🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos

Ricardo Gozzi

É jornalista e escritor. Passou quase 20 anos na editoria internacional da Agência Estado antes de se aventurar por outras paragens. Escreveu junto com Sócrates o livro 'Democracia Corintiana: a utopia em jogo'. Também é coautor da biografia de Kid Vinil.

A pontinha do iceberg

Os fundos de cannabis acumulam perdas de quase 50% em 12 meses, mas seus entusiastas seguem firmes na tese de investimento; entenda por quê

Ainda que possa haver acomodação, os avanços na regulamentação e na legalização devem prosseguir nos próximos anos, beneficiando esses ETFs

Ricardo Gozzi
2 de março de 2022
6:54 - atualizado às 6:29
comércio maconha
Imagem: Shutterstock

Os primeiros fundos de investimentos no setor de cannabis chegaram ao Brasil no fim de 2019 envoltos mais em euforia do que em polêmicas. E, no início de 2021, quando o valor desses fundos disparou, a tese de ganhos exponenciais com a “indústria da maconha” parecia começar a se cumprir mais rápido do que imaginavam seus maiores entusiastas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Pouco tempo depois, entretanto, a euforia passou — esses fundos mudaram de curso e passaram a registrar fortes perdas. Um ano depois de terem atingido seu ápice, os ETFs ligados à cannabis encontram-se distantes de suas máximas históricas.

Para muito além da volatilidade, eles apresentam desvalorização acumulada de aproximadamente 50% nos últimos 12 meses. O que mais chama a atenção, porém, é o fato de os principais defensores da tese de investimento em cannabis seguirem firmes em suas posições.

O Seu Dinheiro resolveu, então, investigar os motivos que levam à queda desses fundos e por que seus entusiastas mantêm-se irredutíveis na defesa de que ganhos exponenciais podem ser obtidos em um futuro relativamente próximo.

Como investir em cannabis

Apenas duas corretoras oferecem no momento acesso a fundos de cannabis no Brasil: a XP, que administra o Trend Cannabis, e a Vitreo, com os fundos Canabidiol, Canabidiol Light e Cannabis Ativo — o BTG Pactual, dono da Vitreo, oferece acesso a este último através de sua plataforma de investimentos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Entramos em contato tanto com a XP quanto com a Vitreo para falar sobre o desempenho dos fundos de cannabis até aqui e as perspectivas para o futuro. A XP, no entanto, não quis comentar sobre o fundo Trend Cannabis, que acumula perda de 50% em relação ao seu preço de lançamento.

Leia Também

Desempenho do Trend Cannabis. Fonte: XP

Tese inalterada

Na Vitreo, fomos atendidos por George Wachsmann. Ele é Chief Investiment Officer (CIO) e sócio fundador da casa — e prefere ser chamado de Jojo. Pois bem: em entrevista ao Seu Dinheiro, Jojo adianta sua posição sem meias palavras. “A tese [de investimento] está inalterada”, afirma.

O primeiro fundo de canabis da Vitreo foi lançado em outubro de 2019. Batizado ‘Vitreo Canabidiol’, ele ficou restrito a investidores qualificados — aqueles com patrimônio investido igual ou superior a R$ 1 milhão.

“Eu adoraria estar lançando o fundo hoje, e não quando a gente lançou”, admite Jojo. “Se formos pensar em timing de mercado, a gente lançou antes da hora”, acredita ele. Desde o lançamento, o Canabidiol caiu mais de 50%, desempenho em linha com o de outros fundos desse mercado.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

‘Só uma pontinha’

Ao contrário do que se poderia supor, Wachsmann segue firme na tese e sustenta que quem vai investir nesse tipo de fundo precisa ter em mente que é preciso ser parcimonioso com setores voláteis, como o de cannabis. "Eu falava que era só uma pontinha. Se a pessoa respeitou a pontinha, entendeu que era longo prazo, beleza", diz ele.

