🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos

Márcio Juliboni, do Money Times

RADIOCASH

Como as mudanças climáticas podem virar um negócio lucrativo para quem investe em créditos de carbono

Em entrevista ao podcast RadioCash, Felipe Bittencourt, sócio-fundador e CEO da WayCarbon, conta como o mercado global de crédito de carbono está ressurgindo

Após implodir entre 2013 e 2020, devido à crise econômica que atingiu a Europa na esteira do fim da bolha imobiliária americana, o mercado mundial de créditos de carbono ressurge e se fortalece.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A urgência para conter os efeitos das mudanças climáticas e a pressão dos investidores e consumidores impelem governos e empresas a desenvolver projetos de mitigação de emissões ou de retirada de gases poluentes da atmosfera.

O renascimento desse mercado não se restringe apenas a boas intenções e belos discursos. O dinheiro que circula por ele cresce exponencialmente.

Apenas no ano passado, o volume de créditos de carbono negociados no mercado voluntário global (uma das modalidades de mercado) dobrou.

Para todos os fins, um crédito de carbono corresponde a uma tonelada de dióxido de carbono (CO2) que deixou de ser emitido ou que foi retirado da atmosfera.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“Já percebemos, no dia a dia, que o preço dos créditos de carbono está subindo”, afirma Felipe Bittencourt, sócio-fundador e CEO da WayCarbon, empresa especializada no desenvolvimento de projetos nessa área.

Leia Também

Com uma experiência de 20 anos nesse mercado, Bittencourt participou da edição desta semana do RadioCash, podcast da Empiricus Research e da Vitreo. Essa trajetória lhe permite ser um observador privilegiado da própria mudança de postura das empresas em relação aos temas ambientais e climáticos.

“Quando comecei, havia a percepção de que a mudança climática era um problema do futuro. Hoje, já percebemos isso no dia a dia, com eventos extremos, como as inundações dramáticas na Bahia e a forte seca no Rio Grande do Sul”, diz.

Interesse em ESG

Além das consequências sociais, esses eventos extremos pesam, e muito, no bolso de todos. “O mundo já sofre bilhões de dólares de perdas econômicas, todo ano, devido às mudanças climáticas”, lembra Bittencourt.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Não é por acaso, portanto, que o setor financeiro seja um dos que mais pressionam empresas e governos a adotarem novas práticas.

Cada vez mais, os investidores se debruçam sobre a agenda ambiental, a fim de quantificar os potenciais riscos climáticos e ambientais dos projetos que financiam.

“Eles esperam que as empresas tenham ações de ESG alinhadas aos desafios que o mundo precisa cumprir”, diz, referindo-se à meta lançada pelo Acordo de Paris, em 2015, de restringir o aquecimento global a 2 graus Celsius neste século, com esforços para que seja ainda menor. “A empresa que não está alinhada a isso acaba penalizada pelos investidores”, completa.

Pressão cada vez maior

Bittencourt sublinha que a pressão sobre os agentes econômicos será cada vez maior.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Isto porque, mesmo com todos os compromissos anunciados na Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas (COP 26), realizada em agosto do ano passado em Glasgow, os especialistas estimam que estamos longe de alcançar o teto de 2 graus Celsius de aquecimento.

“Os países serão desafiados, ano após ano, a aumentar suas metas para que o mundo, como um todo, esteja em linha com aquele limite”, diz. É neste ponto que o mercado de créditos de carbono desempenhará um papel fundamental.

Criar incentivos econômicos para que as empresas e governos adotem práticas ambientalmente mais saudáveis, reduzindo a emissão de gases de efeito-estufa, como o metano e o dióxido de carbono, ou que retirem do ar esses poluentes, é uma estratégia em que todos ganham – inclusive, financeiramente.

Bittencourt lembra que, em 2009, a WayCarbon chegou a negociar cada crédito de carbono por 23 euros por tonelada. Com a crise da Europa, nos anos seguintes, a cotação caiu para a casa dos centavos de euro.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Retomada do mercado de carbono

Agora, contudo, o mercado de carbono vive uma retomada, estimulado pelo Acordo de Paris, a pressão de investidores internacionais e a adesão crescente das empresas.

Além do mercado global, regulado pela Organização das Nações Unidas (ONU), há 64 mercados regionais ou nacionais em que é possível comprar e vender créditos de carbono.

