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Com a proximidade do inverno, as sanções impostas à Rússia começam a ter efeitos na Europa — que começa a correr contra o tempo

O xadrez internacional com a guerra da Ucrânia começa a derrubar peças-chave dos dois lados do tabuleiro. Mais cedo nesta quarta-feira (31), a Rússia interrompeu o fornecimento de gás por meio do gasoduto Nord Stream 1 para a Europa, intensificando as tensões na região.
A operadora Gazprom afirma que a interrupção do gasoduto será feita para manutenção do Nord Stream 1. Isso significa que nenhum gás fluirá para a Alemanha entre 31 de agosto e 3 de setembro, de acordo com a gigante estatal.
A francesa Engine também recebeu um aviso de que a Gazprom iria cortar mais uma vez o fornecimento de gás devido a divergências no contrato com a empresa. Assim, a companhia passa a receber apenas 1,5 terawatt-hora (TWh) por mês dos russos.
A partir daí, o cenário não é nada animador para os investidores pela frente. Entenda porque o corte de gás aumenta as apostas de recessão na Europa:
Mais cedo, a inflação da Zona do Euro voltou a bater o recorde. A taxa anual de inflação ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) atingiu a máxima histórica de 9,1% em agosto, superando o recorde anterior de 8,9% observado em julho.
A disparada da inflação por lá reforça a tese de que o Banco Central Europeu (BCE) aumente e mantenha os juros elevados para conter a alta de preços. Somado a um cenário de energia mais cara, os analistas entendem que a recessão na região é quase certa.
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Quem traz uma alternativa possível — mas nada barata — para a região é Paul Krugman, ganhador do prêmio Nobel de economia em 2008. Em uma de suas colunas desta semana no The New York Times, Krugman afirma que a Europa está sendo chantageada pela Rússia.
Por isso, uma alternativa seria importar gás de outros países produtores. A diferença é que estocar gás liquefeito para transporte — além do uso de cargueiros, caminhões, etc — é muito mais custoso do que um gasoduto direto para os países.
Desde o início do ano, os preços do gás natural dispararam cerca de 85% em relação a agosto do mês passado. Desde então, a Europa vive à base de gás caro — O que também explica a inflação elevada.
Os problemas dos europeus devem aumentar ainda mais nos próximos meses. O outono na Europa começa em pouco menos de um mês e a chegada do inverno deve aumentar ainda mais a demanda por gás, já que os aquecedores por lá precisam dessa commodity.
Assim, o poder de barganha europeu deve diminuir com a Rússia, que vem apresentando queixas às sanções impostas pelo Ocidente após a invasão da Ucrânia. Seja como for, a Europa se encontra em xeque e em uma situação que deve demorar a se resolver.
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