O fato, segundo Jojo, é que a regulamentação e a legalização da indústria da cannabis não vão parar. Pode ser que ocorra alguma acomodação nos avanços, como agora, mas o CFO da Vitreo não vê espaço para retrocessos.

Foi só em 2020, por exemplo, que a Organização das Nações Unidas (ONU) retirou a maconha da lista de drogas consideradas mais perigosas, o que a equiparava à cocaína ou à heroína.

Jojo conta que, quando lançou o primeiro fundo, tinha medo de ver alguma manchete estampada como “Vitreo lança fundo de maconha”.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Era um tabu econômico que virou um tabu sociocultural. O grande desafio é saber quando a ciência vai vencer os costumes. É um processo geracional.

Jojo Wachsmann, Chief Investiment Officer (CIO) e sócio fundador da Vitreo
George Wachsmann, o Jojo, sócio-fundador e CIO da Vitreo
Jojo Wachsmann, CIO e sócio fundador da Vitreo

Avanços legislativos e regulatórios

Jojo enfatiza que, mesmo sob governos conservadores nos Estados Unidos e no Brasil em anos recentes, houve avanços consideráveis na legislação nos dois países. Ainda assim, ainda há um tabu a ser vencido.

Num passado mais distante, por lobby dos setores de bebidas alcoólicas e algodão nos EUA, o cânhamo era escanteado e a maconha era considerada uma droga perigosa. Mas, quando se fala em cannabis, é preciso salientar que se trata de um produto bastante versátil — sua aplicação vai muito além da extração da substância entorpecente.

A começar pela produção de cânhamo para fins industriais. Ela inclui a produção de tecidos, roupas, fibras e sementes para alimentação e rações animais. Abrange também a indústria de cosméticos. “Tudo isso sem contar um leque absurdo de usos na medicina", diz ele. "O que sabemos hoje é só a pontinha de um iceberg”.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Considerando esse leque amplo de possibilidades, o sócio fundador da Vitreo mantém-se bastante otimista em relação às perspectivas de futuro desses fundos de cannabis.

“A gente fala do potencial de um mercado hoje ilegal de ser legalizado. Grandes empresas já investem indiretamente. Alimentos e bebidas, vestuário, farmacêuticas, cosméticos”, pontua. “Se o negócio está 50% mais barato e minha tese está inalterada, eu gosto dele agora o dobro do que eu gostava”, diz ele.

Desempenho do fundo Vitreo Canabidiol. Fonte: Vitreo.

Pandemia aumentou preocupação com saúde

Além de todas as questões regulatórias e legislativas envolvidas, com cada sociedade avançando em seu ritmo — mas avançando —, Jojo chama a atenção para o fato de a pandemia ter aumentado a preocupação do mundo com a saúde.

“Imagine, por exemplo, se surgisse um remédio contra covid à base de canabidiol. Ou uma vacina. A aceleração que a aprovação disso não teria? E o tabu sociocultural e a legislação estão andando mesmo em tempos de governos mais conservadores”, enfatiza ele.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Nos EUA, desde 2012, 18 Estados e o Distrito de Columbia aderiram à autorização do uso adulto — antes chamado de recreativo — da maconha. Já o uso medicinal é autorizado em 38 dos 50 Estados norte-americanos, além de Washington, a capital.

A recente retração nos preços dos ativos que compõem os fundos de cannabis justifica-se por uma inesperada paralisia do Congresso dos EUA em levar adiante projetos de lei importantes para o avanço dessa indústria. O principal deles é o Safe Banking Act, que permitirá o acesso dessas empresas ao sistema financeiro nos EUA.

Outros projetos dispõem sobre iniciativas de inclusão social e permissão para que as cargas de produtos à base de cannabis sejam transportadas através de Estados onde tanto o uso medicinal quanto o adulto da maconha são proibidos.