Os países ricos não são os únicos a participarem. Nações com um PIB intermediário, ou até mesmo pequeno, como México, Colômbia e Cazaquistão, já implantaram mercados nacionais regulados.

Lento, mas com potencial

Diante do pouco interesse do atual governo pelo tema, a estruturação do mercado brasileiro anda devagar. Enquanto ele não é criado, as empresas recorrem a outros mercados para negociarem seus créditos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“O mercado voluntário vem crescendo, e mais do que duplicou de tamanho, de um ano para outro, em volume comercializado”, afirma Bittencourt.

O CEO da WayCarbon não tem dúvidas de que, se se engajar nesse movimento, o Brasil terá todas as condições de liderá-lo.

A razão é que, para cumprir a meta do Acordo de Paris, companhias e governos não poderão se contentar apenas com projetos de redução de emissões; terão que aumentar os investimentos em projetos de retirada de carbono da atmosfera.

Essa remoção é possível com projetos de reflorestamento, por exemplo, e o Brasil tem tudo para receber boa parte desse dinheiro. “Veremos, nos próximos 5 anos, muitos recursos financeiros para o Brasil, como o celeiro de créditos de redução de carbono. Serão bilhões de dólares voltados para a restauração florestal”, anima-se.

Quer saber o que mais rolou nesse bate-papo? Ouça aqui a íntegra do Radiocash com o sócio-fundador e CEO da WayCarbon:

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
PROJETO ALTERADO

Adeus, Estátua da Liberdade! ‘Veio da Havan’ consegue autorização para construir megaloja em área protegida, mas tem que mudar estilo

21 de janeiro de 2026 - 15:18

Centro Histórico de Blumenau terá uma megaloja da Havan em breve; inauguração está prevista para o fim de abril

MARINHA BRASILEIRA

Pela primeira vez na história, uma mulher assume o comando de uma clínica da Marinha

21 de janeiro de 2026 - 14:02

Mais de 15 anos depois de sua fundação, Policlínica Naval de Manaus tem uma mulher no comando pela primeira vez

ONDE INVESTIR 2026

Eleições, juros e dólar: como investir com tantas incertezas em 2026? Mansueto Almeida, economista-chefe do BTG, responde

21 de janeiro de 2026 - 12:30

Em evento do Seu Dinheiro, Mansueto Almeida, economista-chefe do BTG Pactual, diz como decifrar o cenário econômico em 2026

EXTRATO DISPONÍVEL

INSS libera extrato de janeiro com reajuste e isenção do Imposto de Renda, mas suspende atendimento presencial e serviços digitais; entenda

21 de janeiro de 2026 - 10:26

Pagamentos começam em 26 de janeiro; sistemas do Meu INSS ficam indisponíveis por três dias para atualização

INSPIRAÇÃO CAMPEÃ

Inspirado em Ayrton Senna, Bortoleto já tem seu capacete para correr na F1 2026

21 de janeiro de 2026 - 9:19

Gabriel Bortoleto revelou o design que usará em seu segundo ano na Fórmula 1, mantendo as cores verde, amarelo e azul e inspiração em Ayrton Senna

BRILHOU SOZINHA, MAS...

Lotofácil 3592: 1 bilhete premiado, 26 ganhadores, nenhum milionário; Mega-Sena acumula e prêmio vai a R$ 55 milhões

21 de janeiro de 2026 - 6:47

Lotofácil foi a única loteria a ter ganhadores na faixa principal na terça-feira. O bilhete premiado foi um bolão com dezenas de participantes.

CADA VEZ MAIS RICO

Até onde vai a maior fortuna da história? Elon Musk testa um novo patamar e se aproxima dos US$ 800 bilhões

20 de janeiro de 2026 - 10:46

Valorização da xAI impulsionou o patrimônio de Elon Musk, que chegou a se aproximar dos US$ 800 bilhões antes de nova atualização dos números.

