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A poucas semanas da definição das alianças, o ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad (PT) parece ter presença assegurada no segundo turno. A dúvida está em relação a quem o enfrentará na disputa

O PSDB governa o Estado de São Paulo ininterruptamente desde 1º de janeiro de 1995. De Mario Covas a Rodrigo Garcia, os tucanos governaram o Estado mais rico do Brasil também com Geraldo Alckmin, José Serra, Alberto Goldman e João Doria.
Nesses 27 anos de hegemonia do PSDB em São Paulo, vices de outros partidos assumiram o governo somente em dois breves períodos nos quais os titulares desincompatibilizaram-se para disputar a presidência.
É verdade que o atual governador, Rodrigo Garcia, abandonou uma longa história no DEM para filiar-se ao PSDB apenas recentemente, em meio às pretensões frustradas de Doria de concorrer à presidência. Mas o que conta é a legenda em que ele está agora.
De qualquer modo, pesquisas de intenção de voto sinalizam que, desde a primeira vitória de Covas, em 1994, a hegemonia tucana no Estado nunca esteve tão em risco.
As mais recentes movimentações políticas em São Paulo reforçam a polarização nacional entre petismo e bolsonarismo na disputa pelo Palácio dos Bandeirantes.
A poucas semanas da definição das alianças para as eleições de outubro, o ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad (PT) parece ter presença assegurada no segundo turno.
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A dúvida está em relação a quem o enfrentará na disputa.
No cenário com a presença de Márcio França, o ex-vice de Alckmin disputaria o segundo turno com Haddad, segundo a mais recente pesquisa do Instituto Datafolha.
Sem Márcio França na jogada, Rodrigo Garcia aparece empatado com o ex-ministro Tarcísio de Freitas (Republicanos), que conta com o apoio do presidente Jair Bolsonaro.
Há especulações de que França poderia desistir da disputa e se lançar candidato ao Senado na coligação de Haddad. Essa hipótese ganhou força com a desistência do apresentador José Luiz Datena (PSC) de disputar o cargo.
*O instituto Datafolha ouviu 1.806 moradores entre os dias 28 e 30 de junho. A margem de erro é de dois pontos porcentuais, para mais ou para menos. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número SP-02523/2022.
*Com informações do Estadão Conteúdo.
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