O que não se esperava era que esses projetos fossem travar justamente numa legislatura de maioria democrata, sob um presidente democrata (Joe Biden), uma vez que o partido é visto como mais progressista em relação ao tema. Um futuro avanço nessas pautas, portanto, abriria caminho para uma nova esticada nos preços desses ativos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

No Brasil, afirma Jojo, “estamos caminhando na direção de uma legalização. Hoje você pode mais coisa do que podia há alguns anos. Pode importar remédio, fabricar aqui”. De acordo com ele, muita gente olha para o Brasil, onde “o número de pessoas envolvidas nesses projetos é gigantesco”.

Segundo um levantamento da Kaya Mind, empresa especializada no estudo do mercado de cannabis, uma eventual regulamentação da indústria no Brasil poderia gerar 117 mil empregos formais e movimentar mais de R$ 26 bilhões (sendo cerca de R$ 8 bilhões em impostos) no país em um prazo de quatro anos.

Desempenho do fundo Vitreo Cannabis Ativo. Fonte: Vitreo

Mudando vidas

Na entrevista com Jojo, um argumento chamou bastante a atenção. “Conversa com alguém que tenha um familiar que faça uso de medicamento à base de cannabis”, sugeriu. “Você sai da esfera de ganhar dinheiro e entra no âmbito de salvar vidas, de mudar a qualidade de vida das pessoas”.

Medicamentos à base de canabidiol são hoje usados em escala crescente no tratamento de transtornos de espectro autista, epilepsia, dores crônicas, distúrbios de sono e ansiedade. A partir da fala de Jojo, passamos a pesquisar o assunto e acabamos em contato com o doutor Renato Anghinah.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Neurologista, professor livre docente na Universidade de São Paulo, Anghinah é também CMO - sigla para Chief Medical Officer - da HempMeds, uma das pioneiras na produção de medicamentos à base de cannabis. E, entre seus pacientes estão dois ícones do esporte nacional, os ex-pugilistas Maguila e Éder Jofre.

Ambos sofrem de encefalopatia traumática crônica, provocada por anos e anos de pancadas nos ringues. Antes do contato com Anghinah, entretanto, eles eram tratados como pacientes de Alzheimer.

Sem a correção do diagnóstico, é improvável que os dois ex-pugilistas ainda estivessem vivos. “No meu primeiro contato com o Éder Jofre, ele estava à beira da morte, fraco, sem se alimentar. Isso foi há dez anos. No mês que vem ele deve completar 86 anos”, conta o neurologista.

O diagnóstico correto foi viabilizado pela participação de Anghinah nas pesquisas feitas no cérebro — doado pela família — de outro herói do esporte brasileiro: o zagueiro Bellini, capitão da seleção brasileira campeã do mundo em 1958. Em 2014, uma equipe de médicos constatou que, ao contrário do que se imaginava, Bellini não morreu de Alzheimer, mas de encefalopatia traumática crônica.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Todo esse contexto é necessário para explicar como Anghinah se envolveu nas pesquisas com cannabis e como os medicamentos à base de canabidiol melhoraram consideravelmente a qualidade de vida de seus dois notórios pacientes — e também de outros menos famosos.

“Nunca cheguei nem perto de ser um ativista. Apenas me ative às evidências científicas sobre os benefícios desses medicamentos”, resumiu Anghinah, que desde o fim do ano passado coordena um curso de medicina canabinoide na USP.

No caso de Maguila, ele explica que primeiro parou de tratar o Alzheimer e entrou com o tratamento para encefalopatia. “Há cerca de dois anos, quando ele começou a ficar mais ansioso, entramos com o canabidiol. É um bom coadjuvante. Ele ganhou muita qualidade de vida”, relata o neurologista.

Dr. Renato Anghinah, neurologista, CMO da HempMeds

Benefícios da medicina canabinoide

O envolvimento de profissionais como Anghinah empresta credibilidade à medicina canabinoide. Na entrevista ao Seu Dinheiro, o neurologista enfatizou em diversas ocasiões a preocupação dele e de outros estudiosos do tema com as evidências científicas e com a qualidade do diagnóstico, visando às corretas indicação e prescrição dos medicamentos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O que já se sabe é que os remédios à base de canabidiol têm menos efeitos colaterais e não geram dependência.