JÁ COMEÇOU

SUS: vacina brasileira contra a dengue já começou a ser aplicada em três cidades; veja a próxima etapa

20 de janeiro de 2026 - 8:31

Imunizante totalmente nacional, de dose única, estreia em municípios-piloto e pode mudar a estratégia do Brasil contra uma das doenças mais persistentes do país

PRÊMIOS DE CONSOLAÇÃO

Na traaaave! Lotofácil, Quina e demais loterias da Caixa iniciam semana sem ganhadores; prêmios inflam

20 de janeiro de 2026 - 7:01

Depois de acumular no primeiro sorteio da semana, a Lotofácil pode pagar nesta terça-feira (20) o segundo maior prêmio da rodada das loterias da Caixa — ou o maior, se ela sair sem que ninguém acerte a Mega-Sena

A BOLSA NUNCA DORME

Bolsa aberta 24 horas por dia? Nyse prepara plataforma para negociar ações e ETFs tokenizados sem parar

19 de janeiro de 2026 - 19:28

Wall Street desenvolve plataforma em blockchain para ações tokenizadas e dividendos on-chain; entenda

FECHOU O CERCO?

STF manda bloquear patrimônio de Nelson Tanure em investigação sobre o Banco Master

19 de janeiro de 2026 - 16:03

Segundo a Folha, Dias Toffoli determinou o bloqueio do patrimônio de Nelson Tanure em meio às investigações que apuram supostas fraudes ligadas ao Banco Master

CINEMA

Zootopia 2: Animação da Disney supera bilheteria de Divertida Mente 2, mas não alcança produção chinesa (ainda)

19 de janeiro de 2026 - 14:11

Continuação de Zootopia arrecadou US$ 1,7 bilhão enquanto animação chinesa lucrou US$ 2,25 bilhões

ESG

Cortes de geração, dificuldades de conexão e alta do dólar: mercado de energia solar cai 29% no Brasil 

19 de janeiro de 2026 - 13:20

A potência adicionada no País, que considera tanto as grandes usinas quanto os sistemas de pequeno porte instalados em telhados e terrenos, somou 10,6 gigawatts (GW) no ano passado

FGC

Banco Master: FGC começa a pagar credores; veja como evitar golpes

19 de janeiro de 2026 - 10:24

Quase dois meses depois da liquidação extrajudicial do Banco Master, R$ 40,6 bilhões começam a ser distribuídos pelo FGC

POLUIÇÃO SONORA

Cidade brasileira está entre as mais barulhentas do mundo, mas há outras piores; confira ranking

19 de janeiro de 2026 - 7:05

Spoiler: o lugar mais barulhento do mundo não é Nova Iorque nem Tóquio.

COMEÇA HOJE

Caixa inicia hoje o pagamento do Bolsa Família de janeiro; confira o calendário completo

19 de janeiro de 2026 - 5:41

Os repasses seguem um cronograma escalonado de acordo com o dígito final do NIS; o valor mínimo é de R$ 600, com acréscimos para famílias com crianças, gestantes e adolescentes

ASSINATURA

Ganhos para indústria e suco de laranja, cooperação tecnológica e criação de empregos: quais os impactos do acordo UE-Mercosul

18 de janeiro de 2026 - 16:27

A Confederação Nacional da Indústria (CNI) apresentou um levantamento que aponta que o acordo comercial entre Mercosul e União Europeia (UE), quando entrar em vigor, vai aumentar de 8% para 36% o acesso brasileiro ao mercado de importações mundiais de bens. Isso porque a União Europeia, sozinha, respondeu por 28% do comércio global em 2024. […]

ALGO NÃO CHEIRA BEM

Delegados da PF estão ‘perplexos’ e apontam cenário ‘atípico’ em inquérito do STF sobre Master

18 de janeiro de 2026 - 14:14

Em nota divulgada neste sábado (17), a classe reage ao cenário “manifestamente atípico” na investigação, sob relatoria do ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF). Segundo o grupo, tal contexto causa “legítima perplexidade institucional”

ENVOLVIMENTO PESSOAL

Caso Master: Transparência Internacional diz que PGR deveria pedir impedimento de Toffoli

18 de janeiro de 2026 - 13:07

O cunhado do banqueiro Daniel Vorcaro é o dono dos fundos de investimento que compraram parte da participação dos irmãos de Toffoli no resort Tayayá, no interior do Paraná

FLORESTA NO DESERTO?

A Grande Muralha Verde: China planta floresta em um dos desertos mais inóspitos do planeta

18 de janeiro de 2026 - 12:12

China combate a desertificação do Deserto de Taklamakan com uma mistura improvável de árvores, ciência e megaprojetos de energia solar

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar