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2022-06-27T12:43:55-03:00
Ricardo Gozzi
ELEIÇÕES 2022

Até Simone Tebet venceria Jair Bolsonaro no segundo turno; nova pesquisa explica por que o presidente não conseguiria se reeleger se a votação fosse hoje

Alta rejeição à candidatura de Bolsonaro à reeleição faria com que ele perdesse em todos os cenários estudados na mais recente pesquisa BTG/FSB

27 de junho de 2022
10:28 - atualizado às 12:43
Simone Tebet e Bolsonaro lado a lado
Lula, Ciro Gomes e Simone Tebet derrotariam Bolsonaro, de acordo com os cenários de segundo turno da pesquisa BTG/FSB. - Imagem: Alan Santos-PR / Roque de Sá - Agência Senado / Montagem Brenda Silva

A pré-candidata da terceira via vai mal nas pesquisas. Simone Tebet (MDB) marca apenas 3% das intenções de voto em primeiro turno, de acordo com a mais recente sondagem do Instituto FSB, encomendada pelo Banco BTG Pactual e divulgada hoje. Entretanto, a baixa rejeição a seu nome tem um bônus: na eventualidade de um segundo turno contra Jair Bolsonaro (PL), até Simone Tebet ganharia do atual presidente.

Simone Tebet venceria Jair Bolsonaro por estreita margem: 41% a 40%. É verdade que o resultado caracteriza empate técnico e as variações recentes estão dentro da margem de erro da pesquisa, de dois pontos porcentuais para mais ou para menos.

No entanto, a série histórica mostra que a situação é uma novidade e reflete uma tendência.

Série histórica – Jair Bolsonaro vs. Simone Tebet (2º turno)
Série histórica – Jair Bolsonaro vs. Simone Tebet (2º turno)

Em abril, a pesquisa BTG/FSB mostrava vitória de Bolsonaro no extremo da margem de erro: 41% a 37%.

No fim de maio, os dois apareceram rigorosamente empatados com 39% cada.

No início de junho, o empate persistia, mas em 40% para cada.

Agora, Simone Tebet cresce novamente e tem um ponto de vantagem a seu favor.

Não é só Simone Tebet que venceria Bolsonaro

Se perdesse apenas para Simone Tebet, a ambição de Bolsonaro de reeleger-se talvez não estivesse tão em risco.

Ele não venceria nenhum de seus principais adversários em segundo turno, segundo a pesquisa realizada entre 24 e 26 de junho.

No cenário mais provável, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) oscilou em queda e Bolsonaro em alta, mas tudo dentro da margem de erro. Se o segundo turno ocorresse hoje, Lula derrotaria Bolsonaro por 52 a 37%.

Lula vs. Jair Bolsonaro (2º turno)
Lula vs. Jair Bolsonaro (2º turno)

Diante de Ciro Gomes (PDT), Bolsonaro perderia por 48% a 38%. Os números permaneceram estáveis em relação ao início de junho.

Consolidado - demais cenários de 2º turno
Consolidado - demais cenários de 2º turno

Alta rejeição a Bolsonaro explica resultados

Uma das explicações para os resultados é a alta rejeição à candidatura do atual presidente.

Bolsonaro é o pré-candidato mais rejeitado pelos eleitores. Dos 2 mil entrevistados pelo Instituto FSB, 57% disseram que não votariam por sua reeleição “de jeito nenhum”.

Ciro Gomes aparece em segundo lugar quando o assunto é índice de rejeição, com 51%.

O ex-presidente Lula vem na sequência, com 44% de rejeição.

Série histórica - Rejeição aos candidatos
Série histórica - Rejeição aos candidatos

Lula venceria em todos os cenários de segundo turno

Ao contrário do que ocorre com Bolsonaro, Lula venceria todos os demais pré-candidatos em um eventual segundo turno.

Diante de Ciro Gomes, o petista venceria por 50% a 29%.

Se enfrentasse Simone Tebet, ganharia por 52% a 28%.

Mas e o primeiro turno?

A 96 dias do primeiro turno das eleições presidenciais, a pesquisa BTG/FSB mostra que Lula e Bolsonaro iriam para o segundo turno.

Intenção de voto estimulada - Cenário completo
Intenção de voto estimulada - Cenário completo

Em relação ao início de junho, os quatro principais candidatos registraram oscilação de um ponto porcentual.

Enquanto Lula e Ciro oscilaram um ponto para baixo, Bolsonaro e Simone registraram um ponto a mais.

Em todos os casos, porém, as oscilações encontram-se dentro da margem de erro da pesquisa.

Lula foi de 44% para 43%. Bolsonaro passou de 32% para 33%. Ciro Gomes oscilou de 9% para 8%. Simone Tebet saiu de 2% para 3%.

Assim como na edição anterior da pesquisa, todos os demais candidatos juntos somaram 4% das intenções de voto.

O número de eleitores indecisos segue em 2%.

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