“É preciso estar atento às interações medicamentosas, mas eles têm substituído bem os opioides nos Estados Unidos, onde essa substância tornou-se um problema de saúde pública”, diz Anghinah.

Sobre os tabus envolvendo a maconha, o especialista acredita que o preconceito em relação aos remédios à base de canabidiol é maior entre a comunidade médica do que entre os pacientes; para ele, a expansão desse mercado é um caminho sem volta — a barreira final é a aprovação do plantio.

Isso deve causar resistência por diferentes motivos. Mas é um caminho sem volta. Trata-se de um mercado ainda microscópico. A tendência é de crescimento por muitos anos.

Renato Anghinah, neurologista, CMO da HempMeds

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
NO PRECINHO

Leilão da Receita Federal tem iPhone 15 por R$ 1.300 e relógio Garmin por R$ 1.000; veja como participar

23 de janeiro de 2026 - 15:25

Propostas iniciais do leilão da Receita Federal começam em R$ 20. O maior valor é de R$ 256 mil.

BANHEIRO HIGH-TECH

Como a inteligência artificial provocou um salto no preço das ações de uma fabricante de vasos sanitários

23 de janeiro de 2026 - 11:15

Ações da Toto subiram 11% na OTC Markets na quinta-feira (22) com aumento de receita com componente de chips

OPERAÇÃO BARCO DE PAPEL

PF mira Rioprevidência em nova operação, fundo de pensão que mais investiu no Banco Master

23 de janeiro de 2026 - 9:32

São cumpridos quatro mandados de busca e apreensão no Rio de Janeiro na sede do fundo e também contra gestores

A CONTA CHEGA

CMN muda regras do FGC, após início de pagamentos do grupo Master; fundo também poderá exigir aportes maiores dos bancos

23 de janeiro de 2026 - 9:32

A partir de agora, o conselho de administração do FGC poderá propor aumento ou redução das contribuições das instituições associadas quando julgar necessário

MUSEU HISTÓRICO FERREIRA DA CUNHA

Como é o castelo medieval que vai ser transformado em centro cultural na região serrana do Rio

23 de janeiro de 2026 - 9:14

Proposta do projeto é colocar o castelo como espaço de permanência com experiências culturais em um único lugar

TEIMOSIA RECOMPENSADA

Apostador insiste nos mesmos números e fica milionário com a Lotofácil; Dia de Sorte também tem ganhadores e Mega-Sena acumula

23 de janeiro de 2026 - 7:09

Lotofácil não foi a única loteria a pagar prêmio de sete dígitos na quinta-feira. Dia de Sorte também fez novos milionários. Mega-Sena acumula e prêmio vai a R$ 63 milhões.

FORA DE COGITAÇÃO?

Sem delação premiada: defesa de Daniel Vorcaro nega negociação no caso Banco Master

22 de janeiro de 2026 - 9:33

Especulações cresceram após troca na equipe jurídica de Vorcaro; veja o que diz a defesa do banqueiro

SOBE O SOM

Pé na areia, a loteria… Lotofácil tem múltiplos ganhadores na beira da praia; Mega-Sena pode pagar R$ 55 milhões hoje

22 de janeiro de 2026 - 7:15

Os ganhadores do concurso 3593 da Lotofácil efetuaram suas apostas em casas lotéricas estabelecidas praticamente na beira do mar

ONDE INVESTIR 2026

A batalha entre o Tesouro Prefixado e o Tesouro IPCA+: onde buscar aquele 1% ao mês na renda fixa com a queda da Selic em 2026?

22 de janeiro de 2026 - 6:04

Mesmo com um ciclo de corte de juros, Frederico Catalan, membro do time de gestão do Opportunity Income, e Laís Costa, analista da Empiricus Research, avaliam que a renda fixa não vai perder o brilho neste ano

QUEM RECEBE?

