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A empresa fez um levantamento sobre operações cibernéticas conduzidas pelo governo russo; dados mostram que o conflito começou antes mesmo do primeiro soldado de Putin pisar em solo ucraniano
No dia 24 de fevereiro deste ano, as tropas de Vladimir Putin invadiram o território ucraniano pelo leste, onde estão localizadas as regiões separatistas do país, e deram origem a uma guerra que não parece estar perto do fim.
Mas um relatório da Microsoft (MSFT34) divulgado nesta quarta-feira (27) mostra que a guerra entre Moscou e Kiev começou um ano antes do primeiro soldado pisar em solo ucraniano.
Ao invés de tanques, bombas e fuzis, os russos iniciaram a invasão da Ucrânia no campo digital.
Segundo a gigante do setor de tecnologia, hackers do governo russo realizaram várias operações cibernéticas contra a Ucrânia — movimentações essas que serviram para dar apoio aos ataques militares de Moscou, além de promover campanhas de propaganda on-line.
As invasões relatadas — algumas das quais não foram divulgadas anteriormente — sugerem que o ataque cibernético desempenhou um papel maior no conflito do que se sabe publicamente.
Segundo o relatório, a invasão digital pode ter lançado as bases para diferentes missões militares da Rússia na Ucrânia.
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Embora tenha identificado que a guerra começou um ano antes, a Microsoft disse ter constatado, entre os dias 23 de fevereiro e 8 de abril, um total de 37 ciberataques russos destrutivos dentro da Ucrânia.
Uma linha do tempo publicada pela Microsoft mostrou que em 1º de março — o mesmo dia em que um míssil russo foi disparado contra a torre de TV de Kiev — as empresas de mídia da capital foram atingidas por ataques hackers destrutivos e ciberespionagem.
Em outro caso, a equipe de pesquisa de segurança cibernética da empresa registrou ações suspeitas de atores russos na infraestrutura da cidade ucraniana de Sumy. Isso aconteceu duas semanas antes de uma escassez generalizada de eletricidade na região, em 3 de março.
No dia seguinte, segundo a Microsoft, hackers russos invadiram uma rede do governo na cidade ucraniana de Vinnytsia. Dois dias depois, mísseis atingiram o aeroporto da cidade.
Desde o início da guerra, acadêmicos e analistas disseram que a Rússia parece estar menos ativa no domínio cibernético contra a Ucrânia.
Não é no que Kiev acredita. Victor Zhora, um membro do alto escalão do governo ucraniano especializado em segurança cibernética, disse nesta quarta-feira que a Rússia está preparando mais ataque, e que nenhum país deve subestimá-los.
Falando a repórteres, Zhora afirmou que os alvos preferenciais dos ataques cibernéticos russos são empresas de telecomunicações e operadoras de redes de energia.
*Com informações da Reuters
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