O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Apesar da melhora na imagem, percepção negativa sobre Bolsonaro é muito maior do que a de todos os seus antecessores quando tentaram reeleição; Lula ainda flerta com vitória em primeiro turno
A aprovação ao governo Jair Bolsonaro (PL) melhorou entre os eleitores que recebem o Auxílio Brasil e a vantagem do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sobre o atual mandatário diminuiu dois pontos porcentuais. Estes são os principais insights da mais recente edição da pesquisa Genial/Quaest.
Entretanto, a notícia não é tão boa para Bolsonaro quanto parece à primeira vista. A imagem negativa do presidente ainda é muito maior do que a de todos os seus antecessores quando buscaram a reeleição. Além disso, Lula continua flertando com a possibilidade de vitória em primeiro turno.
A avaliação positiva de Bolsonaro atingiu 27% em agosto na pesquisa Genial/Quaest, um ponto porcentual acima do observado em julho. O movimento encontra-se dentro da margem de erro da sondagem, de dois pontos porcentuais para mais ou para menos.
No entanto, a avaliação negativa caiu quatro pontos porcentuais no período, de 47% para 43%. Trata-se do menor nível de rejeição ao governo desde que a pesquisa começou a ser feita, em julho de 2021.

Ambos os movimentos são percebidos com mais intensidade entre os eleitores que recebem o Auxílio Brasil. Nesse recorte, a aprovação a Bolsonaro subiu de 24% para 28% entre julho e agosto. Já a rejeição recuou de 48% para 39%.

De qualquer modo, o elevado índice de rejeição permanece como um obstáculo às pretensões bolsonaristas de reeleição.
Leia Também
A percepção negativa sobre o atual presidente é muito maior do que a enfrentada por Fernando Henrique Cardoso, Lula e Dilma Rousseff quando buscaram a reeleição, observa Felipe Nunes, diretor da Quaest Pesquisa e Consultoria.
Já a avaliação positiva sobre Bolsonaro é consideravelmente inferior quando comparada com os índices de FHC, Lula e Dilma.
A 61 dias das eleições, aumentam as chances de que Bolsonaro se torne o primeiro presidente desde a redemocratização a buscar a reeleição e não conseguir.
A vantagem de Lula sobre Bolsonaro diminuiu de 14 para 12 pontos porcentuais entre julho e agosto na Genial-Quaest.
Lula oscilou de 45% para 44% no período. Bolsonaro passou de 31% para 32%. Em ambos os casos, a variação encontra-se dentro da margem de erro da pesquisa.
Entretanto, mesmo com a oscilação negativa, Lula mantém o flerte com a possibilidade de vitória em primeiro turno.
A soma da intenção de voto em todos os seus adversários está em 42%.

Embora isso configure uma espécie de empate técnico entre Lula e o restante dos candidatos, a sondagem continua mostrando que o ex-presidente estaria próximo de contar com a maioria dos votos válidos se o primeiro turno ocorresse hoje.
Se a vantagem de Lula sobre Bolsonaro em primeiro turno oscilou na margem, o mesmo não pode ser dito em relação ao segundo turno.
Enquanto 51% pretendem votar em Lula, 37% declararam voto em Bolsonaro em agosto. Na pesquisa anterior, o ex-presidente venceria o atual por 53% a 34%.
Ou seja, a vantagem de Lula sobre Bolsonaro caiu cinco pontos porcentuais, de 19 para 14 pontos.

Nos demais cenários analisados, Lula venceria Ciro Gomes (PDT) por 51% a 27% e derrotaria Simone Tebet (MDB) por 55% a 22%.

A pesquisa encomendada pela Genial Investimentos à Quaest Pesquisa e Consultoria foi conduzida entre 28 e 31 de julho. Foram ouvidas 2 mil pessoas. A margem de erro é de dois pontos porcentuais para mais ou para menos.
Caixa Econômica Federal já está registrado apostas para o concurso especial da Mega-Sena 30 Anos, que segue regras parecidas com as da Mega da Virada, mas sorteio está programado apenas para o fim de maio
A frase de Adam Smith é uma das reflexões do livro “A Riqueza das Nações”, obra seminal do liberalismo econômico.
De benefícios sociais a prêmios milionários na loteria — confira as matérias mais lidas no Seu Dinheiro na semana e saiba como aproveitar as oportunidades de maio
Banco atualizou as projeções para inflação, PIB e diz como a guerra no Oriente Médio pode mexer com o bolso do brasileiro
A semana que começa será carregada de eventos, tanto no Brasil como no exterior, capazes de mexer com o bolso — e os nervos — dos investidores
Geladeiras, celulares e fogões estão entre os produtos considerados essenciais e que exigem solução imediata segundo o Código de Defesa do Consumidor (CDC)
O governo Lula se tornou pauta do jornal de finanças mais influente do mundo, que destacou o atraso do Brasil em tratar sobre o tema
Itaú, Bradesco, Santander e Nubank não só aderiram ao Desenrola 2.0 como criaram programa similar para público não elegível
A Pseudomonas aeruginosa está presente até mesmo no ar e pode causar distúrbios sérios, com risco de morte
Acordo foi firmado entre Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai para reduzir custos e prazos, ampliar a previsibilidade das regras e oferecer maior segurança jurídica
Lotofácil não foi a única modalidade a ter ganhadores na rodada de quinta-feira (7). A ‘menos difícil’ das loterias da Caixa contou com a companhia da Dia de Sorte.
Presidentes, políticos, bilionários, atrizes e ganhadores de Prêmios Nobel passaram por essa universidade, unidos pelo lema “Veritas” — a verdade.
Enquanto alguns bancos privados ainda se preparam para o Desenrola 2.0, outros já estão renegociando dívidas
Banco do Brasil já realizou 1.807 renegociações apenas na quarta-feira (6), primeiro dia do programa Desenrola 2.0
Corretora passou a prever Selic de 13,75% no fim de 2026 diante da alta do petróleo, piora das expectativas e tensão geopolítica — mas não é a única a elevar as estimativas para a taxa básica
Lotofácil 3678 teve três ganhadores na quarta-feira (6), mas não foi páreo para o prêmio milionário da Dupla Sena
Segundo Ricardo Kazan, impasse sobre urânio enriquecido trava negociações e amplia incertezas no mercado de commodities
Gestor da BTG Asset alerta para risco de disparada do petróleo e racionamento global com estoques em queda e conflito no Oriente Médio
Desenrola 2.0 chama atenção de endividados e golpistas; especialista também destaca papel de instituições financeiras e bancos
Para ex-secretário do Tesouro Nacional, ajuste fiscal é possível e não precisa ser drástico, mas precisa de qualquer forma focar em controle de gastos: “Brasil tributa muito acima da média da América Latina”