Investiu nos CDBs do will bank? FGC vai pagar mais de R$ 6 bilhões — mas nem todo mundo entra na conta

21 de janeiro de 2026 - 15:36

Fundo garantidor confirma acionamento da garantia após liquidação do banco, mas limite pode deixar investidores de fora; entenda

SEM DESPERDÍCIO

O fim da comida jogada fora? Lei coloca supermercados no centro do combate ao desperdício

21 de janeiro de 2026 - 15:33

Lei 14.224 cria a Política Nacional de Combate à Perda e ao Desperdício e transforma doação de comida em estratégia econômica 

PROJETO ALTERADO

Adeus, Estátua da Liberdade! ‘Veio da Havan’ consegue autorização para construir megaloja em área protegida, mas tem que mudar estilo

21 de janeiro de 2026 - 15:18

Centro Histórico de Blumenau terá uma megaloja da Havan em breve; inauguração está prevista para o fim de abril

MARINHA BRASILEIRA

Pela primeira vez na história, uma mulher assume o comando de uma clínica da Marinha

21 de janeiro de 2026 - 14:02

Mais de 15 anos depois de sua fundação, Policlínica Naval de Manaus tem uma mulher no comando pela primeira vez

ONDE INVESTIR 2026

Eleições, juros e dólar: como investir com tantas incertezas em 2026? Mansueto Almeida, economista-chefe do BTG, responde

21 de janeiro de 2026 - 12:30

Em evento do Seu Dinheiro, Mansueto Almeida, economista-chefe do BTG Pactual, diz como decifrar o cenário econômico em 2026

EXTRATO DISPONÍVEL

INSS libera extrato de janeiro com reajuste e isenção do Imposto de Renda, mas suspende atendimento presencial e serviços digitais; entenda

21 de janeiro de 2026 - 10:26

Pagamentos começam em 26 de janeiro; sistemas do Meu INSS ficam indisponíveis por três dias para atualização

INSPIRAÇÃO CAMPEÃ

Inspirado em Ayrton Senna, Bortoleto já tem seu capacete para correr na F1 2026

21 de janeiro de 2026 - 9:19

Gabriel Bortoleto revelou o design que usará em seu segundo ano na Fórmula 1, mantendo as cores verde, amarelo e azul e inspiração em Ayrton Senna

BRILHOU SOZINHA, MAS...

Lotofácil 3592: 1 bilhete premiado, 26 ganhadores, nenhum milionário; Mega-Sena acumula e prêmio vai a R$ 55 milhões

21 de janeiro de 2026 - 6:47

Lotofácil foi a única loteria a ter ganhadores na faixa principal na terça-feira. O bilhete premiado foi um bolão com dezenas de participantes.

CADA VEZ MAIS RICO

Até onde vai a maior fortuna da história? Elon Musk testa um novo patamar e se aproxima dos US$ 800 bilhões

20 de janeiro de 2026 - 10:46

Valorização da xAI impulsionou o patrimônio de Elon Musk, que chegou a se aproximar dos US$ 800 bilhões antes de nova atualização dos números.

JÁ COMEÇOU

SUS: vacina brasileira contra a dengue já começou a ser aplicada em três cidades; veja a próxima etapa

20 de janeiro de 2026 - 8:31

Imunizante totalmente nacional, de dose única, estreia em municípios-piloto e pode mudar a estratégia do Brasil contra uma das doenças mais persistentes do país

PRÊMIOS DE CONSOLAÇÃO

Na traaaave! Lotofácil, Quina e demais loterias da Caixa iniciam semana sem ganhadores; prêmios inflam

20 de janeiro de 2026 - 7:01

Depois de acumular no primeiro sorteio da semana, a Lotofácil pode pagar nesta terça-feira (20) o segundo maior prêmio da rodada das loterias da Caixa — ou o maior, se ela sair sem que ninguém acerte a Mega-Sena

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar