 324 bilhões em originações, segundo dados apresentados pelo banco
Fundo teve leve alta em março e acumula ganhos acima do CDI em 2026, com estratégia focada no Brasil e proteção contra inflação
Para Anthropic, há uma nova preocupação além dos erros humanos: a vulnerabilidade dos sistemas contra ataques cibernéticos
Lotofácil foi a única loteria a ter ganhadores na rodada de terça-feira, 7 de abril. Além da Mega-Sena, a Quina, a Dia de Sorte e a Timemania também acumularam. +Milionária pode pagar R$ 34 milhões hoje.
Durante evento do Bradesco BBI, o economista afirmou que vê conflito caminhando para intensificação e alertou para os efeitos no petróleo e nos mercados
Genoa, Kapitalo e Ibiuna participaram de evento do Bradesco BBI e falaram sobre a dificuldade de leitura no cenário volátil atual
Sam Altman, CEO da OpenAI, publicar artigo sobre o avanço da inteligência artificial e suas consequências para os seres humanos
A explosão das apostas online já pesa mais que os juros no bolso do brasileiro e acende um alerta sobre uma nova crise financeira
Uma pessoa errou todos os números na Lotomania e ainda assim vai embolsar mais de R$ 200 mil, mas cometeu um erro ainda maior na visão de quem entende da modalidade.
Redução no diesel pode passar de R$ 2,60 por litro, mas repasse ao consumidor ainda depende dos estados e das distribuidoras
Com conflito entre EUA, Israel e Irã aparentemente longe de terminar, o presidente do BC vê cenário mais incerto; enquanto isso, inflação sobe nas projeções e espaço para queda dos juros diminui
Estarão disponíveis no leilão da Caixa mais de 500 casas, apartamentos ou terrenos em todo o Brasil; veja como participar